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Pessoa sádica: como identificar essas personalidades?

Rosto de pessoa com expressão intensa ao lado do texto sobre como identificar personalidade sádica.

Se você conhece alguém que sente prazer, satisfação quando escuta tragédias, dificuldades, desgraças; gosta muito de histórias de violência, crimes; gosta de machucar os outros, vê-los sofrendo ou sente prazer em magoar, fazer o outro sofrer, você conhece uma pessoa sádica.

Pessoas com personalidade sádica não são necessariamente serial killers ou pervertidos sexuais. Sendo assim, personalidades que apresentam algum grau de sadismo estão por toda parte. Esta característica é mais comum do que você pensa.

O que é uma pessoa sádica no sexo?

O sadismo sexual é a forma mais conhecida por nós. Caracteriza-se por utilizar a agressividade, infringir dor ou humilhação no intuito de obter prazer sexual.

Alguns parceiros utilizam estes meios para apimentar a relação e aumentar o nível de excitação, como é o caso do sadomasoquismo.

Porém, a característica sádica vai além do âmbito sexual. Ela está ligada à obtenção de prazer emocional ao observar o sofrimento alheio, controlar e possuir poder sobre os outros.

Isso inclui diversas formas de prática de sadismo, como maus tratos a animais, violência doméstica, bullying, abuso militar e policial e a “trollagem”.

Quais são as origens do sadismo na infância segundo a psicologia?

As origens do sadismo na infância estão relacionadas a experiências emocionais difíceis, especialmente quando a criança aprende a lidar com:

  • dor;
  • medo;
  • rejeição. 

Nesse contexto, o prazer em controlar ou ferir o outro pode surgir como uma forma de defesa emocional. 

Por exemplo, uma criança que foi constantemente humilhada pode começar a repetir esse comportamento com outras crianças para se sentir mais forte. Assim, o comportamento não nasce do nada, mas de uma tentativa de lidar com sentimentos internos.

Como traumas na infância influenciam esse comportamento?

Os traumas na infância influenciam porque alteram a forma como a criança percebe segurança e controle. Quando ela vive situações de medo constante, pode desenvolver estratégias para não se sentir vulnerável. 

Por exemplo, uma criança que sofre agressões pode começar a agir de forma agressiva para evitar ser atacada novamente.

Além disso, o trauma pode dificultar o reconhecimento das próprias emoções. Em vez de sentir tristeza ou medo, a criança pode expressar raiva ou indiferença. 

Isso acontece porque essas emoções são mais “seguras” para ela. Assim, o comportamento agressivo pode ser uma forma de proteção emocional.

Exemplo prático de repetição de trauma

Imagine uma criança que cresce em um ambiente onde gritos e agressões são comuns. Ao invés de aprender diálogo, ela aprende que força resolve conflitos.

Na escola, essa criança pode empurrar colegas ou zombar deles, repetindo o que viu em casa. Para ela, esse comportamento parece normal, pois foi o modelo que aprendeu.

Qual o papel dos vínculos inseguros no desenvolvimento emocional?

Os vínculos inseguros dificultam o desenvolvimento saudável das emoções e dos relacionamentos. Quando a criança não sente que pode confiar nos cuidadores, ela pode crescer com medo, desconfiança ou necessidade excessiva de controle. 

Por exemplo, uma criança que não recebe atenção consistente pode alternar entre carência intensa e afastamento emocional.

Além disso, a falta de conexão emocional pode afetar a empatia. Sem experiências de cuidado, a criança pode não desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do outro. Isso não significa que ela não possa mudar, mas que terá mais dificuldade nesse processo.

Exemplo de vínculo inseguro no dia a dia

Uma criança que tenta chamar a atenção dos pais e é ignorada pode parar de demonstrar sentimentos. Com o tempo, ela aprende que não adianta expressar emoções.

Na vida adulta, isso pode se transformar em dificuldade de se conectar ou até em comportamentos frios e controladores.

