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Autoconsciência Emocional: O que é e 13 Dicas para Desenvolver

Publicado em 24 de agosto de 2021
Categoria: Autoconhecimento, Psicoterapia, Saúde Mental
autoconsciência

A autoconsciência por definição nos leva a promover uma reflexão geral interna que se assemelha diretamente à ideia do autoconhecimento, pois desenvolve nossos processos de reconhecimento pessoal, especialmente no campo emocional, de maneira muito efetiva.

Esse exercício de olhar-se internamente estimula um grande aprendizado sobre a consciência própria, gerando aquilo que chamamos de inteligência emocional, uma vez que identificamos as emoções e ganhamos considerável poder sobre elas e seus mecanismos.

Neste artigo, você terá acesso a mais informações sobre a necessidade de realizar seus próprios diálogos internos e, para além disso, irá aprender maneiras de buscar a compreensão de sua consciência pessoal de forma satisfatória e completa.

Perceba, aqui, a infinidade de possibilidades para alcançar uma melhor interpretação pessoal e aproveite para começar seu processo interno.

É importante compreender as particularidades dos pensamentos e sentimentos diários para que possamos observar como essas emoções nos afetam e, através disso, elaborar comportamentos alternativos que impactem positivamente o nosso cotidiano.

 

O que é autoconsciência emocional?

Quando falamos de desenvolvimento próprio, é natural nos questionarmos sobre o que é autoconsciência e, através disso também, o que podemos entender sobre a autoconsciência emocional.

Para estabelecer o sentido completo da expressão, vamos fragmentá-la de maneira clara: auto refere-se a algo que vem de si mesmo, enquanto consciência conceitua a percepção ou o conhecimento sobre algo. Assim se cria o significado de autoconsciência.

Dessa maneira, a autoconsciência emocional define-se através da reflexão sobre como as emoções afetam nossos comportamentos e, inclusive, como percebemos mudanças nelas de acordo com os contextos externos.

A autoconsciência envolve manter-se ativamente pensante sobre seus próprios sentidos, focando sempre na própria consciência e seu reflexo comportamental.

Benefícios da autoconsciência emocional

 

Quais os benefícios que a autoconsciência oferece?

Os benefícios que a autoconsciência oferece carregam um peso muito grande na qualidade de vida, especialmente daqueles que enfrentam questões como: ansiedade, constância de sentimentos ruins ou questionamentos autodestrutivos.

Isso acontece porque toda reflexão exige identificar emoções e, através delas, perceber mudanças em nossas relações com as pessoas e coisas.

Esse é um processo de permitir-se olhar internamente e fazer a manutenção daquilo que não encontra-se em ordem, melhorando nossa própria avaliação dos fatos e tornando a demonstração de sentimentos mais compreensível e cristalina.

Então você se pergunta: é possível desenvolver a autoconsciência? 

Com certeza! Desenvolver isso é possível, mas exige prática e aprendizado, além de reflexões livres de críticas e pré julgamentos. Somente um olhar sincero e cuidadoso vindo de si mesmo pode gerar mudanças decisivas e um bem-estar pleno.

 

Qual a importância da autoconsciência?

A importância da autoconsciência está justamente na possibilidade de expandir seus próprios conhecimentos sobre alguém que nem sempre é alvo dos seus pensamentos: você mesmo.

Exercitar o olhar para si otimiza suas escolhas e provê mais sentido à maneira de levar a vida, posto que focaliza totalmente nas suas questões internas.

Além disso, com as tecnologias de hoje e a visão imediatista que colocamos sobre as coisas, acabamos esquecendo de tirar um tempo para estabelecer nosso equilíbrio emocional, sendo que buscar pelo desenvolvimento da autoconsciência é perfeito para isso.

