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Sadomasoquismo no relacionamento a dois

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O termo sadomasoquismo vem da combinação dos nomes do Marquês de Sade e do Cavaleiro Leopold Van Sacher-Masoch. Sade interessava-se pela dominação e Sacher-Masoch desejava ser maltratado. Daí, surgiu o termo sadomasoquista que, na verdade, abrange mais aspectos que simplesmente os prazeres sexuais como pode-se pensar.

Há muitas relações sadomasoquistas que não incluem dor física. Humilhações verbais, comportamentos agressivos e de dominação são formas sádicas de relacionamento entre pessoas.

De acordo com o Prof. Dr. Armando Colognese Júnior, a perversão é algo do caráter, ou seja, transcende as manifestações sexuais e pode ser observado em toda a vida da pessoa. Logo, “o diagnóstico de masoquismo não é dado em função dos comportamentos sexuais da pessoa. Portanto, leva-se em conta todo o conjunto de ações e relações do indivíduo”, conclui ele.

Em outras palavras, a violência explícita não é o motivador principal dos impulsos masoquistas. Segundo a visão Psicanalítica, o que está em jogo são questões de poder e de domínio. A forma de se exercer essa dominação pode ser através das relações sexuais ou mesmo em outras interações sociais. Um exemplo de outro contexto onde ocorrem atitudes sadomasoquistas é o das pessoas que exercem uma relação de poder ou submissão no seu ambiente de trabalho.

O sadomasoquismo pode ser entendido com uma perversão. Então, o que deveria ser dor torna-se prazer. Logo, o sádico sente prazer na ideia de dominar o outro e o masoquista se atrai pela ideia de ser humilhado.

Quando este tipo de interação fica estabelecida em uma relação à dois, a probabilidade desse casal ser realmente feliz e fazer com que a relação evolua e prospere, é realmente baixa.

Quando se prioriza o poder ao amor, ou quando há uma submissão ao sofrimento, certamente não estamos mais falando de um relacionamento saudável. Por isso, a importância das pessoas buscarem se autoconhecer; entender de onde vem alguns impulsos que não são positivos para sua vida e daqueles que estão ao seu redor. É somente compreendendo o que está por trás de alguns sentimentos e comportamentos, bem como se propondo a trabalhar internamente estes aspectos doentios, que se pode fazer escolhas diferentes e realmente modificar padrões negativos.

Psic. Alessandra Ribeiro – CRP/27850

Psicóloga clínica, Pós-Graduanda em Psicologia Clínica Junguiana


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