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Falta de Desejo Feminino: Como Tratar a Baixa Libido

falta de desejo feminino

A questão da falta de desejo feminino é um tema complexo e muitas vezes subestimado, que afeta a qualidade de vida de inúmeras mulheres em todo o mundo.

A baixa libido pode surgir por uma variedade de razões, desde fatores psicológicos e emocionais até questões hormonais e de relacionamento. 

A compreensão desse fenômeno é crucial para abordar as preocupações de saúde sexual das mulheres de maneira holística e eficaz.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a falta de desejo feminino não é uma condição única, mas sim um sintoma que pode estar relacionado a diversas causas. 

As pressões sociais, o estresse do cotidiano, problemas de autoimagem e experiências traumáticas são apenas alguns dos fatores psicológicos que podem impactar a libido das mulheres. 

Além disso, mudanças hormonais, como aquelas associadas à menopausa, podem desempenhar um papel significativo na diminuição do interesse sexual.

Pensando nisso, hoje vamos falar sobre a falta de desejo feminino, buscaremos examinar de forma mais aprofundada as diversas facetas desse problema, oferecendo insights sobre como as mulheres podem abordar a baixa libido em suas vidas. 

Acompanhe o blog completo para não perder nenhum detalhe sobre a baixa libido feminina e todos os problemas que estão por trás disso!

 

O que é a baixa libido feminina?

A baixa libido feminina está relacionada à diminuição do desejo sexual em mulheres, manifestando-se como uma falta de interesse ou motivação para a atividade sexual. 

Este fenômeno pode ser influenciado por uma série de fatores, sendo uma experiência complexa que varia de mulher para mulher, afinal cada corpo e mente funciona de uma forma.

Em muitos casos, a baixa libido é multifatorial, resultando da interação entre elementos psicológicos, emocionais, físicos e ambientais.

Fatores psicológicos desempenham um papel significativo na baixa libido feminina. O estresse, a ansiedade, a depressão e preocupações cotidianas podem impactar negativamente o desejo sexual. 

A autoimagem e a autoestima também estão intrinsecamente ligadas, influenciando a forma como as mulheres percebem sua própria sexualidade.

Juntamente a isso, traumas passados, como abuso sexual ou experiências negativas, podem deixar cicatrizes emocionais que afetam a saúde sexual a longo prazo.

Além dos aspectos psicológicos, as mudanças hormonais desempenham um papel crucial na libido feminina. 

Eventos como a menopausa, gravidez e alterações nos níveis hormonais podem levar a uma diminuição no desejo sexual. 

Questões de relacionamento, como conflitos não resolvidos, falta de comunicação ou intimidade emocional, também contribuem para a baixa libido. 

A compreensão desses fatores é essencial para desenvolver estratégias eficazes de tratamento e suporte, promovendo uma abordagem holística para a saúde sexual das mulheres.

 

Como funciona o desejo feminino?

O desejo feminino é um fenômeno complexo e multifacetado que envolve uma interação entre fatores psicológicos, emocionais e fisiológicos. 

Ao contrário de uma visão simplista, o desejo sexual nas mulheres não é apenas uma resposta mecânica a estímulos físicos, mas é influenciado por uma variedade de elementos.

As emoções desempenham um papel fundamental, e a conexão emocional, a intimidade e a sensação de segurança em um relacionamento podem ter um impacto significativo no desejo feminino.

Os fatores hormonais também desempenham um papel crucial no funcionamento do desejo feminino. 

Mudanças nos níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, ao longo do ciclo menstrual, durante a gravidez ou na menopausa, podem afetar a libido. 

Além disso, neurotransmissores como a dopamina e a serotonina desempenham um papel na regulação do desejo sexual feminino. 

De forma geral, o desejo feminino é um processo dinâmico e multifatorial, influenciado por uma combinação única de fatores físicos e emocionais que variam de mulher para mulher e ao longo do tempo.

 

Principais queixas da falta de libido feminino:

Mulheres que experienciam a baixa libido podem apresentar diferentes queixas e reclamações relacionadas a isso. Listamos algumas para que você possa ter conhecimento: 

 

No casamento

A falta de libido feminino muitas vezes se reflete nas dinâmicas conjugais, sendo uma queixa frequente entre mulheres casadas. 

O desejo sexual descompassado pode gerar desconforto e frustração nos relacionamentos, impactando a intimidade emocional e física. 

Mulheres nessa situação frequentemente expressam preocupações sobre a discrepância entre seus próprios desejos e os de seus parceiros, destacando a importância da comunicação aberta e do entendimento mútuo para superar esse desafio.

Pode parecer simples, mas a falta de libido quase sempre acaba acarretando em fortes insatisfações no relacionamento, tanto para o homem, quanto para a mulher, ainda que o sexo não seja o centro de uma relação.