 

13 Dicas Para Desenvolver Autoconsciência Emocional

1. Estude sobre, informe-se

O primeiro passo para estabelecer as mudanças almejadas é o conhecimento. Pesquise sobre o tema, procure ler sobre as bases da consciência emocional e como traduzir os seus próprios sentimentos através de uma leitura intrínseca.

Atualmente, existem artigos e livros que discorrem sobre a autoconsciência de maneira muito ampla e heterogênea, usando de linguagens variáveis, o que otimiza a compreensão do tema e impulsiona a busca dos leitores pelo processo.

O mundo da internet, também, já carrega inúmeros artigos cuja temática se ramifica para vários campos de atuação, então desfrute dessas grandes variações para aumentar seu repertório sobre o assunto, facilitando e aprofundando seu entendimento sobre.

Além disso, compartilhe e divida com conhecidos essas fontes, porque o câmbio desse tipo de conhecimento é de extrema relevância para fortalecer vínculos e relações.

2.  Atente-se aos seus padrões de comportamento

Todo ser humano carrega consigo padrões de comportamento e crenças que podem impactar sua consciência positivamente ou negativamente. Observe suas atividades e a forma como lida com as situações diárias, tentando ao máximo identificar esses padrões.

Diariamente, enfrentamos situações que podem gerar desconforto, desânimo ou até inquietação, que são sentimentos que exigem mais do nosso consciente. Por isso, é muito importante notar como reagimos a eles e se temos constituído algum escape.

Isso aguça novos sentidos e ajuda na sua própria percepção, além de, futuramente, colaborar na manutenção de sentimentos desagradáveis e reações impulsivas.

Reflita sobre o seu ato de pensar e examine se os seus mecanismos funcionam de forma eficiente ou se, talvez, outros padrões de comportamento poderiam ser mais úteis para a sua autoconsciência.

3. Dialogue com amigos, familiares e conhecidos

A troca com outras pessoas pode proporcionar muito apoio ao longo dessa jornada. Utilize a perspectiva de amigos ou familiares para somar no seu crescimento consciente.

Questione-os sobre seus olhares referentes ao seu comportamento durante a convivência.

Perceba que existirão divergências e pensamentos afins, pois trata-se de visões externas sobre o seu eu. De qualquer forma, analise essas perspectivas e filtre cada uma delas de maneira assertiva.

Absorva somente as leituras que forem complacentes com sua análise ou que complementem ela de maneira positiva, pois lembre-se: o seu processo exige um olhar cuidadoso e acolhedor, logo opiniões alheias precisam se somar e não o contrário.

Percepções de outras pessoas podem causar muitos sentimentos também, então mantenha em mente que somente você conhece seus limites e razões emocionais. Ter acesso a outras perspectivas é essencial para fortalecer suas percepções, apenas.

4. Crie metas pessoais

Iniciar o processo de desenvolvimento da autoconsciência emocional pode não ser uma tarefa fácil, portanto, na busca de facilitar o seu caminho, trace metas pessoais: comece com pequenas e de acesso descomplicado, deixando espaço para aprimoramento.

Escreva e deixe-as de maneira visível em algum espaço do seu dia a dia. Elas servirão como impulsionamento e, também, como um termômetro perante as suas escolhas diárias. Utilize essa lista como sua aliada!

As metas podem variar ou se alterar ao longo do tempo, mas suas criações ajudarão na percepção de mudanças reais, o que irá gerar incentivo e potencial para alcançar seus objetivos.

E lembre-se: elas devem funcionar como ajudantes para chegar no destino do seu projeto e não como agentes de ansiedade. Portanto, trabalhe em cima do que você sabe que dará conta, sem exageros ou objetivos inalcançáveis. Seja realista.

5. Estabeleça um ambiente seu

Conectar-se consigo mesmo é uma tarefa que pode ser facilitada em um ambiente propício. Sendo assim, busque elaborar um cenário agradável para as suas reflexões, ainda que singelo ou pequeno.