Como a negligência emocional contribui para esse padrão?

A negligência emocional contribui porque impede a criança de aprender a lidar com sentimentos de forma saudável. 

Quando suas emoções não são reconhecidas, ela pode crescer sem entender o que sente. Por exemplo, uma criança triste que nunca é acolhida pode aprender a ignorar ou reprimir essa tristeza.

Além disso, a negligência pode gerar um vazio emocional que a pessoa tenta preencher de formas disfuncionais. Em alguns casos, controlar ou dominar o outro pode trazer uma sensação momentânea de poder ou alívio.

Exemplo simples de negligência emocional

Uma criança que chora e ouve “para de frescura” aprende que suas emoções não são importantes. Com o tempo, ela pode parar de sentir ou expressar empatia.

Isso pode levar a comportamentos mais duros, pois ela não aprendeu a reconhecer emoções nem em si nem nos outros.

Como a aprendizagem de violência influencia o comportamento?

A aprendizagem de violência acontece quando a criança cresce vendo agressividade como algo normal ou aceitável. 

Ela aprende por observação, repetindo o que vê em casa, na escola ou até em mídias. Por exemplo, se conflitos sempre são resolvidos com gritos ou agressões, ela tende a reproduzir esse padrão.

Além disso, quando a violência gera resultados, como conseguir algo ou impor respeito, ela é reforçada. Isso faz com que o comportamento se repita. Dessa forma, a criança associa força à solução de problemas.

Exemplo de aprendizagem 

Se uma criança vê um adulto usar violência para conseguir o que quer, ela pode imitar esse comportamento com colegas. Por exemplo, pode ameaçar ou intimidar para conseguir atenção. Esse padrão se fortalece quando não há orientação ou limites claros.

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O que é o sadismo com animais?

Pessoas sádicas que praticam maus tratos a animais apresentam duas formas de fazê-lo. Dessa forma, alguns praticam a crueldade ativa, onde há intenção deliberada de machucar um animal causando-lhe dor e sofrimento.

Como por exemplo, uma pessoa sádica acha graça em colocar sal na lesma, caçar passarinhos por esporte, chutar um cachorro; outros praticam a crueldade passiva, realizando uma negligência intencional, criando sofrimento prolongado como, por exemplo, deixar de alimentar um animal.

Veja também: Você sabe o que é demissexualidade?

Pessoa sádica: prazer na dominação e submissão

Outra forma de praticar o sadismo, a violência doméstica pode ser realizada de forma explícita ou velada. Por exemplo, a violência praticada dentro de casa, em ambiente familiar e inclui diversas práticas como abuso sexual, maus tratos e agressão física.

O bullying, prática muito conhecida por nós atualmente, também é uma forma de sadismo. A pessoa sádica que agride intencionalmente, verbal ou fisicamente, outra pessoa ou grupo de pessoas, de modo repetitivo e sistemático. Ela ameaça, oprime, intimida, humilha, maltrata e sente prazer em fazer isso.

Uma pessoa sádica pode ter cargos de autoridade e utilizar desse benefício para praticá-lo, com condutas abusivas de poder, uso injusto ou impróprio da autoridade em relação a algo ou alguém, como por exemplo, abuso policial, utilizar um cargo de autoridade para humilhar, agredir as pessoas.

Por fim, a “trollagem” também é uma prática realizada por pessoas sádicas. Consiste em sacanear pessoas que estão em uma conversa na internet com argumentos sem sentido, apenas pelo prazer de zoar, chatear, humilhar as pessoas e perturbar a conversa.

Sendo assim, estas práticas de sadismo auxiliam na identificação deste tipo de pessoa sádica, mas, muitas vezes, a manifestação se esconde atrás de sutilezas no dia a dia.

Frases como “ela precisa sofrer para aprender a viver”, “ele precisa entender que só conquistamos as coisas na vida depois de muito sofrimento”, “ele perdeu aquele jogo, bem feito”, “ele tem que pagar pelo que ele fez, deixa sofrer”, indicam pensamentos sádicos em relação aos outros.