 

Na juventude

A baixa libido na juventude pode apresentar-se como uma preocupação específica, muitas vezes associada a pressões sociais, estresse acadêmico ou inseguranças pessoais.

Jovens mulheres podem sentir-se sobrecarregadas pelas expectativas em relação ao desempenho sexual e à conformidade com padrões estéticos, o que pode afetar negativamente sua autoimagem e, por conseguinte, sua libido.

As redes sociais têm contribuído muito para esse cenário, dificultando relações e elevando a autocobrança de mulheres, sejam elas jovens ou mais velhas.

Abordar essas questões requer uma abordagem sensível, envolvendo diálogo aberto e, se necessário, suporte emocional e psicológico para promover uma visão saudável da sexualidade.

 

Na menopausa

A chegada da menopausa frequentemente desencadeia mudanças hormonais que podem resultar em uma diminuição do desejo sexual nas mulheres.

Além das questões físicas, como ressecamento vaginal e desconforto durante o ato sexual, as mulheres na menopausa podem experimentar uma diminuição geral da libido. 

A compreensão das alterações hormonais é crucial para abordar essa queixa específica, e estratégias que envolvem tanto o aspecto físico quanto o emocional são essenciais para ajudar as mulheres a navegarem por essa fase de transição de maneira mais suave e satisfatória.

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Porque a esposa perde o desejo pelo marido? Principais causas:

Já falamos em nosso blog sobre a falta de desejo pela esposa, mas hoje trouxemos para você motivos pelos quais a esposa pode acabar perdendo desejo pelo marido. Confira as causas mais comuns:

 

Falta de Comunicação e Intimidade

A ausência de comunicação efetiva e momentos íntimos pode ser uma das principais razões para a perda de desejo por parte da esposa. 

Quando as linhas de comunicação se enfraquecem e a conexão emocional se desgasta, a intimidade física muitas vezes é afetada. 

O diálogo aberto sobre desejos, necessidades e sentimentos pode ajudar a restaurar a comunicação e reavivar a chama do desejo.

Muitas pessoas subestimam a boa comunicação, mas ela é a chave principal para a criação de confiança e trocas sinceras dentro de um relacionamento.

Nem sempre é fácil construir isso, mas é de extrema importância tentar em nome do bem-estar e da qualidade do relacionamento.

 

Estresse e Sobrecarga

O estresse crônico e a sobrecarga de responsabilidades, sejam elas profissionais, familiares ou financeiras, podem desempenhar um papel significativo na diminuição do desejo sexual. 

O peso constante das obrigações pode exaurir a energia e a disposição para a intimidade. 

Encontrar maneiras de compartilhar responsabilidades e criar momentos de alívio do estresse pode ser crucial para revitalizar a conexão íntima.

Nem sempre é um caminho tranquilo, afinal muitos casais acabam se cobrando demais e brigando no meio do caminho.

É nessas horas que é preciso exercitar o exercício da empatia e da compreensão, afinal vocês são parceiros e ambos precisarão ceder em determinados momentos para manter o equilíbrio.

 

Mudanças na Autoimagem e Autoestima

Mudanças na autoimagem e autoestima da esposa, muitas vezes relacionadas a eventos como gravidez, envelhecimento ou transformações corporais, podem impactar sua confiança sexual. 

O apoio emocional e a valorização mútua são essenciais para superar essas inseguranças e promover uma aceitação saudável, contribuindo para a restauração do desejo no relacionamento.

Há pessoas que acreditam que isso só é importante no início de um relacionamento, mas isso não é verdade! 

É preciso cativar a relação cotidianamente, principalmente para não deixar que a chama se apague e que vocês caiam na rotina.

 

Rotina e Falta de Novidade

A rotina pode desempenhar um papel significativo na perda de interesse sexual. Quando a vida cotidiana se torna previsível e monótona, a chama da paixão pode diminuir

Introduzir novidades, surpresas e atividades compartilhadas pode ajudar a quebrar a monotonia e reacender a faísca da intimidade.

Nem sempre temos a energia para fazer isso, mas a internet é um lugar cheio de possibilidades e abertura para a criatividade. Lá é possível encontrar diversas ferramentas para inovar na dinâmica do casal.

 

Problemas não Resolvidos no Relacionamento

Conflitos não resolvidos e falta de respeito mútuo podem criar um ambiente adverso para o florescimento do desejo. 

A resolução de problemas e o cultivo de uma base sólida de respeito e compreensão são fundamentais para criar um ambiente propício ao crescimento da intimidade e da conexão emocional.

Guardar tudo para si ou explodir sempre são dois extremos que nenhum relacionamento merece, independentemente dos motivos. 

A comunicação precisa ser clara e direta, do contrário não é comunicação.

