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Como Controlar a Raiva: 9 Maneiras de Lidar com esse Sentimento

Publicado em 2 de setembro de 2021
Categoria: Bem estar, Comportamento, Estresse
Como controlar a raiva

Nossos sentidos e emoções costumam carregar grande peso na maneira como interagimos com o mundo, sejam eles bons ou ruins.

Isso porque esses sentimentos interferem diretamente em nossos comportamentos e, principalmente, na forma como reagimos às coisas e às pessoas.

Quando nos encontramos em desequilíbrio emocional, com problemáticas que causam angústia, desespero ou ansiedade, podemos desenvolver gatilhos que acabam expondo essas emoções de forma explosiva. 

Além disso, muitas situações em que nos colocamos, e que nos colocam, no dia a dia, também podem se somar a essa manifestação súbita de emoções, piorando a forma como nos portamos perante as coisas.

Esse comportamento agressivo, baseado em reações impulsivas, é natural quando nos encontramos em ambientes de alto estresse.

Contudo, dependendo da constância que enfrentamos situações assim, ele pode acabar se tornando mais recorrente, criando ambientes desagradáveis de se estar, tanto para nós mesmos, quanto para as pessoas com as quais convivemos.

Dessa forma, neste artigo você encontrará formas mais saudáveis de enfrentar esses padrões de comportamento e pensamentos autodestrutivos, interpretando suas emoções e desenvolvendo melhor sua consciência.

Aprenda a como se controlar na raiva e entenda melhor a origem desse sentimento, lidando melhor com seu funcionamento e sua intensidade.

 

O que é a raiva na psicologia?

A raiva, na psicologia, é interpretada da seguinte forma:

Um sentimento completamente natural, de sentido reativo a algo ou alguém, que se define através de possíveis frustrações, mágoas ou sensações de ameaça.

Por exemplo, quando alguém nos provoca, utilizando de deboche ou piadas para causar um mal-estar emocional, temos fortes tendências a responder com agressividade ou certa fúria.

Isso acontece, porque esse sentimento de raiva engatilha em nós, seres humanos, fortes mecanismos de reação e defesa, aspectos esses que servem para combatermos situações desconfortáveis sem executar tanto o pensamento.

No entanto, dependendo da situação que nos encontramos e da constância que realizamos essas explosões, desconfortos podem ser gerados em pessoas ao nosso redor, criando um cenário tóxico e de péssima convivência.

Dito isso, é natural nos questionarmos sobre como controlar ataque de raiva e, para além disso, como se livrar da raiva de uma forma efetiva, buscando causar menos danos às pessoas que precisam lidar com esse sentimento, incluindo você mesmo.

Todavia, antes de partir para táticas de controle emocional e entender como controlar a raiva excessiva, é preciso compreender de onde ela vem.

Buscar, em suas vivências diárias possíveis cenários que possam engatilhar esse tipo de atitude e, além disso, o motivo pelo qual você possa sentir raiva de uma pessoa e/ou situação.

Ter esses aspectos claros e bem enraizados na mente facilitam uma compreensão consciente sobre suas ações, porque depois que o momento de irritação passa, fica somente o transtorno de culpa, arrependimento e até a vergonha.

Nessas horas, é de extrema importância recuperar a razão, buscando refletir sobre as causas e as consequências do seu comportamento, tentando medir o tamanho dos danos internos e externos gerados no momento.

Uma vez constatado que esse transtorno explosivo é recorrente e motivador de inúmeros conflitos, é importante procurar formas de combatê-lo saudavelmente e de forma alternativa, para melhorar a própria qualidade de vida e a de quem se relaciona.

Existem inúmeras formas de aprender a como dominar a raiva, trabalhando seu cérebro para afastar pensamentos indesejados sem prejudicar suas atividades do cotidiano e melhorando totalmente a sua qualidade de vida.

Entretanto, é sempre importante ressaltar que, ainda com a existência de estratégias facilitadoras desse processo de amenização da raiva, somente com um acompanhamento de psicoterapia será possível, efetivamente, lidar com o problema.

