Fadiga crônica: por que você se sente cansado mesmo dormindo o suficiente?

 

Nos dias atuais, é comum escutarmos alguém reclamando de cansaço. A correria do cotidiano é grande e estressante. São muitas atividades diferentes para dar conta: cuidar dos filhos, trabalhar, estudar, preparar uma refeição, cuidar da casa, fazer os temas de casa com os filhos e assim por diante. Não raro, nos sentimos demasiadamente cansados e com vontade de não fazer “nada”. Até aí tudo dentro do esperado.

Porém, existe outro cansaço difícil de explicar pelo excesso de atividades do dia a dia. Por mais que a pessoa durma, parece que nunca está descansada o suficiente. A sensação de cansaço pode ser tão grande, que a pessoa mal consegue executar as tarefas que se disponibilizou a fazer durante o dia. Este tipo de cansaço recorrente é o que denominamos fadiga crônica.

A fadiga crônica atinge milhões de pessoas e se caracteriza pelo cansaço extremo que, conforme o dia vai passando, só vai piorando, não importa se você está trabalhando sentado ou fazendo alguma atividade física. Mesmo que a pessoa descanse após a atividade, o cansaço não melhora.

A real causa da fadiga crônica ainda não foi definida. No entanto, sabe-se que fatores de risco para desenvolvê-la são: idade (mais comum em pessoas com idades entre 40 e 50 anos), sexo feminino e estresse (nas relações de trabalho, íntimas e familiares).

Além do cansaço excessivo, outros sintomas da fadiga crônica são:

😴 Falta de motivação;

😴 Dor de cabeça constante;

😴 Dor muscular sem justificativa;

😴 Esquecimentos e falta de concentração;

😴 Sono excessivo ou insônia;

😴Dores nas articulações;

😴 Irritabilidade;

😴 Febre;

😴 Garganta inflamada;

😴 Suor noturno;

😴 Confusão mental;

😴 Alterações de humor;

😴 Problemas digestivos;

😴 Sintomas depressivos e de ansiedade;

😴 Pensamentos suicidas;

😴 Aumento dos gânglios linfáticos no pescoço e axilas.

Juntamente com esse conjunto de sintomas que afetam a pessoa física e psicologicamente, prejuízos nas relações comprometem ainda mais a qualidade de vida. Muitas vezes, pessoas que presenciam essa condição não entendem o que está acontecendo com o amigo, familiar ou colega de trabalho. Como consequência, a pessoa acaba se isolando das suas relações por medo do julgamento, o que acaba contribuindo para a piora dos sintomas.

Se você tem alguns desses sintomas por menos seis meses, pode ser que esteja com fadiga crônica e precisa de tratamento. A melhora pode ser alcançada com o uso de medicação em concomitância com acompanhamento psicológico. As medicações geralmente utilizadas são antidepressivos, ansiolíticos e analgésicos. A psicoterapia irá auxiliar na estruturação de respostas emocionais em busca de uma melhor qualidade de vida, melhorando a autoestima, as relações com amigos, familiares e no trabalho. Também, a mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos regulares são imprescindíveis para a melhora da fadiga crônica.

Por Roberta Gomes – Psicóloga da Psicotér

 


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Como lidar com a impaciência no trânsito?

 

Ter o seu próprio carro e poder se locomover pelas cidades é o sonho de muitas pessoas. A precariedade do transporte público e os diversos compromissos do dia a dia fazem com que os indivíduos sintam cada vez mais a necessidade de possuir seu automóvel. Até aí, tudo bem, pois poder se locomover livremente é vontade e desejo do ser humano. Porém, a maioria das cidades não foi planejada para um volume muito grande de automóveis. O que acontece, é o acúmulo de veículos em determinados momentos do dia, o que faz com que, muitas vezes, o tempo perdido no trânsito seja muito grande.

Essa perda de tempo, aliada ao número de compromissos diários a serem cumpridos, faz com que os indivíduos fiquem muito ansiosos e nervosos atrás do volante, tentando diminuir o tempo gasto na locomoção. Essa ansiedade, por sua vez, pode transformar pessoas normalmente calmas e gentis em indivíduos agressivos e competitivos quando estão dirigindo.

Não são incomuns pequenos lapsos de alguns motoristas virarem motivo de brigas no trânsito; não é incomum pessoas acidentarem-se por alta velocidade; não são incomuns pessoas fazendo manobras que as colocam e colocam outras pessoas em risco; não são incomuns pessoas tentando avançar sobre outras, buzinando e acelerando seus carros para fazer o trânsito andar. Parece que o mínimo ganho de tempo a cada locomoção poderá transformar-se em um ganho maior ao final do dia e esse é o prêmio da competição que se percebe todos os dias nas ruas e estradas.