O que caracteriza uma pessoa sádica no dia a dia?

Uma pessoa sádica costuma demonstrar prazer ao causar:

  • dor emocional;
  • constrangimento;
  • sofrimento em outra pessoa.

Esse comportamento da pessoa sádica nem sempre é extremo ou violento, pois muitas vezes aparece de forma sutil em relações familiares, amorosas ou profissionais. Além disso, o sadismo pode surgir ao:

  • fazer piadas cruéis e demonstrar satisfação ao ver o outro desconfortável;
  • provocar conflitos intencionalmente apenas para observar reações;
  • minimizar a dor do outro e ainda culpa a vítima pela própria sensibilidade.

Esses comportamentos de uma pessoa sádica podem parecer inofensivos no início, especialmente quando acompanhados de charme ou inteligência.

No entanto, com o tempo, a vítima começa a se sentir insegura e constantemente testada. Como resultado, o ambiente se torna emocionalmente desgastante e desequilibrado.

Como o sadismo se manifesta nas relações próximas?

O sadismo costuma aparecer com mais força em relações íntimas, onde há maior vulnerabilidade emocional. A pessoa sádica pode:

  • provocar ciúmes de forma intencional;
  • expor fragilidades em público;
  • usar segredos contra o outro.

Além disso, frequentemente há uma dinâmica de poder, na qual a pessoa sádica se sente superior ao manipular emoções. Assim, o vínculo passa a ser baseado em medo e tensão.

Existe diferença entre sadismo leve e comportamento abusivo?

Embora o termo sadismo seja usado de forma ampla, é importante distinguir traços de personalidade de comportamentos abusivos graves.

Quando há repetição de humilhações, controle psicológico e prazer claro no sofrimento alheio, o padrão se aproxima do abuso emocional. Por isso, avaliar frequência, intensidade e impacto é fundamental para compreender a gravidade da situação.

Sadismo e narcisismo: qual a diferença?

Sadismo e narcisismo são traços distintos, embora possam aparecer juntos em algumas personalidades. Enquanto o primeiro envolve prazer em causar dor ou humilhação, o segundo está ligado à necessidade excessiva de admiração e validação.

Além disso, o narcisista busca se sentir superior, mas nem sempre sente prazer direto no sofrimento do outro. Dessa forma, compreender essa diferença ajuda a identificar padrões específicos de comportamento.

Em muitos casos, uma pessoa pode apresentar traços de ambos, ainda mais quando existe manipulação e falta de empatia.

No entanto, a motivação central costuma ser diferente. Portanto, entender a intenção por trás das atitudes é essencial para avaliar o perfil comportamental.

Como o narcisista age nas relações?

O narcisista geralmente se apresenta como carismático e seguro no início. Com o tempo, passa a exigir atenção constante e validação, demonstrando irritação quando não recebe destaque.

Além disso, pode desvalorizar o parceiro para manter a sensação de superioridade. Assim, o relacionamento se torna instável e centrado apenas nas necessidades dele.

Uma pessoa pode ser sádica e narcisista ao mesmo tempo?

Em alguns casos, traços de sadismo e narcisismo podem coexistir na mesma personalidade. Quando isso acontece, a combinação tende a ser ainda mais prejudicial emocionalmente.

A pessoa sádica pode buscar admiração e, ao mesmo tempo, sentir prazer em diminuir ou humilhar o outro. Por isso, identificar sinais precocemente é essencial para proteger a saúde emocional.

É possível mudar um comportamento sádico?

A mudança de comportamento de uma pessoa sádica depende do reconhecimento do problema e do desejo real de transformação. Sem essa consciência, dificilmente haverá evolução consistente.

Além disso, acompanhamento psicológico especializado pode auxiliar a pessoa sádica na identificação de padrões e no desenvolvimento de empatia. Portanto, embora seja possível mudar, o processo exige compromisso profundo.