A psicoterapia tem a capacidade ideal para guiar o indivíduo no processo de enfrentamento dessas questões emocionais, ensinando-o de um jeito acessível a como controlar a raiva excessiva sem sentir tanta culpa ou vergonha de suas atitudes.

Como saber se você tem problema de raiva?

Para saber se você tem problemas de raiva é preciso se atentar a dois aspectos principais: suas reações psicológicas e físicas.

Quando estamos passando por um momento de descontrole total de nossas emoções, temos tendência a executar inúmeros pensamentos ao mesmo tempo, ficando muito vulneráveis física e emocionalmente.

Pensar em muitas coisas ao mesmo tempo pode causar forte sensação de exaustão, afinal elas carregam um peso enorme em nosso psicológico, além de deixarem rastros por onde quer que passem.

Além disso, ao passar por um pico de intensidade emocional, tendemos a não conseguir administrar a quantidade de pensamentos e sentimentos que nos atingem, fazendo com que nosso comportamento seja agressivo e baseado em muita ira.

Esse padrão afasta tudo e todos ao nosso redor, especialmente quando é projetado em nossas ações.

Sendo assim, nossa consciência acaba influenciando, paralelamente, o jeito como nos portamos na hora deste pensamento obsessivo, fazendo com que demonstremos sinais de raiva.

Esses sinais incluem duas vertentes principais: efeitos que duram a longo prazo ou a curto prazo, que seriam aqueles momentâneos, passageiros.

Efeitos a longo prazo, geralmente, são aqueles mais graves, que desencadeiam fortes crises de pânico, enjoos, fadiga, enxaquecas e tentativas de escape, como abuso de substâncias tóxicas, drogas e álcool, engatilhados pela depressão ou ansiedade.

Enquanto isso, efeitos a curto prazo se referem àqueles que podem ser identificados no momento de raiva excessiva, quando a respiração se torna mais acelerada, punhos ficam cerrados, ocorre menção à violência e elevação da voz.

Através desses comportamentos é possível perceber se há tendências pessoais de descontrole da raiva ou se não são apenas sentimentos comuns que todo ser humano enfrenta ao longo dos seus dias.

É importante ressaltar: o sentimento de raiva, assim como inúmeros outros que lidamos diariamente, é completamente comum. A anormalidade está no descontrole desse sentimento e na maneira agressiva que ele pode ser projetado para o mundo.

De qualquer forma, lidar com esses sentimentos negativos, ainda que comuns, pode ser um processo maçante que, ao lado de um profissional, pode se tornar mais proveitoso e leve.

Como saber se você tem problema de raiva

 

Quais os problemas em não controlar crises de raiva?

Os problemas em não controlar a raiva, geralmente, estão ligados às relações que estabelecemos com os outros e com nós mesmos, por isso se faz muito importante o exercício de autocontrole.

As questões das pessoas com raiva costumam aparecer em suas relações interpessoais, porque toda a ira que as cercam causa grandes danos a quem procura ajudar ou, simplesmente, se aproximar delas.

Esse descontrole cria um ambiente tão desagradável entre as pessoas, que elas preferem se afastar, em uma tentativa de fugir da agressividade de seus conhecidos.

Além disso, problemas mais graves podem ser descarregados por conta dessa raiva excessiva, como:

  • Depressão, uma vez que lida com sentimentos de culpa e vergonha, após os atos de explosão;
  • Ansiedade, porque gera certa aceleração durante os momentos de raiva, causando transtornos internos e acumulando diversas emoções ao mesmo tempo;
  • Cansaço físico/sono recorrente, pois o descarrego emocional exige muito fisicamente, especialmente se incluir alguns dos sintomas anteriormente citados, como enjoo, tensão física e suor excedente;
  • Violência. A pessoa que não sabe como controlar a raiva e o estresse pode acabar encontrando uma maneira violenta de se comunicar, ainda que verbal.
  • Problemas cardíacos, uma vez que as exigências físicas durante um ataque de raiva incluem, também, elevação ex
  • Problemas gastrointestinais, já que enjoos por conta de nervosismos se tornam ainda mais constantes  com o sentimento de raiva insistente;
  • Perturbação do sono, que também pode abranger a ansiedade, porque acontece baseado na grande agitação da pessoa.

