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Decepção com as Pessoas: Veja como Superar com a Psicologia

decepção com as pessoas

Você costuma ficar decepcionado com as pessoas facilmente? É daqueles que se sente deixado para trás ou acha que nunca é escolhido?

Se sim, saiba que a decepção com as pessoas é algo mais comum do que a gente imagina e ela está mais presente no nosso cotidiano do que podemos contar…

A grande realidade é que a decepção está relacionada a algo muito comum nos círculos sociais:as expectativas!

Expectativas é aquilo que todo mundo acaba criando em algum momento da vida, querendo ou não e quando essas expectativas não são atendidas, acabamos dando de cara no paredão da decepção ou da frustração. Diz aí: isso já aconteceu com você?

Muitas pessoas por aí vivem decepções diárias, ficando sempre machucadas e vivendo em um ciclo eterno de muita tristeza.

Se isso acontece com você, calma! Você chegou no lugar certo! Neste artigo, vamos entender de onde vem o sentimento de decepção com as pessoas e como podemos controlá-lo quando possível!

Acompanhe até o final para não perder nada!

O que é o sentimento de decepção?

Agora que você está aqui, deve estar se perguntando: o que é, na verdade, o sentimento de decepção?

Esse é um sentimento que aparece quando nossas expectativas são frustradas, ou seja, ele é uma grande mistura de tristeza, frustração, desilusão e, em alguns momentos, até mesmo raiva.

Nem sempre temos controle sobre isso, infelizmente, mas há mecanismos que podemos criar para blindar melhor o nosso emocional, nos distanciando das decepções e melhorando até mesmo a nossa qualidade de vida.

A grande verdade é que nossas relações também têm muita influência no nível de decepção, afinal tem pessoas que realmente não parecem se importar com nossas expectativas e chegam até a alimentá-las por puro prazer ou descuido.

Seja como for, decepções constantes podem ser muito desgastantes, porque fazem com que a gente se sinta menor, desvalorizado e, por vezes, sozinhos.

Só quem já passou por uma sucessão de decepções em relacionamentos e amizades sabe como é realmente difícil.

A decepção revela algo sobre nós mesmos?

A decepção também revela aspectos internos, como necessidades emocionais, valores pessoais e padrões de relacionamento

Muitas vezes, ela funciona como um sinal de alerta para áreas que precisam de atenção e cuidado. Por exemplo, sentir-se repetidamente decepcionado pode indicar dificuldade em estabelecer limites claros. 

Além disso, a intensidade da dor costuma refletir a importância que damos àquela relação. Portanto, olhar para dentro é tão importante quanto analisar o comportamento do outro.

Expectativas não ditas e necessidades emocionais

Grande parte da decepção nasce de expectativas que nunca foram verbalizadas. Esperamos que o outro adivinhe nossas necessidades, o que raramente acontece. 

Esse padrão é comum em relações próximas, onde acreditamos que o vínculo por si só garante compreensão automática. 

Quando isso não ocorre, a frustração aparece. Reconhecer e comunicar necessidades emocionais ajuda a reduzir esse ciclo de decepções recorrentes.

O papel da autoestima nas decepções

A autoestima influencia diretamente a forma como lidamos com atitudes decepcionantes. Pessoas com autoestima fragilizada tendem a interpretar a decepção como confirmação de desvalor pessoal. 

Já quem possui uma base emocional mais sólida consegue diferenciar um erro do outro de identidade própria. 

Trabalhar a autoestima não elimina a dor, mas ajuda a processá-la com mais equilíbrio. Assim, a decepção deixa de ser uma ferida aberta e se transforma em aprendizado emocional.

decepção com as pessoas

Porque nos decepcionamos com as pessoas?

A decepção só existe, porque as expectativas aparecem, por mais que a gente tente fugir e por mais que a gente tente se esconder delas.

É claro que é possível ter um controle mais saudável, mantendo o pé no chão quando entramos em um novo relacionamento, por exemplo. Mas as expectativas nos acompanham, afinal sempre existem promessas, desejos e projeções no caminho.

Nós, como seres humanos, temos a tendência de tentar adivinhar o comportamento do outro, desenhando seus pensamentos e suas formas de agir. Isso é um mecanismo natural, todos nós temos algum traço de controle.

O problema é que quando essa necessidade de controle excede limites, passamos a criar uma grande margem para a decepção e para a quebra dessas expectativas.

Quem aí nunca teve um encontro amoroso  frustrado? 

São momentos mais comuns do que a gente imagina e como seres humanos que se relacionam, não podemos inibir totalmente a decepção, mas podemos moderá-la e trabalhá-la para que ela não nos atinja tanto.

