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Somatização: Quando a doença vem da emoção!

Categoria: Ansiedade, Doenças e Transtornos

somatizaçãoVocê já ouviu falar em somatização ou doenças psicossomáticas? Basta passar por uma situação muito difícil, estressante ou problemática que o corpo fica diferente: a cabeça dói, o resfriado aparece, a digestão se complica, a respiração fica difícil ou a pele se enche de alergias.

O fato não é uma simples coincidência, mas um processo chamado pela medicina de somatização. É a transferência para o corpo do que deveria ser vivido e suportado apenas na mente.

Segundo os profissionais que trabalham com a medicina psicossomática, todas as pessoas acabam provocando mudanças no corpo ao enfrentar determinadas situações emocionais, principalmente as que produzem estresse e ansiedade. O que muda é a intensidade e a frequência com que isso acontece. Vão de eventos ocasionais a transtornos repetitivos, que acabam se tornando crônicos.

Cada vez que uma pessoa não consegue suportar no plano psíquico uma situação; ela acaba produzindo ou agravando sintomas e doenças que se manifestam no corpo. Palpitações, gastrite e dores de cabeça estão entre os sintomas mais comuns. No entanto, a somatização pode deixar o organismo com menos defesas para doenças sérias. Como por exemplo o câncer, além de também poder prejudicar a recuperação de uma cirurgia.

Estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade são os principais fatores que acabam por influenciar no aparecimento, na manutenção ou repetição de uma doença física, porque eles alteram o funcionamento de vários sistemas do nosso organismo.

No entanto, é possível controlar e até mesmo evitar que isso aconteça. Mas a receita, que não é fácil e muito menos rápida, inclui o autoconhecimento, a descoberta de válvulas de escape e uma mudança na maneira de encarar os problemas e reagir a eles, de preferência com acompanhamento de um psicoterapeuta.

Apesar de mudar de pessoa para pessoa, a somatização é explicada cientificamente. Raiva, paixão, tristeza, medo e uma série de emoções causam alterações no organismo. Elas liberam ou inibem a produção de substâncias, como adrenalina, cortisol e serotonina.

Quando a pessoa fica durante muito tempo submetida a uma situação diferente, ela desencadeia mudanças no sistema nervoso autônomo; responsável pelos batimentos cardíacos, pela temperatura corporal, pela digestão, pela respiração e pela sexualidade.

Além disso, provoca mudanças no sistema endocrinológico, que produz uma série de hormônios; e no sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. A bagunça no corpo começa e os sintomas aparecerem – o local escolhido depende da herança genética e racial de cada pessoa, e assim acontecem as doenças psicossomáticas.

Perfil de pessoas que sofrem com a somatização

Os médicos afirmam que existe um perfil geral do somatizador: pessoas extremamente ligadas ao mundo real.

O indivíduo tende a somatizar nas áreas do corpo que já estão mais fragilizadas ou já tiveram um problema no passado. Depende das reações e da composição física de cada pessoa. Mesmo assim, os médicos afirmam que existe um perfil geral do somatizador: pessoas extremamente ligadas ao mundo real. Ou seja, que dão pouco espaço para elaborações psíquicas e em cuja vida não há muito espaço para fantasias e imaginação.

São pessoas que acabam tendo pouco contato e tempo para seus problemas psicológicos. Como não conseguem eliminar as tensões de uma forma natural, aparecem essas válvulas artificiais. As pessoas desenvolvem doenças físicas que têm certamente origem emocional. A gastrite, por exemplo, pode ser uma patologia do aparelho digestivo que se desenvolve à medida que aumentam o estresse e o desgaste do paciente.

Em algumas pessoas, o problema se acentua e aparece de uma outra maneira. Ou seja, a pessoa sente sintomas de várias doenças, é examinada pelos médicos, faz exames, mas não encontra nada no corpo que explique o que sente. Nesse caso, não há doença física com o problema emocional. É o transtorno de somatização, estudado pela psiquiatria.

O paciente sente sintomas no corpo sem que haja uma causa física que explique aquilo. E ele sofre porque não encontra uma causa. Geralmente, são pessoas que recusam fazer um acompanhamento psicológico.

A mudança acontece quando você consegue conhecer a sua capacidade, incapacidade, bondade e maldade, porque você pode discernir o que sente, o que é seu e o que está absorvendo do ambiente em que está.

O que você está esperando? Entre em contato conosco através desse link e melhore sua qualidade de vida.


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5 Comentários

  1. claudete | 08 de maio, 2018

    Excelentee artigo!

  2. Marlene Otero | 03 de outubro, 2018

    Eu sofro muito medo, ansiedade, rejeição, baixa auto-estima,irritabilidade, falta de ânimo! Preciso de ajuda

    • Psicoter | 07 de outubro, 2018

      Olá Marlene! Podemos te ajudar, mas precisamos que você dê o primeiro passo… entra em contato conosco e agenda a tua avaliação, é gratuita! Só depois será combinado valores, tudo de acordo com as suas possibilidades.

  3. Cláudio Nélio | 04 de outubro, 2018

    Ótimo artigo! ??

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