 

9 Dicas de como controlar a raiva

Até aqui, podemos perceber que lidar com certos sentimentos pode ser um grande desafio para se enfrentar sozinho, mas não desanime! Queremos te mostrar que é possível adotar estratégias básicas para facilitar a convivência e o bem-estar próprio.

Acompanhe abaixo algumas dicas para aprender a como controlar crise de raiva:

1. Autoconsciência emocional

A autoconsciência emocional permite que você observe suas próprias ações baseadas no seu padrão de pensamento e em como suas emoções te atingem no cotidiano.

Iniciar esse processo de olhar interno é essencial para produzir autoconhecimento e, para além disso, compreender as motivações do seu comportamento.

Observar as razões pelas quais você age de uma maneira específica é fundamental para começar a enfrentar o problema de raiva constante, porque assim se torna possível encarar essa questão de frente.

Desenvolver a autoconsciência emocional cria um diálogo interno entre seus sentimentos, te obrigando a observá-los de maneira profunda, compreendendo suas origens.

Isso é importante, porque ao questionar-se: como controlar surtos de raiva? As possíveis respostas aparecerão muito mais rapidamente, te ajudando, também, nos gatilhos que possam surgir.

2. Identificação

Identificar se a manifestação dos seus sentimentos vem da raiva é essencial, especialmente durante o desenvolvimento da autoconsciência emocional. Isso porque essas manifestações podem surgir de forma velada e/ou disfarçada no dia a dia.

Quando entramos em combate com nossas emoções, algo comum quando sentimos frustração, medo ou raiva, temos dificuldades de compreendê-las de forma clara.

Sendo assim, precisamos tomar nosso tempo e olhar, com seriedade e calma, através desses sentimentos, procurando neles as respostas para possíveis comportamentos agressivos e nocivos.

Isso é um processo muito importante e que se torna mais fácil com o tempo, através da observação comportamental durante conversas, períodos de convivência e até em pensamentos que surgem em períodos de solidão.

Sintomas físicos nesses momentos também têm grande peso em possível diagnóstico prestado por um profissional, posteriormente. Atente-se a eles também.

Dessa forma, para aprender a controlar impulsos de raiva, é preciso atentar-se a esse período de identificação, especialmente se estiver com dúvidas sobre como se portar perante as pessoas.

A manutenção das suas atitudes só podem ser realizadas com sucesso através do ajuste daquilo que você identificar e reconhecer, mais ninguém.

Para efetivar essas mudanças, atingir uma satisfação maior consigo mesmo e, assim, descobrir como se controlar na hora da raiva, é crucial manter consultas periódicas e constantes com um profissional psicoterapeuta.

Por quê?

Ainda que suas mudanças comportamentais e emocionais só dependam de você e do seu processo de reconhecimento pessoal, um profissional capacitado é o responsável por criar a ponte dessa trajetória.

Sendo assim, manter-se em terapia colabora, não só com a aceleração dessa evolução, mas também na ajuda da percepção de que essas mudanças são necessárias.

3. Depois de identificada, busque pelas fontes principais

Depois de identificar seu comportamento e a insistência de sentimentos voltados para a raiva, você precisa dar mais passos para trás, buscando a origem dessas manifestações.

Já observamos que ambientes carregados de estresse, especialmente ao longo do período de crescimento, podem gerar inúmeros problemas emocionais dignos de nossa atenção.

Entre eles está a ansiedade, o pânico, a raiva e muitos outros que geram dificuldade na forma como nos relacionamos com o mundo.

Compreender os gatilhos dessas problemáticas é um caminho mais trabalhoso, pois exige análises profundas por parte da pessoa que lida com eles cotidianamente e do profissional que a acompanha neste caminho.

Entretanto, não é de se desanimar! 