Muitos compromissos, diversas atividades e a preocupação de cumpri-las podem ser motivos que levam os indivíduos a essa corrida contra o tempo. Tudo é veloz e exige-se a perfeição. O filho tem que ser levado e buscado na escola, é preciso chegar no trabalho a tempo, é preciso sair com os amigos, é preciso estar sempre com a geladeira cheia, é preciso ter uma alimentação saudável, é preciso exercitar-se, é preciso estar em casa com a família, é preciso ler, é preciso divertir-se, etc.

A pressa, muitas vezes desmedida, faz com que os indivíduos fiquem mais estressados ao ter que enfrentar sua locomoção. Dirigir se tornou um ato de coragem, atenção em dobro e até agressividade, fazendo com que muitas pessoas optem por outros meios de transporte, desde os públicos até as bicicletas. Além disso, alguns motoristas acabam desenvolvendo medo de dirigir, exatamente por sentirem-se coagidos no trânsito.

A intolerância tornou-se a característica principal no trânsito das cidades. A individualidade e o egoísmo são a tônica dos engarrafamentos e até mesmo dos passeios de lazer. Quem nunca foi “cortado” por outro motorista, mesmo num engarrafamento para chegar a um parque, ou a um local turístico?

E o que fazer? Como dar conta de tudo e enfrentar o trânsito de modo que diminua essa corrida contra o tempo? Algumas dicas simples são bastante eficazes para diminuir a correria do dia a dia:

  • organize seu dia – ou até sua semana: alguns compromissos ou atividades podem ser adiantados ou adiados;

  • não saia sempre atrasado – procure organizar-se para poder sair com tempo para chegar ao seu destino;

  • divida as tarefas – se tem filhos, divida com seu marido/esposa as tarefas com as crianças; se não tem, busque apoio de outras pessoas para dar conta disso;

  • divida as tarefas da casa – se mora ou vive sozinho, organize as atividades da casa para poder dar conta de tudo;

  • organize a logística da locomoção – muitas vezes, pode-se optar por locais próximos uns dos outros, como por exemplo, fazer academia perto da escola do filho, ou ir a um supermercado perto do trabalho.

  • não marque compromissos com pouco tempo entre um e outro – não adianta querer ir na academia às sete horas e estar no trabalho às oito e meia, pois o tempo não vai parar para você cumprir sua atividade;

  • calcule seus tempos – preste atenção em sua rotina e verifique quanto tempo gasta para dar conta dela. Se necessário, mude alguns comportamentos que o atrasam;

  • preste atenção aos movimentos do trânsito – às vezes, no período de dez minutos, o trânsito já muda;

  • tenha calma – não adianta se estressar, o trânsito não vai mudar se você estiver atrasado.

Essas pequenas dicas podem fazer bastante diferença no seu dia a dia. Como já dito, sabe-se que as tarefas diárias e as exigências fazem com que o tempo de cada um se torne mais exíguo. Aprenda a dar prioridades, aprenda a organizar-se.

É claro que haverá atrasos, mas é preciso também entender que quando se abraça o mundo, pode-se negligenciar alguns detalhes importantes. Aceitar que nem tudo pode ser feito ao mesmo tempo também é parte importante da organização para uma vida menos estressante e mais saudável.

Por Anne Griza – Psicóloga Psicotér

 

 

 



Se você, não consegue desacelerar e, mesmo já tendo seguido essas dicas, continua se estressando com trânsito e percebe que seu comportamento muda atrás do volante, entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

VOCÊ SABE O QUE ANORGASMIA?

Marisa é uma mulher de 37 anos, empresária, casada e com dois filhos, conta que nunca teve orgasmo nas relações sexuais, somente através da masturbação e, ainda assim, somente algumas vezes. Ela procura ajuda, pois não se sente “mulher o suficiente” e “não consegue fazer seu marido feliz”, já que nunca conseguiu atingir o orgasmo com ele, em mais de vinte anos de relacionamento.

A paciente chega para a psicoterapia bastante triste, muito ansiosa e com sua autoestima muito baixa. Marisa repete diversas vezes que não é mulher o suficiente e que nunca fará um homem feliz. Já procurou um ginecologista, que assegurou a ela que ela é plenamente apta a ter orgasmos, mas sua “cabeça não está deixando”.

Marisa é a filha do meio de uma família de sete irmãos. Sua infância foi bastante humilde em uma cidade do interior, que ela brincava muito e era muito feliz, apesar de ser bastante reprimida pelos pais e pelos irmão, principalmente os homens, muito religiosos, que afirmavam que tudo era pecado e que qualquer deslize poderia levá-la ao inferno.

