2018 está aí, vamos aproveitar para RECOMEÇAR?

Você já se pegou com aquela dificuldade de tentar outra vez, recomeçar? Um desânimo ou pensamentos negativos que invadem a mente: “não vai dar certo, não sei como fazer diferente…”?

No decorrer da vida, as pessoas passam por momentos de questionamentos e de perdas, que fazem com que elas repensem seus pensamentos e seus comportamentos. Muitos não gostam dos rumos que suas vidas estão tomando, da maneira como se relacionam com os demais ou, ainda, tiveram perdas significativas, seja de pessoas, seja de posições sociais, seja de empregos, etc.

Estes momentos fazem com que muitos precisem recomeçar, muitas vezes do nada. Quem perde um emprego, precisa buscar um novo trabalho; quem perde um ente querido ou uma relação, precisa se acostumar com a ausência da pessoa e viver sem aquele contato; quem se questiona, precisa encontrar novos meios de agir e de pensar.

Não é fácil recomeçar, mas não é impossível. É preciso disciplina e capacidade de perceber a vida de outro modo. Como se faz isso? Aos poucos, com pequenas mudanças de comportamento.

Para recomeçar, é preciso que o indivíduo se posicione de modo diferente daquele que está acostumado diante dos mesmos problemas; é preciso sair de sua zona de conforto; é preciso excluir de sua vida o que não faz bem; é preciso parar de se colocar em posição de vítima e encarar a vida como ela é. É preciso se reconhecer, perceber seus erros e acertos e, acima de tudo, desejar o recomeço.

Quando o indivíduo sente que precisa começar tudo de novo, se reconstruir do zero, é preciso que ele mantenha a calma. Entrar em pânico e perceber as coisas como ruins ou como punições são paralisantes e não levam a lugar nenhum, pelo contrário, causam angústia e tristeza. É preciso que ele perceba a experiência de modo positivo, como uma nova oportunidade de fazer sua vida de modo mais saudável e feliz.

Para mudar o comportamento e os pensamentos, é preciso parar e olhar para dentro de si mesmo, ficar sozinho, muitas vezes, e buscar dentro de si aquilo que se deseja. Mudar é um processo, não acontece do dia para a noite e, muitas, vezes, há recaídas. Como em todas as mudanças, retornar ao comportamento e pensamento conhecidos é comum, pois eles fizeram parte da vida da pessoa por muito tempo. A primeira coisa que se pensa e que se faz é aquilo que se conhece e evitar agir e pensar desse modo é parte do processo.

Algumas dicas podem ajudar neste momento. Elas podem servir de guia para a disciplina e o cuidado com o novo:

  1. Aceitar-se: aceitar a si mesmo é um passo difícil, porém, importante. Ao olhar para si e perceber os pontos positivos e negativos, o indivíduo percebe o que precisa mudar, o que pode manter e cria a capacidade de aceitar os outros;
  2. Aceitar a mudança: não se pode ter medo de mudar. A posição que se conhece é aquela mais segura, sempre. O novo é nebuloso e inseguro, mas sair desta posição pode ensinar muito e fazer com que a vida se torne mais feliz. Como diz a frase de Grace Hopper: “um navio está seguro no porto, mas não é para isso que os navios foram construídos”;
  3. Criar novos hábitos: quando se deseja mudar, ou quando é preciso fazê-lo, é importante que se crie novos hábitos e rotinas, pois os antigos já não têm mais espaço. Iniciar uma atividade física, um curso, mudar de emprego (se possível), rever a dieta, o sono, o lazer, rever a maneira com que se relaciona com os demais e fazer algo diferente são dicas simples e preciosas que podem dar novo “ar” à vida;
  4. Saber que ninguém é um produto acabado: as pessoas aprendem ao longo da vida, pois não nascem prontas e estão sempre em mutação. Cada contato com outras pessoas e cada nova experiência traz novos aprendizados e deixa sua marca;
  5. Ter paciência: reconstruir a vida não é tarefa fácil, pois exige força interior, coragem e confiança. Não é fácil construir estes alicerces, por isso, é preciso aprender a ter paciência consigo, a ser mais flexível e a se amar;
  6. Acreditar: acreditar não é só sinônimo de ter fé, é pensar que o universo conspira a favor de cada um, que tudo aquilo de bom que se faz retorna como algo bom, mesmo que isso não aconteça de modo imediato. Se for uma pessoa de fé, acredite em um ser superior que está atento a você, que te protege e que te guia;
  7. Confiar em si mesmo: acreditar em si e no seu potencial. Cada um tem suas particularidades e podem alcançar seus objetivos. Não há limites para aqueles que acreditam em si;
  8. Ter coragem: desfazer-se dos medos, das desculpas e das limitações e ir com coragem para o centro da sua vida. Viver cada momento como se fosse único e dar o melhor de si, aproveitar o momento, as pessoas, as oportunidades. Permitir-se errar e fracassar, pois isso é parte da vida;
  9. Ser grato: agradecer as pequenas coisas do dia a dia. Agradecer os pequenos gestos, as pequenas vitórias; agradecer, mesmo que ainda não seja tudo aquilo que deseja ou que a mudança não esteja completa;
  10. Pensar em como gostaria que fosse sua vida: imaginar como gostaria de ser, como gostaria de agir e como gostaria de viver. Construir sua vida a partir destes pensamentos e desejos.

