VOCÊ SABE O QUE ANORGASMIA?

Marisa é uma mulher de 37 anos, empresária, casada e com dois filhos, conta que nunca teve orgasmo nas relações sexuais, somente através da masturbação e, ainda assim, somente algumas vezes. Ela procura ajuda, pois não se sente “mulher o suficiente” e “não consegue fazer seu marido feliz”, já que nunca conseguiu atingir o orgasmo com ele, em mais de vinte anos de relacionamento.

A paciente chega para a psicoterapia bastante triste, muito ansiosa e com sua autoestima muito baixa. Marisa repete diversas vezes que não é mulher o suficiente e que nunca fará um homem feliz. Já procurou um ginecologista, que assegurou a ela que ela é plenamente apta a ter orgasmos, mas sua “cabeça não está deixando”.

Marisa é a filha do meio de uma família de sete irmãos. Sua infância foi bastante humilde em uma cidade do interior, que ela brincava muito e era muito feliz, apesar de ser bastante reprimida pelos pais e pelos irmão, principalmente os homens, muito religiosos, que afirmavam que tudo era pecado e que qualquer deslize poderia levá-la ao inferno.

Conheceu seu marido quando tinha 15 anos de idade e logo começaram a namorar. O casamento aconteceu quando ela tinha 18 anos e logo se mudaram para a capital, para tentar a sorte. O marido de Marisa foi sua única experiência sexual e ela perdeu a virgindade somente depois do casamento, pois tinha muito medo de estar pecando.

Ela diz que sua primeira experiência sexual foi dolorida e frustrante. Teve muito medo, sabia muito pouco sobre sexo e ficou muito ansiosa, apesar de seu marido tentar fazer, segundo suas palavras, “tudo de maneira calma e gentil”. Para Marisa, o sexo com seu marido é muito bom, ela sente muito prazer durante as preliminares, tem vontade de fazer sexo com ele, mas nunca consegue atingir o orgasmo.

Aos 25 anos quando, numa noite em que dormiu sozinha, masturbou-se. Ela diz que ficou tão feliz e relaxada que seu marido estranhou seu comportamento e ela teve que dizer a ele o que fez. Segundo ela, seu marido a apoia, mas não compreende o motivo pelo qual ela não sente orgasmo quando tem relações sexuais com ele.

Marisa procurou ajuda através de Psicoterpia e a psicóloga, de maneira aberta e sem restrições, iniciou com informações sobre sexo e Anorgasmia e ela descobriu que muitas mulheres não conseguem atingir o orgasmo, pois a sexualidade é ainda assunto “tabu”, apesar de toda informação disponível. Marisa descobriu que, apesar de seus vinte anos de casada, ela tinha pouca experiência sexual, pois não costumava experimentar coisas novas. Ela relatava que não seguia mais uma religião como seus pais e irmãos e que já não tinha mais o mesmo pensamento sobre pecado, mas que mesmo assim se sentia muito constrangida em explorar sua sexualidade.

Durante a terapia, Marisa foi incentivada a descobrir seu corpo, a se tocar, experimentar posições novas, viver sua sexualidade consigo mesma de modo saudável. Ela foi incentivada a ler mais sobre sexo, a buscar informações sobre o assunto e conversar sobre o que era dito a ela quando mais jovem. Conhecendo mais sobre si, Marisa pôde mostrar a seu marido o que gostava e como gostava, pôde tomar também para si a responsabilidade pelo sexo e entender que a mulher também pode ter desejos.

Marisa não só mudou seu comportamento na cama, mas ela também conseguiu, desse modo, mudar alguns comportamentos submissos em sua vida diária. Na empresa de construção que tem com o marido, ela passou a gerenciar de maneira mais firme seus negócios, dado o fato de que se sente mais dona de si e de sua vida.

Marisa consegue ter mais orgasmos agora, apesar de ainda não senti-los em todas as relações sexuais, mas também aprendeu que sexo não é somente o orgasmo, que existem outras etapas como o desejo (a vontade de ter relações sexuais em si) e a excitação (quando o corpo e a mente reagem aos estímulos sexuais antes ou durante o ato sexual), que são muito importantes também e que podem ser muito prazerosos.

Seu marido, seus filhos, seus amigos e familiares percebem Marisa muito mais feliz consigo mesma. Com a psicoterapia, ela ganhou qualidade de vida, pois conseguiu compreender o porquê de seu sofrimento. Hoje ela sabe que muito do que foi dito a ela como verdade em sua vida, são informações que condizem com a realidade de determinados grupos, em determinadas épocas.

