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Orientação sexual para crianças – o que seu filho deve aprender

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Orientação sexual para crianças é considerado tabu ou um assunto delicado para tratar com crianças. Muitas vezes elas acabam descobrindo sozinhas, seja em seu grupo de amigos ou escola, mas é importante informar e ensinar sobre isso desde cedo, para que alguns males, tanto à saúde física quanto mental sejam evitados.

A criança de 0 aos 18 anos de idade passa por 5 fases de desenvolvimento sexual. Portanto, para educa-las é preciso levar em conta cada fase e a relação que estabelece em cada uma.

Até 2 anos: Nesta idade o órgão que concentra o prazer é a boca. É através dela que o bebê descobre o mundo; seja no contato com o seio da mãe ou no ato de chorar, sua primeira manifestação oral. Nesta fase é importante estabelecer um contato afetivo, como realizar brincadeiras que expliquem cada parte do corpo, por exemplo.

2 a 3 anos: A criança passa pela fase do controle das fezes e urinas, o que representa sua autonomia. Nesta fase é importante que os responsáveis não pressionem a criança para largar as fraldas, pois isto pode gerar angústia na criança. Uma dica é elogiá-la quando ela pede para ir ao banheiro ou tenta ir sozinha, por exemplo.

Imagem - educação sexual para crianças3 a 6 anos: É quando a criança se volta para o próprio órgão sexual. Nesta fase é importante esclarecer as diferenças sexuais de uma forma simples, informando que os órgãos sexuais de meninos e meninas são diferentes, mas que ambos têm suas funções e são importantes de formas diferentes.

7 a 11 anos: Período em que passa a se desenvolver a libido, quando há maior desenvolvimento intelectual e social, a criança passa a explorar as diferenças entre ser menino e menina. Nesta fase é importante responder qualquer dúvida sexual que a criança manifestar. Assim como por exemplo, explicar como se dá a concepção dos bebês.

12 anos em diante: É o início da puberdade, quando surgem os desejos sexuais. Nesta fase é importante conversar sobre contracepção, gravidez na adolescência e riscos de infecções sexualmente transmissíveis. Pode-se utilizar livros e ilustrações para auxiliar na construção de conhecimento e orientação sexual.

Nesse sentido, a orientação sexual deve começar antes dos dez anos, pois somente com informação correta às crianças e adolescentes, sem tabus e julgamentos, se conseguirá reduzir os altos números de sexo sem segurança e gravidez na adolescência.

As curiosidades sobre o corpo são naturais desde muito cedo. Os pais e/ou responsáveis devem sempre responder as perguntas dentro da capacidade da criança de entender aquela conversa. Também deve se considerar que cada criança tem uma personalidade e entender o tempo de cada uma de descobrir o mundo a sua volta.

Psic. Caroline Gonçalves – CRP 07/25937

Psicóloga social e clínica, Mestre em Psicologia com ênfase em Psicologia Social 


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