Não existe uma fórmula que sirva a todos no processo de recomeçar. Cada um sabe o que quer e o que precisa, por isso, estas dicas servem como um guia para o processo.

Recomeçar pode ser um desejo ou algo imposto pelas circunstâncias da vida. De qualquer modo, é preciso desejar recomeçar. Ninguém deve recomeçar por causa de outro, por causa dos desejos de outra pessoa. Cada um é único e, mesmo que recomece, mesmo que mude, sua essência não mudará.

Se você está com dificuldade de recomeçar e acredita que precisa de ajuda, procure um psicólogo, pois ele pode te ajudar neste momento. Lembre-se de que recomeçar não é fácil e muitas vezes requer a escuta atenta de outro para auxiliar neste processo.

Por Anne Grizza – Psicóloga da Equipe Psicotér

 

 

Se você está com dificuldades para recomeçar, procure um de nossos psicólogos.
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Você não precisa esperar para aproveitar a vida!

 

“Quando eu comprar meu carro, conseguirei fazer os passeios que eu quero”; “quando eu emagrecer, poderei arrumar um amor; “quando eu mudar de emprego, me sentirei mais feliz”; “quando meus filhos crescerem, poderei descansar”; “quando me mudar, irei aproveitar a vida”.

Muitas pessoas repetem frases deste tipo todos os dias. Para elas, a felicidade só acontecerá quando a situação ideal se colocar em suas vidas.

Mas por que isso acontece? Muitas pessoas acreditam que a felicidade pode estar ligada ao momento ideal, à situação perfeita, àquilo que ainda não têm. Elas acreditam que só poderão aproveitar quando estiverem vivendo seus ideais de vida e esquecem que a vida ideal pode estar no aqui e agora e ser incompleta.

O que é ideal de vida? Ideal de vida são todos os planos que os indivíduos fazem para si mesmos, seja em curto prazo ou em longo prazo.

O ideal de vida pode estar relacionado a bens materiais ou a estados de espírito. É a vida que cada um sonhou para si e que busca poder colocá-la em prática.

A vida ideal é aquela que se coloca para cada um e não necessariamente é perfeita. Ela pode ser tranquila e possibilitar que o indivíduo sinta-se bem, apesar dos problemas que possa enfrentar.

A vida ideal relaciona-se à realidade de cada um, enquanto o ideal de vida pode chocar-se com essa realidade.

Para algumas pessoas, mesmo com muitas adversidades, elas encontram espaço para serem felizes. Já outras pessoas não conseguem viver o momento; elas podem estar buscando a vida ideal sem ocupar-se com o que elas realmente possuem.

Estas pessoas não conseguem aproveitar efetivamente suas vidas, pois colocaram para si mesmas algumas metas e, enquanto não as alcançar, não se sentirão completas e nem merecedoras de felicidade.

Quando o indivíduo não consegue aproveitar a vida se não estiver na situação ideal, ele tende a criar barreiras para si mesmo. Não saber aproveitar a vida que se tem gera insatisfação, que pode transformar-se em ansiedade e depressão.

O não ter gera a ansiedade do ter e essa ansiedade pode virar depressão, dado o fato de que nem todos os desejos podem realizar-se logo.

A insatisfação por algo que ainda não se tem acaba se espalhando para todos os pontos da vida do indivíduo e ele passa a enxergar o que não tem, em vez de perceber tudo o que tem. Tudo na vida desta pessoa passa a ser incompleto, pois ela não se sente completa e nesta incompletude, vai ficando cada vez mais infeliz.

