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Boas práticas parentais: como ajudar os filhos.

Categoria: Família

Durante os primeiros anos de vida de uma criança, os pais têm papel fundamental no desenvolvimento emocional e comportamental dos filhos.  

Imagem descrição - Menina chorando Essas primeiras etapas conduzem progressivamente a autonomia das crianças, seja na maneira como enfrentam as dificuldades do dia a dia, seja em seus afazeres e responsabilidades. Frequentemente, vemos crianças com diversos tipos de comportamentos, uma vez que, seguem as práticas parentais que adotaram em casa.

Crianças sem discernimento do que é certo ou errado, por exemplo, tornam-se jovens negligentes com suas responsabilidades. Por isso, os pais têm função imprescindível no crescimento de seus filhos.

Naturalmente, cada grupo familiar compreende a educação de forma singular, e variam conforme;  a experiência relacional e educacional dos pais, ambiente e cultura local. Até mesmo teóricos da educação tem pontos de vistas diferentes acerca desse fato, visto que, diferem-se de pessoa para pessoa. Há pais que são mais autoritários e exigentes, assim como há pais mais afetivos e permissivos, e isso pois, reflete-se na personalidade das crianças, no modo de pensar, sentir e agir.

Portanto, digo que não existe uma fórmula mágica na educação infantil, pois, existem muitos fatores intervenientes sujeitos a questionamentos. É necessário buscar ajuda, ler, conversar e trocar experiências  com outros cuidadores, professores, todas as pessoas envolvidas no processo educacional. Segue algumas dicas importantes para serem refletidas.
Equilíbrio

Para encontrar melhores resultados nesse período da vida, o desafio é proporcionar  mais equilíbrio em relação a maturidade e disciplina, e também em aspectos compreensivos e de apoio aos pequenos.

-Diálogo

Conversar e dirimir conflitos pode melhorar a forma da criança se expressar e se posicionar perante a vida. Saber como  se sentem em relação uns aos outros, e também para sujeitar-se a maneiras mais adequadas de comportamento.

-Escutar

Através da escuta abrir espaço para a criança expor suas experiências, sem ser criticada. Acolher  suas emoções mesmo que seja sentimentos de raiva ou agressividade, para então, poder ajudá-la a entender e superar seus obtaculos e desafios.

-Motivar

Motivar os potenciais individuais  e cada conquista alcançada; o primeiro passo, através das brincadeiras, do desenho, o resultado da prova, mesmo que tenha sido abaixo do esperado. Sinalizar que é possível   aprender com as falhas e recomeçar novamente. Reforçar as atitudes positivas, melhora significativamente a autoestima e o desempenho biopsicossocial da criança, com melhores perspectivas nas etapas de futuras.

-Auto responsabilidade

Acordos e combinações quando não forem cumpridas,   como faltar a aula ou não fazer a prova, agredir ou insultar alguém pode ser uma forma de lidar com a frustração, mas certamente trará consequências. Portanto, é importante a criança entender desde cedo de que maneira pode responsabilizar-se pelas próprias escolhas.

-Limites

Estipular regras é fundamental na construção da personalidade da criança. Certamente na infância a atenção gira em torno de   atividades prazerosas e lúdicas, como; mexer no celular, brincar, jogar, assistir filmes ou séries.

As regras e os limites  devem ser claros, propiciar melhor equilíbrio nas outras atividades que a princípio podem ser  desinteressantes, mas necessárias, como; respeitar os amigos, estudar, fazer o tema, guardar os brinquedos, cuidar o prazo entrega do trabalho escolar, entre outros compromissos.

-Valores

Os limites também envolvem certas normas sociais sobre como se comportar  e agir perante as pessoas, valores como ética, honestidade e generosidade aprende-se em casa, de modo que, a liberdade da criança é   construída a partir dos valores morais apreendidos pela educação e convívio parental.

-Equilibrio

Para encontrar melhores resultados nesse período da vida, o desafio é alcançar o equilíbrio em relação a maturidade e disciplina, e também em aspectos compreensivos.

É necessário buscar ajuda de um psicólogo infantil, caso haja dificuldades, pois a terapia  pode ser o melhor investimento para diagnosticar distúrbios de comportamento, bem como, estratégias mais eficazes   de comportamento, melhorando as relações e o equilíbrio emocional da criança e seu ambiente.

Por Nina Guarnieri – Psicóloga da Equipe Psicotér

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