Principais tipos de Decepção

Como você já deve saber, existem inúmeros tipos de decepção no mundo e cada uma delas está ligada à nossa naturalidade em criar expectativas.

É comum, porém não precisa fazer parte da rotina: nós podemos ter mais controle sobre a nossa realidade, basta trabalharmos um pouquinho nela todos os dias.

Não é um caminho fácil, é claro! Mas com um toque de autoconhecimentoe uma análise reflexiva, podemos ter ainda mais cuidado com a nossa própria mente e com os nossos próprios sentimentos.

Agora que você já sabe disso, confira uma lista das principais decepções que acontecem por aí! Alguma delas soa familiar para você?

  • Decepção amorosa
  • Decepção com pessoas próximas
  • Decepção com pessoas falsas
  • Decepção com pessoas queridas
  • Decepção com pessoas da igreja ou líder espiritual
  • Decepção com parentes ou familiares

5 Dicas para lidar com a decepção com pessoas que amamos 

Lidar com a decepção com pessoas que amamos pode ser delicado, afinal não estamos prontos para sermos magoadospor pessoas que nos importamos tanto! Porém, é uma coisa que acontece e faz parte do processo da vida!

Nos resta aprender a lidar com isso da maneira mais leve possível, não é? Hoje vamos te mostrar 5 dicas para te ajudar a chegar lá, confira:

1. Reconheça os seus sentimentos

Nem sempre a gente sabe olhar para dentro de si, mas com um certo treino é possível. Esse movimento é importante para que possamos observar nossos padrões de comportamento e para que possamos reconhecer os nossos sentimentos também.

A partir disso, fica mais fácil distinguir o que é real do que é somente uma projeção, além de facilitar a expressão e a comunicação nos nossos relacionamentos.

Não é algo fácil de se atingir, mas é importante tentar justamente para que a gente entenda ainda mais sobre nosso funcionamento interno.

Isso ajuda a desenvolver inteligência emocional e nos permite diminuir os espaços para decepção.

2. Trabalhe na sua comunicação

É importante frisar que comunicação não é só fala! Muita gente sabe e gosta de falar, mas quando estamos falando de comunicação, é importante que você entenda que estamos falando sobre troca: uma via de mão dupla.

Falar é sim um exercício importante em que você consegue organizar ideias e expressar muito do que se passa aí dentro, porém você também precisa permitir que as outras pessoas façam o mesmo para evitar decepções.

Quanto mais honesta e ativa a troca entre as pessoas, mais difícil fica de se decepcionar, afinal vocês alinham pensamentos e passam a estar na mesma página.

É por esse motivo que as pessoas costumam dizer que comunicação é a chave!

3. Coloque limites realistas

Não tem problema criar expectativas de vez em quando! Às vezes, é até bom manter as expectativas ali para que você se mantenha interessado e atento.

No entanto, é importante criar limites realistas para essas expectativas: avaliar as situações com o cuidado certo e melhorar a própria compreensão. 

Esses são movimentos cruciais para que a decepção passe por um grande filtro, te atingindo cada vez menos.

Quanto menos projetamos para os outros, melhor e mais fácil de ter o controle dessas decepções também!

4. Abrace a experiência

Decepções e frustrações também podem ser grandes ensinamentos!

É difícil olhar para elas assim logo que acontecem, mas com o tempo e analisando cuidadosamente a situação, pode ser que fique mais fácil.

Se decepcionar faz parte da vida e pode doer bastante, mas também pode ser uma grande escola para você não se envolver mais com certas pessoas ou, então, aprender a filtrar melhor as suas próprias expectativas.

Há momentos em que infelizmente precisamos aprender com a dor e quando falamos de decepção com as pessoas, é exatamente isso.

5. Conte com o suporte de um profissional

Um psicólogo pode ser de grande ajuda em momentos como esse.

Algumas decepções são maiores do que outras e quando carregamos muitas nas costas, é sinal de que algo não anda certo! Ou temos a tendência a criar altas expectativas sempre – o que não é legal – ou estamos constantemente nos envolvendo com quem nos machuca, o que também é perigoso!

Portanto, permita-se contar com o suporte de alguém que entende e que pode te auxiliar nesse cuidado: todos nós precisamos saber filtrar emoções e relacionamentos, mas para isso precisamos nos permitir dar um passo de cada vez.

Um psicólogo pode ser aquela peça chave que tem faltado!

decepção com as pessoas

Por que a decepção com pessoas próximas machuca tanto?

A decepção com pessoas próximas machuca profundamente porque envolve vínculos construídos com base em confiança, convivência e intimidade emocional. 

