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Saiba mais sobre a ludoterapia!

Publicado em 12 de outubro de 2015
Categoria: Infância, Psicoterapia

O nome pode parecer estranho, mas a ludoterapia está crescendo cada vez mais no acompanhamento psicológico infantil.

Baseia-se no fato de que o brincar é um meio natural de auto-expressão da criança. Utiliza técnicas que permitem que os pequenos expressem-se de maneira lúdica, possibilitando assim a projeção de sua realidade interna e auxiliando no desenvolvimento e no tratamento. São utilizados brinquedos e materiais lúdicos, que permitem à criança exprimir o seu mundo interno e os seus conflitos emocionais. Afinal, brincar tem uma função terapêutica essencial ao período da infância; permitindo à criança exprimir-se, compreender-se e experimentar diferentes formas de lidar com os seus conflitos, medos e angústias.

De acordo com um estudo publicado em 2009, nos Cadernos de Educação de Infância, periódico apoiado pelo Ministério da Educação de Portugal, o termo em português vem da palavra play-therapy, que pode ser traduzida como “terapia pelo brincar”. Entretanto, esse brincar difere daquele que as crianças fazem no ambiente escolar. O brincar tem três funções básicas: desenvolvimento motor, desenvolvimento cognitivo e desenvolvimento emocional. Na Ludoterapia, a intervenção do Ludoterapeuta coloca a ênfase nas questões emocionais. O objetivo de conduzir à compreensão, reestruturação e equilíbrio psicológico e, consequentemente, ao bem-estar.

Através da ludoterapia, é possível avaliar aspectos emocionais, afetivos, sociais, familiares e outros, nos pacientes. Através do lúdico, a criança pode expressar seus sentimentos e emoções que ainda não consegue verbalizar. O brincar torna-se instrumento para a criança expor situações ou vivências que a afligem.

A terapia, em geral, promove o autoconhecimento, facilitando a identificação do que mexe negativamente e positivamente com as pessoas. Com a ludoterapia é o mesmo caso, porém de uma forma muito mais sutil e direcionada aos hábitos infantis de inventar, criar e imaginar. Além da criança que faz acompanhamento psicológico com técnicas dessa terapia, é importante o conhecimento e participação dos familiares e cuidadores no processo. Isso porque os comportamentos e sintomas que a criança apresenta podem ser considerados um reflexo da dinâmica familiar.

Para identificar se uma criança precisa de acompanhamento psicológico, seja através da ludoterapia ou não, é preciso estar atento ao comportamento dela. Se ela apresenta hábitos ou atitudes que não parecem fazer parte das normas sociais, talvez seja hora de procurar ajuda.

Também é importante promover esse tipo de acompanhamento quando há um desequilíbrio na convivência que a criança está acostumada, como separação, chegada de um irmão ou irmã, falecimento de um familiar ou animal de estimação, entre outros. Essa terapia é indicada para todas as crianças, especialmente para as que têm entre três e doze anos.

Um feliz dia das crianças,

Equipe Psicoter.

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