 

Principais sintomas da baixa libido em mulheres:

Agora que você já conhece as possíveis causas da baixa libido entre as mulheres, venha entender de que forma esse problema se manifesta! Esses são alguns dos sintomas mais comuns:

  • Dificuldade em se excitar
  • Evitar ou fugir da atividade sexual
  • Problemas de lubrificação vaginal
  • Mudança nas respostas fisiológicas e físicas
  • Diminuição da fantasia sexual
  • Frigidez feminina
  • Desânimo
  • Mudanças no humor
  • Estresse contínuo
  • Diminuição na masturbação
  • Problemas de autoestima

 

Como tratar a falta de desejo feminino? Veja o que fazer!

A falta de desejo feminino é uma preocupação que pode afetar a qualidade de vida e os relacionamentos. No entanto, é essencial compreender que existem abordagens eficazes para lidar com esse desafio. 

Primeiramente, trabalhe na comunicação. Estabelecer uma comunicação aberta e honesta com seu parceiro é fundamental: dialogar sobre suas necessidades, desejos e preocupações pode criar um ambiente de compreensão mútua, fortalecendo a intimidade emocional e contribuindo para o reacendimento do desejo.

Em segundo plano, permita-se vivenciar coisas novas! Experimentar novas formas de intimidade pode ser revitalizante. 

Isso pode incluir a introdução de atividades diferentes na rotina, como surpresas românticas, momentos de relaxamento juntos ou a prática de atividades que fortaleçam a conexão emocional.

Além disso, saiba que buscar a orientação de profissionais de saúde, como terapeutas sexuais, ginecologistas ou psicólogos, pode ser benéfico. 

Esses especialistas podem oferecer insights personalizados, abordando questões emocionais, hormonais ou psicológicas que possam estar contribuindo para a baixa libido.

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Perguntas frequentes sobre baixa libido feminina

A falta de desejo pode ter diversas causas, desde fatores emocionais, como estresse e ansiedade, até mudanças hormonais. Entender o que está por trás desse problema com empatia e buscar soluções juntos é o primeiro passo para superar essa questão. 

Acompanhe algumas dúvidas frequentes sobre a baixa libido feminina:

 

Porque não sinto vontade de ter relação com meu marido?

A falta de vontade de ter relação com o marido pode ter diversas causas, e é importante abordar essa questão com compreensão e empatia. 

Fatores emocionais, como estresse, ansiedade ou problemas relacionais, podem impactar significativamente o desejo sexual. 

Portanto, é crucial iniciar uma comunicação aberta com o parceiro para explorar as possíveis razões por trás dessa falta de interesse. 

Diálogos honestos sobre necessidades, expectativas e preocupações podem ajudar a identificar problemas subjacentes e construir uma base para encontrar soluções conjuntas.

Além disso, mudanças hormonais, problemas de autoestima ou até mesmo questões físicas podem contribuir para a baixa libido. 

Considerar a busca por orientação profissional, como a consulta a um ginecologista ou terapeuta sexual, pode fornecer insights especializados e estratégias personalizadas para enfrentar essas questões. 

 

Como aumentar a libido em mulheres?

Em primeiro lugar, é crucial focar na promoção da saúde geral. 

A incorporação de hábitos de vida saudáveis, como uma dieta balanceada, exercícios físicos regulares e uma boa qualidade de sono, pode contribuir significativamente para o aumento da energia e vitalidade, influenciando positivamente a resposta sexual.

Além disso, a comunicação aberta com o parceiro desempenha um papel essencial. 

Discutir abertamente as fantasias, desejos e preocupações em relação à vida sexual pode fortalecer a conexão emocional e criar um ambiente mais propício ao desejo. 

A exploração de novas experiências e a introdução de variedade na intimidade podem estimular a excitação.

Na maioria dos casos, a busca por aconselhamento profissional, seja de um terapeuta sexual ou ginecologista, oferece orientação específica para lidar com fatores hormonais ou emocionais que possam estar influenciando a baixa libido. 

Se você sente que convive com isso e precisa de um suporte em relação a libido, saiba que a Psicotér conta com uma equipe de psicólogas capacitadas para te ajudar nesse processo!

Entre em contato com a nossa equipe para saber mais detalhes e para marcar a sua Consulta VIP!

Texto de: Luísa de Oliveira – redatora da Equipe Psicotér

Aprovado por:

Lisiane Duarte

Lisiane DuarteFundadora da Psicotér, CEO e Diretora Técnica, Psicóloga Cognitivo-Comportamental, completamente apaixonada pelo ser humano, realizada e privilegiada por poder participar da transformação de vidas. Experiência de mais de 20 anos de atuação clínica e empresarial. Psicoterapeuta individual e em grupo de crianças, adolescentes, adultos, idosos, casal e família, online e presencial, pós-graduada em Gestão do Capital Humano. Consultora de recolocação profissional desde 2003, capacitando e orientando profissionais em transição de carreira na busca de novas oportunidades. Também consultora em diversas empresas nacionais e multinacionais, nas diversas áreas de RH, atendimento e avaliação psicológica de profissionais.

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