Diferente de frustrações superficiais, aqui a dor toca camadas internas da identidade e do senso de valor pessoal. Por exemplo, quando um familiar desconsidera sentimentos importantes, a sensação pode ser de rejeição ou invisibilidade. 

Além disso, como essas relações fazem parte do cotidiano, a ferida é constantemente reativada. Dessa forma, a proximidade transforma a decepção em um processo contínuo, não pontual.

A diferença entre erro pontual e padrão de comportamento

Nem toda decepção nasce de um único episódio isolado. Muitas vezes, ela se constrói lentamente a partir da repetição de atitudes que machucam. 

Um erro pontual pode ser compreendido e reparado, mas um padrão constante de desconsideração corrói a relação. 

Por exemplo, alguém que promete mudar, mas repete o mesmo comportamento, gera um desgaste emocional progressivo. Com o tempo, a pessoa decepcionada passa a sentir cansaço e descrença, o que aprofunda a dor.

Quando o silêncio também decepciona

O silêncio pode ser tão decepcionante quanto palavras duras ou ações explícitas. Ignorar sentimentos, evitar conversas difíceis ou se omitir diante de conflitos comunica falta de cuidado. 

Muitas pessoas relatam que a ausência de posicionamento machuca mais do que uma negativa clara. 

Isso acontece porque o silêncio deixa espaço para interpretações dolorosas, como a sensação de não ser importante. Assim, a decepção se instala de forma silenciosa e persistente.

É possível reconstruir a relação após uma decepção?

A reconstrução de uma relação após a decepção depende de fatores como diálogo, responsabilidade emocional e disposição mútua para mudança. 

Não se trata de esquecer o ocorrido, mas de ressignificar a experiência de forma mais realista. Em alguns casos, a relação pode se fortalecer após conversas honestas e ajustes de expectativas. 

Em outros, a reconstrução não é possível, e aceitar isso também faz parte do processo emocional. Cada situação exige uma análise cuidadosa e individual.

Limites como forma de cuidado

Estabelecer limites não significa afastamento automático, mas sim proteção emocional. Após uma decepção, redefinir o que é aceitável ajuda a evitar novas feridas. 

Por exemplo, reduzir expectativas ou mudar a forma de se envolver pode trazer mais equilíbrio. Limites claros permitem que a relação continue de maneira mais saudável, mesmo que diferente do que era antes. Dessa forma, o cuidado consigo mesmo passa a ser prioridade.

Qual limite você sente que precisa estabelecer hoje para proteger sua paz?

Como a psicologia pode ajudar a superar uma decepção

A psicologia pode ser um pilar extremamente importante na hora de lidar com a decepção, afinal ela é objetiva em regular nossos sentimentos e a forma como reagimos a eles.

Pode parecer que é apenas conversa, mas a grande realidade é que com a terapia conseguimos treinar nosso cérebro, aprendendo a filtrar certas coisas que nos atingiram em cheio.

A psicologia nos ajuda a blindar e proteger nossa emocionalidade, fortalecendo nosso psicológico e fazendo com que a gente trabalhe melhor nele.

Nem sempre sabemos por onde começar, por esse motivo é tão importante contar com a motivação profissional de um psicólogo.

Ao lado dele, aprendemos mais sobre nós mesmos e desenvolvemos um autocontrole único que sozinhos é simplesmente inalcançável.

Contar com a ajuda da psicoterapia é permitir-se ter uma grande autonomia emocional, algo que não estamos acostumados a viver no dia a dia.

Se você sofre constantemente com decepções e, por isso, sente que não é amado ou que está sozinho, saiba que aqui você encontra a ajuda que precisa!

Entre em contato com a nossa equipe de atendimentoe marque hoje mesmo a sua Consulta VIP!

Texto de: Luísa de Oliveira – redatora da Equipe Psicotér

Aprovado por:

Lisiane Duarte

Lisiane Duarte

Fundadora da Psicotér, CEO e Diretora Técnica, Psicóloga Cognitivo-Comportamental, completamente apaixonada pelo ser humano, realizada e privilegiada por poder participar da transformação de vidas. Experiência de mais de 20 anos de atuação clínica e empresarial. Psicoterapeuta individual e em grupo de crianças, adolescentes, adultos, idosos, casal e família, online e presencial, pós-graduada em Gestão do Capital Humano. Consultora de recolocação profissional desde 2003, capacitando e orientando profissionais em transição de carreira na busca de novas oportunidades. Também consultora em diversas empresas nacionais e multinacionais, nas diversas áreas de RH, atendimento e avaliação psicológica de profissionais.

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