Desse modo, não consegue aproveitar as pequenas coisas do dia a dia. Porém, a felicidade é feita dos pequenos momentos, pois ninguém é feliz o tempo inteiro. Todo mundo tem seus problemas, seus dias de mau humor, as contas para pagar e nem sempre estão satisfeitos ou felizes com o que estão vivendo.

E enquanto esse ideal ainda não aconteceu, há que se viver. O relógio não vai parar para que cada um possa ter tempo de fazer o que precisa, as outras pessoas não deixarão de viver o que pretendem. O que acontece, muitas vezes é que, na busca pelo sonho desejado, muitas pessoas perdem outros momentos.

A pessoa que será feliz quando emagrecer perde momentos de lazer por não sentir-se suficientemente magra para sair, a pessoa que está atrás de seu carro para poder passear, muitas vezes deixa de aproveitar um simples passeio com amigos, a pessoa que está esperando a faculdade terminar, pode estar perdendo momentos de lazer ao lado de um bom livro.

Quando o indivíduo se fecha para isso, ele tende a perder. Ele perde, se isola e torna-se o “chato” que nunca está satisfeito, a pessoa que sempre reclama de tudo.

A vida é o que cada um possui. Claro que ela é cheia de desejos e de sonhos, mas ela só acontece no presente; o passado ensina e o futuro ainda é incerto. A busca pela felicidade acontece todos os dias, em cada momento e todo mundo está buscando alguma coisa.

Aproveitar cada momento da vida como se fosse o último deveria ser a meta de cada indivíduo. Quando se fala em aproveitar, fala-se muito das pequenas coisas e muito pouco das maiores, mas elas também podem ser motivo de felicidade, mesmo que ainda não sejam o ideal:

Poder apreciar as flores em um jardim, o sol brilhante, uma volta em algum parque, o ar que se respira, um filme, uma comida gostosa, um passeio a uma cidade que se deseja conhecer, entre muitos outros.

Saber aproveitar a vida é tirar dela o que tem de bom e de ruim. Usar os problemas para encontrar novas soluções e se fortalecer para a próxima batalha, aproveitar as pequenas felicidades para relaxar, rever seus atos, repensar. Viver não é perfeito, sempre haverá alguns obstáculos.

Se você acredita que precisa completar sua vida com algo ou com alguém, percebe que nada o deixa satisfeito, pois falta aquilo que tanto deseja, procure a ajuda de um psicólogo, pois você pode estar perdendo momentos de muita felicidade.

Lembre-se: a felicidade não está somente em um lugar, em uma coisa ou em uma situação específica, ela pode ser encontrada nas pequenas coisas com as quais as pessoas se deparam todos os dias.

Por Anne Griza – Psicóloga da Psicotér

 



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Clinomania: A doença que se confunde com preguiça

sono psicologo porto alegreVocê sabia que aquele desejo excessivo de não sair da cama e ficar deitado, seja dormindo ou não, pode ser um distúrbio chamado clinomania? Às vezes confundida com preguiça ou mesmo depressão, a clinomania tem características próprias.

A palavra clinomania tem suas origens em grego, o que significa “obsessão com o sono” e, embora você não acredite, temos certeza de que você sofreu pelo menos uma vez; porque de acordo com as estatísticas, pelo menos 70% das pessoas já experimentaram. Clinomania é o excessivo desejo de ficar na cama. É o desejo de não sair da cama, ficar debaixo das cobertas e com cabeça no travesseiro. Uma vontade muito, mas muito grande de ficar deitado, no caso dormir muito.

De difícil diagnóstico, a Clinomania pode ser confundida com outros males como Distúrbio do sono, Depressão e Síndrome da Fadiga Crônica.

Para se identificar a Clinomania, deve-se observar outros males que podem ser confundidos com ela, e a partir de então – através da exclusão – identificar o mal. As pessoas com Clinomania apresentam um excessivo desejo de ficar na cama, sem que estejam com um dos males descritos a seguir:

  • Distúrbios do sono:

Muitas pessoas têm problemas para dormir, desde apnéia do sono a simplesmente ser incapaz de adormecer.

  • Depressão:

Aqueles que sofrem de depressão podem ter dificuldade em levantar-se para enfrentar seu mundo, mas as razões por trás são muito diferentes aos que sofrem de Clinomania.

  • Síndrome de Fadiga Crônica:

Aquele que sofre de síndrome da fadiga Crônica também terá dificuldade em encontrar a energia e o impulso para sair da cama, mas isso é por causa de sua doença ao invés de Clinomania.