Marisa, hoje, compreende inclusive a religião de maneira diferente. Ela fez as pazes com sua sexualidade e com sua vida. Agora, ela pode sorrir e sentir-se uma mulher completa, como sempre quis.

Por mais que as pessoas falem mais sobre sexo do que falavam antes, ele segue sendo um assunto tabu.  Muitas vezes homens e mulheres se sentem envergonhados por não conseguir atingir o orgasmo durante suas relações sexuais e acabam mantendo isso em segredo, prejudicando a si mesmo e ao seus parceiros.

A sexualidade não é mais um tabu e todos merecem usufruir dela da melhor forma possível, se você acredita que sentir prazer durante as relações sexuais é algo impossível, não precisa ser assim!

 

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Pessoas sádicas: Como identificar estas personalidades?

Se você conhece alguma pessoa que sente prazer, satisfação quando escuta tragédias, dificuldades, desgraças, gosta muito de histórias de violência, crimes, gosta de machucar os outros, vê-los sofrendo ou sente prazer em magoar, fazer o outro sofrer, você conhece uma pessoa sádica.

Pessoas sádicas não são necessariamente serial killers ou pervertidos sexuais. Personalidades que apresentam algum grau de sadismo estão por toda a parte e esta característica é mais comum do que você pensa.

O sadismo sexual é a forma mais conhecida por nós. Caracteriza-se por utilizar a agressividade, infringir dor ou humilhação no intuito de obter prazer sexual. Alguns parceiros utilizam estes meios para apimentar a relação e aumentar o nível de excitação.

Porém, a característica sádica vai além do âmbito sexual. Ela está ligada a obtenção de prazer emocional ao observar o sofrimento alheio, controlar e possuir poder sobre os outros, o que inclui diversas formas de prática de sadismo como maus tratos a animais, violência doméstica, bullying, abuso militar e policial e a “trollagem”.

Pessoas sádicas que praticam maus tratos a animais apresentam duas formas de fazê-lo. Alguns praticam a crueldade ativa, onde há intenção deliberada de machucar um animal causando-lhe dor e sofrimento, por exemplo, achar graça em colocar sal na lesma, caçar passarinhos por esporte, chutar um cachorro; outros praticam a crueldade passiva, realizando uma negligência intencional, criando sofrimento prolongado como, por exemplo, deixar de alimentar um animal.

Outra forma de praticar o sadismo, a violência doméstica pode ser realizada de forma explícita ou velada, praticada dentro de casa, em ambiente familiar e inclui diversas práticas como abuso sexual, maus tratos e agressão física.

O bullying, prática muito conhecida por nós atualmente, também é uma forma de sadismo. A pessoa que pratica agride intencionalmente, verbal ou fisicamente, outra pessoa ou grupo de pessoas, de modo repetitivo e sistemático. Ela ameaça, oprime, intimida, humilha, maltrata e sente prazer em fazer isso.

Pessoas sádicas podem ter cargos de autoridade e utilizam desse benefício para praticá-lo, com condutas abusivas de poder, uso injusto ou impróprio da autoridade em relação a algo ou alguém, como por exemplo, abuso policial, utilizar um cargo de autoridade para humilhar, agredir as pessoas.

Por fim, a “trollagem” também é uma prática realizada por pessoas sádicas. Consiste em sacanear pessoas que estão em uma conversa na internet com argumentos sem sentido, apenas pelo prazer de zoar, chatear, humilhar as pessoas e perturbar a conversa.

Estas práticas de sadismo auxiliam na identificação deste tipo de personalidade, mas, muitas vezes, a manifestação sádica se esconde atrás de sutilezas no dia a dia. Frases como “ela precisa sofrer para aprender a viver”, “ele precisa entender que só conquistamos as coisas na vida depois de muito sofrimento”, “ele perdeu aquele jogo, bem feito”, “ele tem que pagar pelo que ele fez, deixa sofrer”, indicam pensamentos sádicos em relação aos outros.

Pessoas que possuem o componente de sadismo em sua personalidade são de difícil convivência, porque geralmente não se arrependem ou sentem culpa ao causar sofrimento a alguém. São frias, críticas e apresentam comportamento pejorativo contra as pessoas. Portanto, o sadismo é mais comum do que pensamos e se manifesta em diversas formas no dia a dia.

 

Por Roberta Gomes – Psicóloga da Psicotér


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Por que meus relacionamentos não dão certo? Tenho o dedo podre?