Qual o papel da terapia nesse processo?

A terapia para pessoa sádica oferece um espaço estruturado para compreender origens emocionais e traços de personalidade. Por meio de técnicas específicas, é possível trabalhar:

  • empatia;
  • responsabilidade;
  • autorregulação emocional.

O acompanhamento contínuo permite monitorar avanços e recaídas da pessoa sádica. Assim, o tratamento se torna uma ferramenta de transformação gradual.

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O sadismo é considerado um transtorno segundo o DSM?

O sadismo não é automaticamente considerado um transtorno, pois depende do contexto, da intensidade e do impacto do comportamento na vida da pessoa sádica e dos outros. 

DSM, o manual utilizado na psicologia clínica, diferencia interesses, traços de personalidade e transtornos mentais. Ou seja, sentir prazer em controle ou domínio não significa, por si só, um diagnóstico clínico.

O que o DSM diz sobre o sadismo?

O DSM menciona o sadismo dentro do contexto de transtornos parafílicos, mas apenas quando existem comportamentos persistentes que causam sofrimento ou envolvem outras pessoas de forma não consensual. Isso significa que nem todo comportamento relacionado ao tema é considerado patológico.

Por exemplo, se uma pessoa tem fantasias, mas não age de forma prejudicial ou ilegal, isso não configura um transtorno. O foco da psicologia clínica está no impacto do comportamento, e não apenas na sua existência.

Diferença entre traço e transtorno

Um traço é uma característica de personalidade que pode aparecer em diferentes níveis. Já um transtorno envolve prejuízo significativo e padrões rígidos que causam sofrimento.

Por exemplo, alguém pode gostar de ter controle em algumas situações, mas ainda assim manter relações saudáveis. Isso é diferente de alguém que precisa dominar ou ferir o outro para se sentir bem, causando danos reais.

O sadismo e a “Tríade Sombria” da personalidade: como reconhecer esse padrão nas relações?

O sadismo, dentro da psicologia, é frequentemente analisado junto à chamada Tríade Sombria (narcisismo, psicopatia e maquiavelismo). No entanto, há um ponto central que diferencia o sádico: ele não usa o sofrimento do outro como meio — ele extrai prazer diretamente da dor alheia.

Esse traço pode aparecer de forma sutil no cotidiano, mascarado como humor, crítica ou “personalidade forte”, mas sua função psicológica é clara: gerar sensação de poder e controle.

Como esse comportamento aparece na prática?

Diferente de outros perfis, o sádico não precisa de um objetivo externo. O próprio ato de causar desconforto já é recompensador.

Humilha ou expõe alguém em público e demonstra satisfação com a reação Esse tipo de comportamento não é sobre falta de controle, mas sobre um padrão relacional estruturado, que pode indicar risco emocional significativo quando recorrente.

A neurobiologia da crueldade: por que algumas pessoas sentem prazer ao ferir?

Do ponto de vista neurocientífico, o sadismo apresenta um funcionamento atípico no cérebro, especialmente no sistema de recompensa.

Estudos mostram que, ao observar o sofrimento de outra pessoa, indivíduos com traços sádicos podem ativar o corpo estriado, área ligada ao prazer e à liberação de dopamina — o que inverte a resposta emocional esperada.

O que isso significa na prática?

Enquanto a maioria das pessoas sente desconforto diante da dor alheia, o sádico pode experimentar estímulo positivo.

Ao perceber tristeza ou fragilidade no outro, a reação não é empática, mas estimulante Isso explica por que, muitas vezes, o comportamento persiste mesmo diante de sofrimento evidente: não há freio emocional interno suficiente para interromper a ação.

Sobrevivência emocional: como lidar com uma pessoa sádica sem se desgastar?

Conviver com uma pessoa com traços sádicos exige uma mudança estratégica: sair da lógica de confronto emocional e entrar na lógica de proteção psicológica.