Crie um espaço só seu, onde tudo favoreça o seu pensamento e foco interno. Isso encoraja a desconexão com suas demandas diárias e tarefas não concluídas, uma vez que retorna toda a sua atenção para o seu eu.

Aproveite esses momentos sozinho para afastar-se das redes ou de aparelhos como a televisão e o celular. Utilize, realmente, o espaço para focar em si mesmo e nas suas demandas emocionais, testando sua atenção mais plena.

6. Exercite sua memória e reflexão diária

Para praticar de forma produtiva o empoderamento da sua inteligência emocional, também se faz necessário trabalhar a sua memória emocional: repassar como sentiu-se ao longo dos dias, observar suas alternâncias de humor nos espaços, temperamento e outros.

Retomar esses sentimentos e conflitos enfrentados em um dia pode soar muito cansativo e desmotivador, mas não encare dessa forma! Pensar sobre esses resquícios emocionais é um  crescimento e uma reflexão profunda sobre suas questões pessoais.

Uma maneira muito dinâmica de se fazer isso é através da meditação: reserve quinze minutos diários para exercitar o saber e retomar suas frequências emocionais do dia. Isso causará certa leveza, além de evitar eventuais esquecimentos durante a rotina.

7. Tome nota sobre suas descobertas

Mesmo com uma rotina de trabalho, estudos e atividades cotidianas, é interessante observar e registrar o seu processo. Anotar questionamentos, angústias, registrar momentos de felicidade, conquistas e afins também é um exercício de memória.

Além de manter suas ideias constantes, cria-se também um espaço de registro, como um diário, onde seu crescimento fica evidente e de fácil acompanhamento. No início pode parecer complicado, mas com a prática o seu desenvolvimento ganha fluidez.

Importante garantir que o material escrito permaneça acessível a todo momento, uma vez que assim será criado uma espécie de rotina de escrita. Ademais, lembre-se de consultar sempre esse espaço na busca de refletir sobre seus próprios avanços.

Essa retomada também é essencial para a criação de novas estratégias futuras, afinal a autoconsciência emocional exige constante manutenção na forma de ver o mundo ao seu redor. Utilize esse momento de análise para criar novos olhares.

8. Examine e analise seu processo interno

Tenha em mente que conhecer o comportamento das suas emoções e do seu sentir são aspectos que podem agregar muitas habilidades no desenvolvimento emocional. Sendo assim, se atente em como as situações te afetam e como você reage a cada uma delas.

Viver em sociedade nos proporciona trocas em diversos espaços, com pessoas diferentes e isso deve ser seu objeto de estudo e reflexão principal. Nossas reações às coisas e às pessoas se diferem muito, então procure por essas diferenças.

O que te faz sorrir? Por quê? Revise a maneira como o mundo se relaciona com você e como você corresponde a isso. Talvez assim consiga descobrir facetas nunca antes exploradas.

Essa análise também se dará ao longo dos seus processos de registro, mas procure realizar isso em momentos reativos também. Tal prática pode colaborar no controle de ações impulsivas ou até de ordem aflitiva.

Manter o controle nem sempre será possível, entretanto ter esse ritmo de autoanálise constante pode colaborar com seus desenvolvimentos e aprendizados internos.

9. Tudo no seu tempo!

Respeite seu próprio tempo. Durante suas pesquisas e conversas com outras pessoas que também buscam sua autoconsciência emocional, certamente, você encontrará diversos ritmos e escolhas estratégicas feitas por elas. Não se assuste.

Desenvolver uma autoconsciência já carrega no nome o motivo pelo qual não se deve buscar influência em processos alheios: trata-se de uma trajetória pessoal, de elaboração própria. O tempo, os métodos e táticas devem ser traçados por você.

Através disso, não se preocupe em ser rígido com a duração ou com os meios pelos quais você pretende realizar sua jornada, esse processo deve ser qualitativo, isto é, não deve ser atrapalhado pela pressa de gerar resultados.