Existem muitas pessoas que afirmam não ter sorte no amor e ter o “dedo podre”. Não é raro encontrarmos na clínica e entre nossas relações, pessoas que parecem não se acertar com ninguém. Essas pessoas, muitas vezes, viveram um significativo número de relacionamentos que não duraram (não falaremos em sucesso, até porque o sucesso de um relacionamento não está ligado ao tempo que ele durou) e se frustram por não encontrarem a sua metade da laranja.

Para alguns, isso é carma; para outros, falta de sorte ou o famoso “dedo podre”. O que acontece, na realidade, é que essas pessoas tendem a repetir padrões em suas relações; padrões esses que são desajustados e as levam ao sofrimento em seus relacionamentos.

Mas como assim padrões?

Padrões de comportamento são os modos de encarar a vida, são as respostas aos desafios que cada um dá. Esses padrões são aprendidos desde a infância e moldam o jeitinho de cada um. Todos agem a partir de seus padrões, o que acontece com alguns indivíduos, como já mencionado anteriormente, é que esses padrões são desadaptativos, ou seja, não permitem que a pessoa consiga se desenvolver e desenvolver seus relacionamentos de modo sadio.

Os padrões de comportamento surgem a partir das crenças subjacentes, que são as regras, as atitudes e as suposições de cada um. Essas, por sua vez, surgem das crenças centrais, que são as “verdades” de cada um e são a base para cada sujeito encarar a realidade. As crenças centrais surgem e se desenvolvem desde muito cedo e podem ser explicadas por aquilo que cada um vivenciou e guardou para si como verdade. Por exemplo, uma criança que experienciou a traição de um dos pais no relacionamento, poderá internalizar que nas relações as pessoas sempre são traídas. Uma criança que perdeu um dos pais e foi abandonada por outro, terá dificuldade em se aproximar intimamente de alguém, devido à crença de que as pessoas sempre vão embora. Um indivíduo que desde muito cedo experienciou o amor e o carinho, tenderá a ser carinhoso e amável em suas relações. As crenças centrais são de difícil identificação, sendo analisadas a partir dos padrões de comportamento e dos pensamentos automáticos.

Então o que acontece com quem não consegue manter um relacionamento, ou não consegue manter um relacionamento saudável? Para essas pessoas, as crenças desadaptativas fazem com que elas desenvolvam padrões de relacionamento desadaptativos, ou seja, elas se relacionam de modo não saudável e tendem ao sofrimento ou seus relacionamentos ficam destinados ao fim.

Simples? Não, nada simples, pois as crenças centrais, que definirão os padrões de comportamento, são de difícil identificação e acesso, dado o fato de serem inconscientes, fazendo com que o indivíduo não reconheça outros modos de agir em seus relacionamentos.

Alguém que recebeu pouco afeto físico em seus primeiros anos de vida, principalmente das figuras parentais, tende a levar seus relacionamentos de modo menos afetuoso, com poucas trocas de carinho. Essa frieza, não é reconhecida pelo indivíduo como um padrão disfuncional, pois foi assim que ele aprendeu que as coisas são. Por mais que esse indivíduo observe outros relacionamentos, não reconhece o carinho e o afeto como verdades, pois a sua realidade interna é outra.

Em vista disso, podemos entender que a falta de sucesso nos relacionamentos está ligado aos padrões de comportamento dos indivíduos. A pessoa acaba não se adaptando, pois o levam ao sofrimento em suas relações, levam ao final, porque o outro também tem seus padrões, mais adaptativos ou não, mas que são incompatíveis.

E como resolver isso? Buscando a ajuda de um profissional da psicologia, pois as crenças e, consequentemente, os padrões desadaptativos, só serão reconhecidos e passíveis de mudança através da psicoterapia. Por serem inconscientes, muitas vezes a pessoa sabe que sofre, sabe porque sofre, mas não reconhece seus padrões e as crenças centrais.

Por isso, se você sofre para ter ou para manter um relacionamento amoroso, a busca de um profissional se faz necessária, para conhecer onde está o problema esta é a melhor maneira de solucioná-lo, mudando os modos de pensar e de agir. Todo mundo merece a sua metade da laranja e, para alguns, a ajuda se faz necessária para este relacionamento ser satisfatório.

Por Anne Griza – Psicóloga da Psicotér

 


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Vai passar o Dia dos Namorados sem companhia? Veja 8 dicas para solteiros fugirem dos “relacionamentos-fantasmas”

Namorados12 de Junho, Dia dos Namorados. Para a maioria das pessoas a data é marcada pela troca de presentes, jantares românticos e declarações de amor. A cada ano a data vem sendo mais explorada, especialmente pelo comércio. A necessidade que o indivíduo tem de participar desse tipo de evento já pode ser comparada às grandiosas festas de fim de ano, e uma eventual exclusão social pode levar a crises de ansiedade, desilusão, depressão e até mesmo a um estado extremo de frustração.