Olhar para trás pode ser cansativo e, eventualmente, confuso, porque nem sempre carregamos total lucidez sobre nossas ações.

Contudo, é importante exercitar isso, já que  para descobrir como controlar impulsos de raiva precisamos ter grande consciência sobre nossas ações, além de compreender esses impulsos e, também, seus gatilhos.

Ambientes hostis, violentos, ansiogênicos e estressantes já nos estimulam a ter compreensões meio turvas da realidade, porque nos provocam e pesam em nossa consciência, algo que nos guia a ter reações agressivas.

Evitar esses espaços pode criar um alívio instantâneo para a cabeça, uma vez que afastará os gatilhos e as pressões externas que podem estar nos empurrando para esses sentimentos negativos.

4. Sinais físicos – comece por eles!

É necessário compreender nossa estrutura física como um sistema complexo que se interliga em muitas partes, onde a cabeça fala com o sistema geral e vice versa.

Nossa emocionalidade tem total reflexo no comportamento físico dessa máquina que chamamos de corpo e, por conta disso, acabamos vivenciando vários sintomas físicos relacionados aos nossos sentimentos.

Quando estamos apaixonados, por exemplo, e vemos a pessoa pela qual sentimos forte atração, observamos uma resposta corporal instantânea: coração acelerado, mãos inquietas, boca seca, entre outros aspectos.

Isso ocorre porque nosso corpo acaba por traduzir aquilo que sentimos inconscientemente, ainda que de forma sutil, eventualmente.

Há, entretanto, emoções que são traduzidas de maneira mais exagerada e intensa. Essas nem sempre são saudáveis para quem sente e para quem está por perto no momento em que elas se manifestam.

A raiva é uma delas.

Os sintomas físicos desse sentimento podem incluir muitos fatores: dores de cabeça, punhos cerrados, suor insistente, aceleração dos batimentos cardíacos, expressões de desagrado, elevação no tom de voz e postura de ataque constante.

Observar esses comportamentos e estar persistentemente atento a eles, pode ser uma boa maneira de começar o processo de como aprender a controlar a raiva.

Nem sempre será possível controlar esses impulsos de primeira, mas buscar ao máximo regular o tom de voz e comportamentos que possam atingir o próximo, pensando empaticamente, pode ser uma boa saída.

Focar nesses sintomas físicos também ajudará no processo de autoconhecimento, fazendo com que você ganhe tempo para elaborar táticas para fugir de pensamentos agressivos e autodestrutivos, em parceria com seu psicoterapeuta.

5. Pensando em sinais físicos, que tal focar na sua respiração?

Ainda que soe muito repetitivo falar sobre respiração nos dias de hoje, esse ainda é um mecanismo forte para trabalhar o autocontrole e oxigenação do cérebro.

Quando falamos sobre como controlar a raiva extrema, estamos comentando sobre um sentimento muito intenso que descarrega energia considerável em nós mesmos e nas pessoas que nos cercam.

Dessa forma, ao buscar um controle respiratório,  nós consequentemente voltamos a atenção para esse processo e, geramos assim, uma espécie de distração do momento de raiva para um olhar mais interno.

O ato de respirar profundamente estabelece também mais oxigênio para o cérebro, o que diminui consideravelmente os batimentos acelerados e produz maior alívio nas tensões corporais geradas pelo sentimento negativo.

Assim, quando tratamos de como controlar explosões de raiva ou, simplesmente, como lidar com a raiva num geral, cuidar da respiração no momento certo pode ser um facilitador.

Além disso, você ainda pode realizar exercícios de respiração orientados pelo seu psicoterapeuta. Esses profissionais possuem acesso a inúmeras estratégias práticas sobre isso e elas podem colaborar com seu tratamento.

6. (Re)pense para se reconectar

Melhorar a sua perspectiva sobre as coisas é uma boa alternativa quando enfrentamos o questionamento de como controlar a ira.

Muitas vezes, temos a tendência de observar somente o nosso lado da situação, esquecendo que somos responsáveis por uma vida social, onde todos ao nosso redor também carregam suas questões pessoais.