Pessoas diagnosticadas com Clinomania tendem a ter padrões de sono invertidos, dormem constantemente durante o período vespertino e ficam acordados a noite, sendo naturalmente induzidos a não comparecer a atividades matinais.

Quando é afetada pela clinomania, a pessoa já não fica na cama por estar triste ou com dores, mas porque gosta do ambiente confortável e não quer deixar de sentir esse aconchego. Em dias chuvosos e nublados, por exemplo, esse sentimento é ainda maior, mas não está relacionado com sinais ou sintomas clínicos e patológicos.

Na maioria dos casos, o diagnóstico da clinomania é feito a partir da exclusão, já que se trata de um tipo de distúrbio relativamente raro. Para a maioria das pessoas, o difícil é entender como a condição se manifesta.

A clinomania é mais comum entre as mulheres, especialmente na faixa dos 20 aos 40 anos, embora também possa acontecer em outras idades e também em homens. A maior incidência nas mulheres adultas pode ser explicada em função das mudanças hormonais que ocorrem nesse período.

Além disso, a terceira idade também é bastante vulnerável ao distúrbio, já que os mais velhos tendem a deitar mais durante o dia, em função das poucas ocupações, o que favorece o desenvolvimento da clinomania.

Apesar de dormir quando se está cansado ser um excelente refresco para a mente, e necessário para manter o organismo funcionando, as pessoas não nasceram para ficar paradas. O corpo precisa ficar em constante movimento para que as funções naturais não sejam prejudicadas. Portanto, vale lembrar que a condição tem cura, desde que seguidas todas as recomendações médicas.

Depois de feito o diagnóstico clínico, pode surgir a necessidade do uso de medicamentos específicos para melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento psicológico, aliado a exercícios físicos também é uma alternativa comum.

As pessoas que sofrem com o distúrbio não sentem preguiça, mas uma vontade imensa de permanecer na posição horizontal, deixando de lado os afazeres para apenas ficarem deitadas. Ou seja, sofrem de um distúrbio real e preocupante.

Por Lívia Atkinson – Psicóloga da Psicotér



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Como manter a motivação no trabalho?

Você já tentou manter a motivação no trabalho e não conseguiu? Sentiu-se entediando, desanimado, cansado, sem vontade de ir trabalhar? Muitos de nós já passamos por isso. Sentimo-nos frustrados e descontentes com o nosso desempenho no trabalho.

 

Por algum motivo, você começa a se sentir inseguro, os objetivos e metas começam a não ficarem claros. A vontade que impera é a de largar o trabalho, largar tudo o que está fazendo.

 

Manter-se motivado é um desafio, pois ela vai além de um bom salário e dos benefícios oferecidos pela empresa. Ela envolve um estado geral de realização, que engloba pensamentos, percepções e objetivos de vida. Mas não fique se sentindo fracassado.

 

Existem comportamentos que podem ajudar a aumentar a motivação para que seu rendimento volte a ser como antes. 
  • Tente identificar e entender o que está acontecendo com você. Compare o antes e depois para entender que a fase é passageira, você não se sentia assim antes.
  • Entenda exatamente o que você faz no trabalho. Quando você se apropria do que está produzindo, a sensação de prazer e de que você está no caminho certo vai lhe dando gás para continuar no mesmo ritmo.
  • Tente não reclamar. Tente encontrar uma solução para as dificuldades e não gaste energia reclamando.
  • Encontre um tempo para você. Mesmo que seja por pouco tempo, tire um período para dedicar-se a coisas que você gosta, para cuidar de si. É importante desligar do trabalho para você não se sentir sobrecarregado.
  • Reconheça suas habilidades. Repare em si e veja o quanto você é capaz de desenvolver diversas atividades em diferentes contextos da sua vida. Confiar em si e valorizar-se são fundamentais para manter a motivação no trabalho.
  • Não deixe a sua rotina repetitiva. O trabalho inevitavelmente exige uma constância, horário a cumprir e etc.
  • Procure, nas suas atividades de lazer, diferenciar as atividades prazerosas para que não seja mais uma coisa repetitiva em sua vida.
  • Cuide das suas emoções. Ansiedade, tristeza, irritabilidade, problemas pessoais causam desmotivação. O equilíbrio emocional é fundamental para você ter uma boa qualidade de vida e poder enxergar os problemas com maior clareza.
  • Converse com seu chefe. Explique a ele o que lhe faz mal, assim ele pode lhe ajudar a encontrar uma solução. Porém, se você acha que ele não é acessível ou não se sente a vontade de falar sobre seu problema com ele, não guarde para si. Procure ajuda de um familiar ou amigo para desabafar.
  • Procure manter sua vida social ativa. Ir a uma reunião com amigos, procurar se divertir com eles, jogar conversa fora sempre é uma boa pedida para aliviar o estresse do dia a dia.
  • Procure descansar. Ter um sono saudável é fundamental para que você exerça suas atividades. O cansaço físico e mental é um grande vilão para a desmotivação no trabalho.
  • Reveja suas metas e pense sobre como você pode fazer para alcançá-las. Isso pode lhe ajudar muito a se motivar novamente.
  • Não assuma mais coisas do que você pode dar conta. O excesso de afazeres lhe distancia dos seus propósitos e deixam você mais longe de aonde quer chegar.
  • Um passo de cada vez. Não pense no montante de trabalho, procure dar um passo de cada vez para, aos poucos, ir visualizando em um período menor de tempo os passos do seu avanço.
  • Procure lembrar-se sempre do porquê você está se empenhando para os projetos.  

