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Seu filho não te escuta? Mas e você, escuta seu filho?

Imagem - SEU FILHO

Como está a relação com seu filho? Enquanto o adulto já aprendeu diferentes formas de se comunicar, a criança ainda não desenvolveu estas habilidades. Portanto, para ela, a fala precisa ser de forma clara e objetiva. Sendo assim, os cuidadores precisam compreender e acolher de forma diferenciada a linguagem da criança, exercendo assim a escuta ativa.

Para uma escuta ativa é necessário não interromper e notar o momento correto para dar o retorno necessário. Assim, nunca antecipe ou complemente um relato, se o objetivo é acolhê-lo, o espaço de fala deve ser da criança.  

É preciso lembrar que a criança é vulnerável a fala dos pais e depende deles para satisfazer suas necessidades. Além disso, como vivencia uma etapa caracterizada pelo egocentrismo, tudo o que ouve sobre si, internaliza de uma forma generalizada. Por exemplo – uma advertência equivocada pode prejudicar sua autoestima.

Determinar uma comunicação efetiva com seu filho na hora de remeter uma ordem, é fundamental para compreensão e execução da diretriz. Confira abaixo, algumas sugestões para manutenção deste vínculo.

  1. Fiquei na altura da criança: estabelecer um contato visual pode muitas vezes facilitar; mostra importância e interesse naquilo que ela traz. Esse gesto proporciona uma relação mais horizontal do que vertical, propiciando uma equidade na relação, favorecendo a intimidade e confiança.
  2. Aproxime-se da criança: não grite as instruções, fique mais próximo a ela e emita a instrução com firmeza.
  3. Saiba escutar: na maioria das vezes o cuidador quer ter a última palavra. No entanto, não cria um espaço para o diálogo coerente e acolhedor –  focando em discursos elaborados que geralmente impõe medo.
  4. Seja rápido: Ao direcionar a fala para uma criança, não use mais palavras do que o necessário, isso dificulta a eficiência da comunicação.
  5. Verifique se existe algum problema pré-existente: A irritabilidade da criança pode ser decorrente de necessidades biológicas de fome e higiene, o que demanda do cuidador um investimento, pois precisa direcionar a sua energia para atendimento daquela privação.
  6. Acalme seu filho: A criança quando está sob stress, apresenta muita agitação, desta forma ampare até acalmá-lo, permita-lhe um tempo e depois reproduza a ordem novamente.

 Desta maneira, se o cuidador busca exercitar a escuta ativa, aproximando-se da criança e buscando a compreensão dos motivos pelos quais ela agiu de determinada forma, fica mais fácil o entendimento de que determinados comportamentos, e que acolhendo e cuidando desses afetos a criança terá uma mudança de conduta.

Psic. Joyce Vieira – CRP 07/29397

Psicóloga Clínica

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