Por ser algo profundo e pessoal, compreenda também que pode se tornar algo longo, digno de paciência e autocuidado. Então, sempre mantenha em mente suas limitações, mas também seus objetivos.

10. Converse com quem está na mesma caminhada

O processo de criação da autoconsciência pode ser muito solitário e maçante, por exigir tantos ciclos de pensamentos e reflexões internas. Apesar disso, é possível perceber que há inúmeras pessoas estudando e se submetendo a mesma caminhada.

Encontre essas pessoas e converse sobre seus mecanismos. Desabafar sobre suas dificuldades ou, simplesmente, ouvir que outras pessoas passam pelas mesmas situações que você pode causar um grande alívio, além de muita identificação.

Certamente, esses diálogos servem para saber que não se está sozinho e que, por mais difícil que seja lidar com as nossas questões mentais de vez em quando, há quem consiga passar por isso, logo você também irá conseguir.

Seja aberto a esses diálogos e, através deles, encontre sua motivação para continuar tentando.

11. Saúde mental e física conversam

A reflexão constante sobre seus alcances e conquistas causam incentivos, mas é importante selecionar um tempo para a prática de determinada movimentação física. Essa tem o poder de abrir novos espaços na mente, além de liberar toda a energia acumulada.

O pensar, o sentir e o refletir sobre isso é de extrema relevância, mas perceba que mudar seus cenários e suas atenções para algo mais físico pode colaborar com o desenvolvimento de ideias, inclusive com a projeção delas.

Sentimentos projetados no esforço físico, no gasto potente de energia, podem liberar muitas emoções. Use isso ao seu favor e equilibre o emocional com o seu corpo. Escolha uma atividade de sua preferência, que cause prazer, para acessar essa liberação total.

12. Pratique o olhar empático

Saber reconhecer o outro dentro dos seus contextos e, com isso, aprimorar o seu olhar para dialogar com ele sem resquícios de violência é um exercício de convivência muito bom de ser explorado.

Controlar impulsos é um pouco complicado, especialmente quando projetamos ele para as pessoas ao nosso redor. Contudo, para a criação de uma harmonia interna e externa com o seu consciente, essa é uma tarefa indispensável de se realizar.

Certamente, não será em todos os momentos que o autocontrole se elevará, mas somente a iniciativa de tentar já demonstra grandes avanços na direção de uma autoconsciência emocional fortalecida.

13. O pensar no agora

Neste último tópico é importante exercitar a nitidez de suas ideias. Entenda que pensar demais no futuro das coisas pode exigir muito mais do que a nossa compreensão, uma vez que lida com inúmeras possibilidades que nem sempre temos controle.

E, para além disso, pensar demais nas situações que já passaram, pode prejudicar o seu olhar para o agora. Definir problemas passados para gerar soluções futuras, é uma boa tática. Entretanto, situações passadas não podem se tornar meios paralisantes.

Observe o tempo como fluido e atente-se no que te cerca momentaneamente, pois só o cenário atual que demanda as suas escolhas imediatas, o que passou não, sequer o que há de chegar.

Pensando nisso, mantenha sua mente conectada com o momento atual e todo o contexto que ele carrega. Providencie um olhar mais dinâmico, porém incisivo que permita ter ideias mais nítidas e produtivas no momento certo.

Autoconsciência e a inteligência emocional

 

Autoconsciência e a inteligência emocional

A autoconsciência e a inteligência emocional dialogam no que diz respeito à análise e utilização das próprias emoções em favor pessoal. A primeira relaciona-se a prática de leitura interna e reconhecimento dos sentimentos.

Ela estabelece a reflexão desse repertório emocional, observando seus padrões e gatilhos, enquanto a segunda usa desse conhecimento bem desenvolvido para administrar as emoções da maneira mais saudável e efetiva possível.