O inconsciente do indivíduo, em épocas de datas comemorativas, pode dominar o estado psicoemocional e trazer à tona lembranças desagradáveis de antigos relacionamentos que aparentavam estar resolvidos, mas que continuam em estado latente de repressão, os chamados “Relacionamentos-Fantasmas”. Junto disso, sentimentos como tristeza, angústia e mágoa voltam a aflorar.

Em casos em que há um ex somado à presença dos filhos da antiga relação, a situação pode se agravar. O sujeito pode tentar proporcionar um falso revival, popularmente chamado de flashback, trazendo complicações à tona relacionadas à rotina de ambos, o que não é aconselhável. O medo da solidão, principalmente no dia 12 de Junho, pode fazer com que casais separados tentem retomar um relacionamento que já não existe, não se propondo a conhecer novas relações. “Ex é ex” e merece receber cordial respeito e não reaver algo que passou. Freud já dizia: “O passado foi feito para ser ultrapassado”.

1 – Viva a data normalmente, sem se preocupar com as reminiscências psicológicas do passado;

2 – Procure sair com os amigos para lugares que não remetam às antigas relações;

3 – Saiba relembrar os momentos do relacionamento anterior de forma saudável e positiva;

4 – Tente praticar alguma atividade física no dia. Essa pode ser uma grande oportunidade de melhorar os maus hábitos, além de ser uma excelente maneira de esquecer os momentos da antiga relação;

5 – Procure não transferir características pessoais e fantasiar momentos de seu antigo relacionamento ao atual, se tiver;

6 – Dê o devido valor à sua relação atual, se tiver, desfrutando o momento e não fantasiando em cima da relação anterior;

7 – Fuja da depressão. Ficar em casa em uma data como esta só acarretará maus pensamentos;

8 – Caso a data coincida com a visita de seu ex-parceiro aos filhos, faça o possível para não ter um encontro indesejado.

Alexandre Bez – Psicólogo especializado em Relacionamentos pela Universidade de Miami, Flórida. 

Ciúme normal ou doentio?

Um dos grandes motores de um relacionamento destrutivo é, com certeza, o ciúme. Mas cuidado, ele é traiçoeiro e até uma doença.

O ciúme é uma emoção inerente ao ser humano e é considerado algo muito comum, já que todos nós de alguma forma já o vivenciamos, porém, tanto sua ausência como o excesso podem prejudicar o relacionamento.

Geralmente surge quando uma pessoa sente que um rival (real ou imaginário) passa a receber as atenções da pessoa amada. O indivíduo sente alguma ameaça frente a um relacionamento muito valorizado, fato este que oferece risco à sua segurança afetiva, ou seja, a possível perda do ser amado.

Enquanto isso, o ciúme…

O ciúme patológico ou doentio é um ciúme extremamente potencializado caracterizado por comportamento excessivo, irracional, obsessivo e invasivo. A maioria dos ciumentos patológicos são pessoas normais, sem traços de doença psicótica. Geralmente não aceitam que tem um problema.

Se o que está por trás é o intuito de cuidar, zelar, tudo bem. A questão é quando o que o sustenta é o sentimento de posse (egoísmo) e depreciação, ‘mui’ amigos de um cara chamado delírio, primo da paranoia.

Senhoras e senhores, aqui nasce o ciúme patológico:

Em meio a esta emoção intensa o indivíduo passa a ter comportamentos obsessivos e incontroláveis para sanar suas dúvidas, tais como:

Verificar se a pessoa está no local onde informou que estaria e se realmente e se está com quem disse que estaria, violar correspondências, além de checar bolsos, bolsas, carteiras, recibos, roupas íntimas, contrata detetives particulares, etc.
Estão constantemente buscando evidências e confissões que confirmem suas suspeitas mas, mesmo assim as dúvidas permanecem quando não aumentam ainda mais, já que a confissão do outro nunca é detalhada ou fidedigna em relação à expectativa do ciumento.

Quais são as Causas?

O ciúme pode surgir nas relações interpessoais em várias fases da vida e por diversos motivos.

Inicialmente pode surgir por: insegurança, baixa auto-estima, imaturidade emocional, ou seja, aspectos emocionais relacionados à vida afetiva da pessoa. Somado a tudo isso o ciúme pode se instalar pelo medo do abandono, da solidão, da sensação de perda emocional, de controle e sobretudo da maneira como o casal conversa e enfrenta suas dificuldades.