Quando queremos tratar sobre como controlar a raiva excessiva, precisamos nos ligar a uma perspectiva geral de nossas ações:

Como minhas atitudes atingem o coletivo? As pessoas se sentem confortáveis ao meu redor? Eu apresento um ambiente agradável para mim e para as pessoas com as quais me relaciono?

As respostas dessas perguntas devem funcionar como um estimulante para a mudança e não como uma constante cobrança que invalide suas tentativas de melhora.

Todo processo de como conter a raiva exige um olhar externo para que você possa se reconectar com suas atitudes e, consequentemente, com as pessoas que carregam importância na sua vida.

Sendo assim, refletir sobre como suas atitudes influenciam o meio que você se insere pode ser muito esclarecedor, além de, também, apresentar mais possibilidades para uma mudança comportamental.

Importante pensar, novamente, que esse “repensar” está ligado a um estímulo de crescimento e não a uma cobrança exagerada sobre mudança imediata.

Respeitar o próprio tempo e os seus limites é a exigência número um para aprender a como controlar sua raiva.

7. Controle a agressividade através de atitudes táticas

Comportamentos agressivos podem ser a bandeira vermelha para inúmeras relações.

Pense que essa hostilidade pode afastar imediatamente as pessoas do seu convívio e isso, além de solitário, pode ser muito desagradável para quem te cerca.

Para descobrir, então, como fazer para controlar a raiva é preciso considerar suas relações e como suas atitudes têm impacto sobre elas.

Através disso, o controle da agressividade no seu comportamento se torna um ponto chave para manter a sua companhia agradável para as outras pessoas.

Existem algumas formas de evitar esses comportamentos violentos, ainda que intrínsecos, no dia a dia.

Uma forma bem simples, mas sistemática de se fazer isso é através da análise de situações.

Por exemplo, durante uma briga com alguém, independentemente do espaço em que ambos estejam, é aconselhável pedir um momento para se retirar do local, em uma tentativa de respirar e evitar maiores discussões.

Arejar ideias e pedir espaço para alguém nunca é problemático. Às vezes, precisamos digerir informações e pensar melhor sobre como colocar nossa visão sem soar agressivo ou hostil.

Não há vergonha alguma em organizar pensamentos, ao contrário, esse é um sinal forte de maturidade emocional que colabora e muito na descoberta de como controlar a raiva.

8. Controlar não é se reprimir, procure se expressar

Se expressar de maneira agressiva, muitas vezes, pode partir de uma constante repressão de sentimentos negativos, uma vez que certas pessoas possuem fortes tendências em esconder ou não conseguir falar sobre suas emoções abertamente.

Abafar aquilo que brota e se ramifica constantemente dentro de si pode ser problemático em muitas instâncias, uma vez que acumula pensamentos e sentimentos que, certa hora, vão transparecer de maneira intensa e desenfreada.

Por isso, quando se questionar: como controlar a minha raiva?, procure observar se você tem se expressado de maneiras alternativas, se costuma esconder sentimentos e, além disso, se possui abertura com as pessoas para falar sobre suas opiniões.

Diálogo é a base desse conhecimento, porque se você sentir que não tem abertura com ninguém para se expressar, algum comportamento pode estar bloqueando essa conversa e falar sobre isso é o caminho mais produtivo.

Quando falamos em como controlar a raiva e a ansiedade, também tocamos no aspecto da troca e em como realizar a manutenção dela para que tanto o seu psicológico, quanto o das outras pessoas, não fiquem sobrecarregados.

Se você acreditar que a fala pode não ser a melhor opção, escreva sobre seus sentimentos, faça uma pintura, procure por representações na arte, na música ou afins.

Lembre-se que a importância está na comunicação dos seus sentimentos e no exercício de levar isso para as pessoas ao seu redor.

9. Coloque sua mente e seu corpo para dialogar: se exercite!

A raiva é um sentimento carregado de muitos resquícios negativos do nosso cotidiano. Como já tratamos anteriormente, o nosso corpo e a nossa mente encontram-se em sintonia. Tudo que se passa com uma das partes, reflete na outra.

