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Autossabotagem: como saber se você está passando por isso?

Categoria: Autoconhecimento, Comportamento

A autossabotagem é uma daquelas palavras tão frequentes quando se trata da nossa saúde mental, mas que, por diversas vezes, não sabemos exatamente o que significa e o que acontece conosco quando nos autossabotamos. O primeiro passo para que saibamos identificar e lidar com um comportamento negativo é o conhecimento;  trazê-lo do campo abstrato e automático para a nossa consciência. E é isso o que vamos fazer aqui: vamos entender o que a autossabotagem é e como ela nos prejudica.

 

O que é a autossabotagem?

A autossabotagem é a prática, consciente ou inconsciente, de colocarmos dificuldades e obstáculos nas tarefas que temos para realizar, ou até na forma como nos enxergamos e nos colocamos diante do mundo. São pensamentos e sentimentos negativos que vêm acompanhados de decisões e comportamentos autodestrutivos.

Quando nos autossabotamos, enxergamos a nós mesmos de uma forma disfuncional, o que nos leva a agirmos de forma punitiva ou, por exemplo, acreditar que não somos merecedores de determinada conquista ou afeto.

E de que forma nos colocamos contra nós mesmos? Infelizmente, a autossabotagem é um hábito bastante recorrente. Em contrapartida, também é frequentemente despercebido por quem se autossabota. É por isso que, agora, devemos partir para a segunda parte desse artigo.

 

Como identificar a autossabotagem?

Como uma pessoa que se autossabota é? Quais comportamentos e hábitos ela tem? Trouxemos alguns dos “sintomas” mais comuns.

  • Procrastinação de tarefas: uma das formas de se autossabotar é não acreditar ser capaz de resolver um problema ou finalizar uma tarefa. Assim, várias desculpas são inventadas para deixar constantemente essas pendências “para depois”.
  • Autocrítica constante: aqui, pensamentos como “não vou conseguir fazer isso”, “não acho que mereço essa promoção”, “não sei por que essa pessoa gosta de mim” surgem o tempo todo. Essas ideias são tão automáticas, repetitivas e inconscientes que a pessoa normalmente as vê como verdades absolutas.
  • Se comparar demais aos outros: a grama do vizinho nunca é mais verde que a nossa. Temos essa impressão apenas por não convivermos com seus problemas, medos e dificuldades: vemos somente o que é bom. Quando nos comparamos a alguém, nossa mente cria uma inferioridade que não existe. Logo, tudo o que fizermos parecerá insuficiente.
  • Deixar de suprir as próprias necessidades: quando acreditamos que não merecemos algo, deixamos de aceitá-lo ou buscá-lo. As relações amorosas são um exemplo disso — às vezes, não acreditamos que somos merecedores de amor, respeito e afeto. Por consequência, permanecemos anos em relações tóxicas e que nos fazem mal.

 

O que a autossabotagem causa em nós?

Sinais identificados, é o momento de entender o que acontece quando nos autossabotamos. De modo mais “técnico”, nossa vida é afetada de diversas formas. Uma delas é a já mencionada maneira como nos relacionamos com outras pessoas. Ao não nos acreditarmos como merecedores de respeito, aceitamos comportamentos tóxicos de parceiros, familiares, chefes e amigos.

Quando nos autossabotamos, também nos sujeitamos a ver nossa vida estagnar. Isso porque podemos rejeitar promoções no trabalho e pessoas que amamos, por exemplo, por julgar que somos indignos de tal conquista e felicidade.

Outra perspectiva diz respeito à forma como nos vemos: se acreditamos ser medíocres, deduzimos também que essa é uma condição imutável. Por consequência, deixamos de explorar todos os pontos incrivelmente positivos que todos nós temos.

Tudo isso também traz consequências de cunho emocional. A autossabotagem é um comportamento destrutivo e que nos deixa vulneráveis à depressão e aos transtornos de ansiedade. As cardiopatias e a diabetes são alguns dos problemas físicos que podem ser ocasionados, afinal, corpo e mente estão intimamente conectados.

 

Como a autossabotagem pode ter um fim?

Esse hábito tóxico está ligado à baixa ou fraca autoestima. Ou seja: ao saber disso, você já tem uma pista sobre por onde deve começar a tratar desse problema. Essa autoestima baixa ou fraca, porém, vem de onde? Como me convencer de que não sou essa imagem negativa que criei em minha cabeça?

Todas essas respostas são encontradas quando fazemos terapia. Com ajuda profissional, exploramos as raízes de nossas inseguranças, ressignificamos eventos do presente e do passado, aprendemos a reconhecer nossas potencialidades e a nos enxergamos e nos tratarmos de forma mais gentil e justa.

Você já sabe o que é autossabotagem. Por isso, perguntamos: os hábitos citados são constantes na sua rotina? Se sim, saiba que, para ajudar você, oferecemos uma avaliação gratuita com nossos especialistas. Nela, você poderá ter uma visão mais abrangente dos seus problemas e um vislumbre do caminho que você deve percorrer para construir uma vida mais plena, leve e feliz. Se você tem interesse, basta clicar aqui para aproveitar a sua avaliação.


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