A autoconsciência encontra-se inserida na habilidade que é a inteligência, podendo agregar e desenvolver mais profundamente o lado comportamental, sentimental e ideal que já obtemos.

Pessoas que conseguem atribuir as potencialidades para uma autoconsciência bem estruturada, conseguem se relacionar de maneira mais saudável e plena, uma vez que suas capacidades englobam pensar em si, no outro e na relação como um todo.

Quase todas as ações desses indivíduos tornam-se conscientes e nítidas, algo que otimiza sua atuação nos espaços e melhora sua leitura externa, consequentemente.

O olhar empático, somado à adaptabilidade pessoal e à leitura cuidadosa dos outros tornam-se pilares resistentes para a criação de uma inteligência emocional categórica e agradável para quem convive com alguém autoconsciente.

A busca por esse paralelo entre a consciência e a inteligência emocional é de interesse geral, porque evocar tais diálogos internos torna as pessoas mais estratégicas e sociáveis.

Essas características são indispensáveis para quem pretende ocupar bons cargos ou, simplesmente, buscam por uma convivência social plena e agradável.

 

Psicoterapia para trabalhar a autoconsciência emocional

A psicoterapia pode ser o melhor espaço para trabalhar a autoconsciência emocional, pois é nesse ambiente que, através do diálogo e da conversa guiada, cria-se uma atenção maior para as emoções e suas origens.

Mesmo usando de uma boa disponibilidade de tempo para criar reflexão em cima das próprias decisões, reações e emoções, uma perspectiva externa tem um olhar cuja nossa consciência não tem acesso, fazendo com que essa seja de um valor específico.

Permitir que o psicoterapeuta estabeleça pontes com o seu subconsciente, crie conexões e diferentes abordagens para provocar o seu desenvolvimento pode ser algo extremamente positivo no seu processo individual.

A autoconsciência, por ser elaborada e explorada de maneira interna, necessita de frequentes estímulos e olhares internos que, muitas vezes, somente com um auxílio de algum profissional podemos atingir um conhecimento mais proveitoso.

O profissional encarregado tem contato com questões de mais ou menos impacto e, através disso, consegue ajudar o paciente a manter sua energia focalizada naquelas que realmente são relevantes, otimizando sua autoanálise.

Além de ter as ferramentas corretas para estabelecer o acompanhamento ideal, o profissional também se torna a peça chave para facilitar o diálogo interno e tornar ele parte de uma rotina, ainda que de forma imperceptível, na vida de seu paciente.

Escolhas assertivas, construtivas e estratégicas podem nem sempre surgir intrinsecamente no nosso cotidiano. Se faz necessário manter uma atenção exacerbada para a resolução de problemas, desenvolvimento pessoal e acompanhamento do mundo.

São informações demais e muitos detalhes que tendem a passar completamente despercebidos no momento. Esses, mais tarde, podem retornar em forma de problemas mal resolvidos ou questões soltas, por isso a necessidade de um olhar minucioso e treinado.

Hoje, ainda encontra-se muita resistência na busca por um auxílio psicoterapêutico, mas é importante notar aqui tamanho crescimento encontrado em espaços propícios ao exercício do pensar e, também, no ato de refletir sobre o que foi pensado.

Um profissional aliado permite abrir mais portas do que o esperado, além de facilitar a própria tradução de emoções e sentimentos que, quase sempre, se apresentam como incógnitas para os pensantes.

Sendo assim, realizar o seu processo de autoconsciência emocional dentro da psicoterapia é muito benéfico, além de saudável e responsável, pois cria mais objetividade e concretude nas escolhas relacionadas ao seu subconsciente.

A Psicotér conta com profissionais especializados que podem te ajudar nessa jornada em busca da autoconsciência e bem-estar. Não deixe sua saúde mental de lado. Fale conosco e agende sua avaliação bônus!

Lisiane Duarte – CRP 07/12563

Psicóloga e Diretora Técnica da Psicotér

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