Principais características do comportamento do ciumento doentio:

Grande desejo de controle total sobre os sentimentos e comportamento do companheiro;
Preocupação excessiva com relacionamentos afetivos anteriores (o passado) do companheiro;
Desconfiança excessiva e infundada do companheiro;
Frequentes questionamentos opressivos junto ao companheiro;
Busca frenética por confirmações da sua desconfiança;
Pensamentos repetitivos de receio, ressentimento culpa e acusação;
Reações físicas, espontâneas ou frequentes, como dores pelo corpo, taquicardia, dor de cabeça, sudorese e tremedeira;
Ciclo vicioso: dúvida-desconfiança-chilique-culpa-carinho-“eu vou mudar”.
Uma pessoa se submete a este tipo de relação por diversos motivos, entre eles, baixa autoestima, dependência emocional, ausência de referência de amor, culpa, emoções fantasiosas, falta de amor próprio, inferioridade… a lista é grande, diferencia-se pelas particularidades de cada ser humano.

Procure ajuda profissional, independente se você é o ciumento ou sofre com o ciúme do seu parceiro. São problemáticas sérias que você não conseguirá se livrar sozinho, acredite.

É preciso reaprender a relacionar-se sem o controle e libertar-se da angústia da dúvida para experimentar o prazer de um relacionamento “saudável”, onde ambos possam compartilhar momentos de tranquilidade, sem ter que abrir mão de sua individualidade ao mesmo tempo. Isso é possível, basta querer.

Resolva-se e seja feliz.

Psicoterapia Domiciliar

Atendimento psicológico domiciliar/clinico em Porto Alegre e Grande Porto Alegre à crianças, adolescentes, adultos, 3ª idade e família.

A procura pelo auxílio de um psicólogo pode se dar pelos mais diversos motivos que vão desde problemas emergenciais muito bem focalizados, orientações e esclarecimentos, dificuldades existenciais ou mesmo pela busca de autoconhecimento.

Entre tais motivos podemos destacar: perdas (de um ente querido, emprego, separação conjugal, etc.); problemas de relacionamento interpessoal com a família, amigos, colegas de trabalho, cônjuge; timidez; depressão; stress; insegurança; dificuldades afetivas; incapacidade para lidar com mudanças; fobias; pânico; alterações freqüentes de humor; transtorno de ansiedade; transtorno obsessivo-compulsivo; transtornos alimentares; problemas sexuais; doenças psicossomáticas; problemas de aprendizagem; orientação vocacional; crises de transição das fases da vida como adolescência, maturidade, envelhecimento, etc.

Quanto mais cedo se procura ajuda, mais cedo se diagnostica e se trata o problema.

Você já se decidiu pelo tratamento?

Que bom, siga em frente!

Ainda não?

Mas quer apenas conhecer a psicóloga e a sua forma de trabalho? Que bom também, já está no caminho!

Você agenda sua primeira consulta por telefone. Com dia e horário marcado você terá 50 minutos para expor suas necessidades, intenções, dificuldades, esclarecer suas dúvidas e também será orientado (a) sobre alguns aspectos do processo. É um tempo reservado para você!

Neste primeiro encontro você poderá usufruir do momento terapêutico sem o compromisso de fazer o tratamento futuro. Sua decisão será respeitada.

Cada pessoa é um indivíduo único e será levada em conta a característica de personalidade no que se refere ao enquadre (abordagem a ser usada).

Tem medo?

Cada profissional tem sua maneira de trabalhar, cada um com suas particularidades. É importante você ficar à vontade, gostar, se sentir acolhido e entendido. A empatia é justamente isso, poder mostrar-se sem receio e sentir que pode ser aceito pelo que é.

O que te impede?

Todos devemos ser capazes de vencer as dificuldades, os obstáculos, por mais fortes e traumáticos que elas sejam. Pode ser desde um desemprego inesperado, a morte de um parente querido, a separação dos pais, a repetência na escola ou uma catástrofe como um tsunami.

Porém existem pessoas que não conseguem desenvolver suas potencialidades por si só e é preciso um apoio profissional, alguém que te entenderá, te ouvirá e te levará a descobrir os caminhos necessários para desenvolver-se saudavelmente.

Todos os procedimentos psicológicos previstos para o atendimento clínico são utilizados no atendimento domiciliar.

Entre em contato, agende uma visita e desenvolva-se.

É na crise que nos transformamos em pessoas mais fortes”.