Sendo assim, passar por um período estressante e cansativo emocionalmente pode gerar reações físicas muito claras.

Ao colocarmos nossa cabeça alinhada com nosso corpo, isto é, ao ativar ambos de maneira produtiva e saudável, conseguimos criar uma espécie de harmonia, em que os resquícios negativos antes presos, agora podem ser eliminados totalmente.

Fazer exercícios regularmente libera a energia acumulada, tanto psicologicamente, quanto fisicamente.

Quando falamos em como controlar a raiva na tpm, por exemplo, a atividade física pode ser uma grande aliada, já que acelera a produção de hormônios que geram um sentimento de satisfação e prazer.

Ficar parado é como se muito do que você carrega diariamente se mantivesse ali, sem circular e liberar espaço, sendo que todo sentimento e pensamento precisa de espaço para ser bem elaborado.

Sendo assim, procure alguma atividade que te proporcione prazer, ainda que não seja de grande impacto. Ela certamente irá realinhar suas estruturas mais do que você imagina, além de colaborar com uma melhora na sua qualidade de vida.

 

Psicoterapia para aprender a lidar com a raiva

psicoterapia para controlar a raiva

A psicoterapia é essencial para aprender a lidar com a raiva e ela pode ser usada como uma ferramenta aliada em todos os casos, de todas as idades.

Por exemplo:

Quando uma mãe pesquisa sobre como controlar a raiva na adolescência, é porque ela busca estratégias que colaborem com o comportamento do seu filho e, ainda que encontre boas táticas para isso, somente um profissional resolverá o problema.

Isso porque um psicoterapeuta encontra já na sua formação a melhor abordagem e os melhores meios de estabelecer um controle efetivo desse e de outros sentimentos negativos, voltando seu estudo sempre para a faixa etária correta.

Além disso, é em um consultório adequado, através da aplicação de exercícios intermitentes, que o profissional consegue acompanhar aquela pessoa de forma produtiva, sem interrupções externas e consegue retroalimentar a situação.

Falar sobre seus sentimentos e expor pensamentos já não é uma tarefa fácil para uma pessoa com comportamentos agressivos, então criar um ambiente aberto e seguro, voltado somente para isso, é crucial para um bom tratamento.

Amizades e familiares sempre serão peças fundamentais no crescimento e processo de mudança de alguém, mas somente um profissional capacitado exibe poder sobre como controlar a raiva, efetivamente, através da psicologia.

Ainda assim, esse é um trabalho a ser realizado em parceria, contando com a força de vontade pela mudança, mas também com a aceitação de falhar e com a coragem de tentar quantas vezes forem necessárias.

A psicoterapia e a aplicabilidade dessas dicas para controlar a raiva são processos que exigem tempo e compreensão, afinal mudanças não acontecem do dia para a noite e elas precisam de muito espaço para serem elaboradas.

Você sente que enfrenta problemas parecidos com sua raiva? Costuma reprimir sentimentos ou tem dificuldades para se expressar?

Saiba que nós da Psicotér contamos com uma extensa equipe capacitada para te ajudar nessas questões.

Converse conosco, agende uma consulta bônus e invista na sua saúde mental, ela não merece esperar!

 

Lisiane Duarte

Lisiane DuarteFundadora da Psicotér, CEO e Diretora Técnica, Psicóloga Cognitivo-Comportamental, completamente apaixonada pelo ser humano, realizada e privilegiada por poder participar da transformação de vidas. Experiência de mais de 20 anos de atuação clínica e empresarial. Psicoterapeuta individual e em grupo de crianças, adolescentes, adultos, idosos, casal e família, online e presencial, pós-graduada em Gestão do Capital Humano. Consultora de recolocação profissional desde 2003, capacitando e orientando profissionais em transição de carreira na busca de novas oportunidades. Também consultora em diversas empresas nacionais e multinacionais, nas diversas áreas de RH, atendimento e avaliação psicológica de profissionais.

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