Isso porque o sádico se alimenta da reação da vítima — quanto mais emoção, mais reforço para o comportamento.

Qual estratégia funciona melhor?

A técnica mais eficaz nesse contexto é reduzir o valor emocional da interação. Responder de forma neutra, sem engajar emocionalmente, mesmo diante de provocações

Essa postura quebra o ciclo de reforço e diminui o interesse do sádico, ao mesmo tempo em que preserva sua energia emocional.

No longo prazo, o foco deve ser o fortalecimento interno: desenvolver limites claros, reconhecer padrões precoces e entender que não é sua função curar ou mudar esse tipo de estrutura de personalidade, mas sim se proteger dela.

Pessoas sádicas estão por todos os lados

Dessa forma, pessoas que possuem o componente de sadismo em sua personalidade são de difícil convivência, porque geralmente não se arrependem ou sentem culpa ao causar sofrimento a alguém. São frias, críticas e apresentam comportamento pejorativo contra as pessoas.

Portanto, o sadismo é mais comum do que pensamos e se manifesta em diversas formas no dia a dia.

 Por Roberta Gomes – Psicóloga

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Perguntas frequentes sobre pessoas sádicas

Veja, então, as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

O sadismo tem cura? 

Traços de personalidade são resistentes, mas o comportamento pode ser gerenciado se houver consciência de morbidade. A terapia foca na regulação de impulsos e no desenvolvimento de comportamentos pró-sociais.

Qual a diferença entre sádico e psicopata? 

O psicopata é movido pela frieza e ganho pessoal; o sádico é movido pelo prazer emocional na dor alheia. Eles podem coexistir, mas as motivações centrais são distintas.

Por que algumas pessoas se tornam sádicas? 

As causas são multifatoriais, envolvendo desde predisposição genética e neurobiológica até traumas de infância onde a violência foi a única linguagem de poder aprendida.

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Respostas de 10

    1. Olá Cleber!

      Ficamos muito animados em saber que você gostou do nosso conteúdo! Nós publicamos artigos como esse semanalmente e ainda temos posts diários sobre assuntos relacionados à saúde mental no Facebook e Instagram. Nos acompanhe por lá também, trazemos muitos assuntos interessantes!

      Grande abraço!

  1. Infelizmente, conheço uma pessoa que desde pequena gosta de programas violentos ou programas de relação criminosa. Tem o costume de ofender, as pessoas ao seu redor e gosta de entristecer as pessoas próximas. Também tem o problema de limpeza compulsiva. Hoje a pessoa possui 66 anos, e infelizmente com a idade as suas manias aumentaram. Se nega buscar ajuda , tem alguma técnica para saber lhe dar com este tipo de sadismo

    1. Olá Carlos!

      Realmente, com a idade as questões podem se aprofundar, mas elas nunca deixam de ter solução! Sempre há tempo de buscar a ajuda de um profissional, mesmo que a pessoa precise ser acostumada a ideia, inicialmente.
      Lidar com alguém que tem esse comportamento mais agressivo pode ser um desafio também, mas tudo pode ser construído através de diálogo e terapia. Você pode dar o primeiro passo e aprender, junto com seu psicólogo, a melhor forma de lidar com essa pessoa, melhorando a relação de vocês e, futuramente, ajudando ela a evoluir também! É um trabalho, mas que pode trazer grandes resultados com o tempo!

      Nós, da Psicotér, seguimos à disposição para te ajudar nessas demandas!

  2. O sadismo inconsciente está presente no dia a dia das pessoas em pequenas atitudes que eu já percebi. Não precisa ir muito longe. Eu já percebi que todos nós temos um pouco de sadismo. Por exemplo: o nosso lado perverso de sem querer , deseja mal ao outro, querer armar uma trama para que o outro se dane no ambiente de trabalho para depois dar risadas. O fofoqueiro e invejoso tem um pouco de sadismo . Ele quer ter o prazer de destruir a imagem do outro. Isso já é um sadismo.

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