Lembrar-se do quanto é importante para você o resultado final do seu trabalho, o ajudará a manter-se motivado. 

A motivação é o principal combustível para o seu desempenho no trabalho. Quanto mais você estiver motivado, mais dará o melhor de si e consequentemente, vai alcançar seus objetivos.

Por Roberta Gomez – Psicóloga da Psicotér

 

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Será que estou acomodado ?

“Odeio meu trabalho, mas tenho receio de não conseguir algo melhor”.

“Estou infeliz no meu relacionamento, mas e se ninguém mais me quiser?”.

“Tenho muita vontade de morar fora do país, porém fico assustado só de pensar em me virar sozinho”.

Você se identificou com alguma destas situações? Sabe o que elas têm em comum?  Em todas elas as pessoas apresentam medo do novo, medo daquilo que é incerto, do desconhecido.  

Este medo do novo pode apresentar diversos sintomas:

Os principais sintomas físicos são: coração acelerado, dificuldade ao respirar, sentir uma pressão no peito, tremor nas mãos, suor excessivo, entre outros.

Já os sintomas do pensamento são: preocupações com o que pode dar errado, tentar controlar todas as variáveis possíveis, não conseguir tomar decisões e se comprometer com elas, entre outros.

Independente das formas que isso se manifesta na pessoa, o resultado é sempre o mesmo: A pessoa se vê presa a determinada situação, acomodados, nutrindo medos que nos impedem de crescer.  

Não há dúvida de que todos estes sintomas estão sendo ordenados pelo cérebro e sabemos que ele é uma ferramenta essencial e extremamente complexa, capaz de desempenhar funções que a própria ciência ainda não consegue explicar. É ele o grande responsável por temermos o que não conhecemos e buscarmos aquilo que já se sabe, em outras palavras – ele prefere manter problemas que já são conhecidos.

“Bom, se o meu cérebro é responsável por isso, então não tem nada que eu possa fazer?”.

Claro que tem! De forma alguma precisamos ser refém de nossos medos. Tenho certeza que já houveram inúmeras situações na tua vida nas quais tu sentiu medo e mesmo assim seguiu em frente. Lembre-se do seu primeiro beijo, da primeira vez que dirigiu um carro ou do seu primeiro dia de aula. Para quase todas as pessoas, estas situações são carregadas de medo e incertezas, mas o que fez a diferença foi realizá-las apesar dele. Se o beijo foi bom ou se conseguiu dirigir sem apagar o carro, não interessa muito para nós neste momento. Até porque é bem provável que o beijo tenha sido no mínimo estranho e que o carro tenha sido religado algumas vezes. O que vale agora é o fato de que para conquistarmos algo precisamos lidar com a incerteza e ter coragem de enfrentar o medo que nela se prende.

Neste processo de enfrentamento a terapia cognitivo-comportamental pode te ajudar bastante. Através de técnicas que te ajudam nas tomadas de decisões, nos pequenos passos para conquistar os seus objetivos e combatendo junto contigo os medos que o fazem permanecer nesta zona de conforto que há muito já deixou de ser confortável. Lembrando que o corajoso não é aquele que não sente medo e sim aquele que age apesar dele.

 

Por Rodrigo Fernandez – Psicólogo da Psicotér


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