Conheceu seu marido quando tinha 15 anos de idade e logo começaram a namorar. O casamento aconteceu quando ela tinha 18 anos e logo se mudaram para a capital, para tentar a sorte. O marido de Marisa foi sua única experiência sexual e ela perdeu a virgindade somente depois do casamento, pois tinha muito medo de estar pecando.

Ela diz que sua primeira experiência sexual foi dolorida e frustrante. Teve muito medo, sabia muito pouco sobre sexo e ficou muito ansiosa, apesar de seu marido tentar fazer, segundo suas palavras, “tudo de maneira calma e gentil”. Para Marisa, o sexo com seu marido é muito bom, ela sente muito prazer durante as preliminares, tem vontade de fazer sexo com ele, mas nunca consegue atingir o orgasmo.

Aos 25 anos quando, numa noite em que dormiu sozinha, masturbou-se. Ela diz que ficou tão feliz e relaxada que seu marido estranhou seu comportamento e ela teve que dizer a ele o que fez. Segundo ela, seu marido a apoia, mas não compreende o motivo pelo qual ela não sente orgasmo quando tem relações sexuais com ele.

Marisa procurou ajuda através de Psicoterpia e a psicóloga, de maneira aberta e sem restrições, iniciou com informações sobre sexo e Anorgasmia e ela descobriu que muitas mulheres não conseguem atingir o orgasmo, pois a sexualidade é ainda assunto “tabu”, apesar de toda informação disponível. Marisa descobriu que, apesar de seus vinte anos de casada, ela tinha pouca experiência sexual, pois não costumava experimentar coisas novas. Ela relatava que não seguia mais uma religião como seus pais e irmãos e que já não tinha mais o mesmo pensamento sobre pecado, mas que mesmo assim se sentia muito constrangida em explorar sua sexualidade.

Durante a terapia, Marisa foi incentivada a descobrir seu corpo, a se tocar, experimentar posições novas, viver sua sexualidade consigo mesma de modo saudável. Ela foi incentivada a ler mais sobre sexo, a buscar informações sobre o assunto e conversar sobre o que era dito a ela quando mais jovem. Conhecendo mais sobre si, Marisa pôde mostrar a seu marido o que gostava e como gostava, pôde tomar também para si a responsabilidade pelo sexo e entender que a mulher também pode ter desejos.

Marisa não só mudou seu comportamento na cama, mas ela também conseguiu, desse modo, mudar alguns comportamentos submissos em sua vida diária. Na empresa de construção que tem com o marido, ela passou a gerenciar de maneira mais firme seus negócios, dado o fato de que se sente mais dona de si e de sua vida.

Marisa consegue ter mais orgasmos agora, apesar de ainda não senti-los em todas as relações sexuais, mas também aprendeu que sexo não é somente o orgasmo, que existem outras etapas como o desejo (a vontade de ter relações sexuais em si) e a excitação (quando o corpo e a mente reagem aos estímulos sexuais antes ou durante o ato sexual), que são muito importantes também e que podem ser muito prazerosos.

Seu marido, seus filhos, seus amigos e familiares percebem Marisa muito mais feliz consigo mesma. Com a psicoterapia, ela ganhou qualidade de vida, pois conseguiu compreender o porquê de seu sofrimento. Hoje ela sabe que muito do que foi dito a ela como verdade em sua vida, são informações que condizem com a realidade de determinados grupos, em determinadas épocas.

Marisa, hoje, compreende inclusive a religião de maneira diferente. Ela fez as pazes com sua sexualidade e com sua vida. Agora, ela pode sorrir e sentir-se uma mulher completa, como sempre quis.

Por mais que as pessoas falem mais sobre sexo do que falavam antes, ele segue sendo um assunto tabu.  Muitas vezes homens e mulheres se sentem envergonhados por não conseguir atingir o orgasmo durante suas relações sexuais e acabam mantendo isso em segredo, prejudicando a si mesmo e ao seus parceiros.

A sexualidade não é mais um tabu e todos merecem usufruir dela da melhor forma possível, se você acredita que sentir prazer durante as relações sexuais é algo impossível, não precisa ser assim!

 

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Como manter a motivação no trabalho?

Você já tentou manter a motivação no trabalho e não conseguiu? Sentiu-se entediando, desanimado, cansado, sem vontade de ir trabalhar? Muitos de nós já passamos por isso. Sentimo-nos frustrados e descontentes com o nosso desempenho no trabalho.

 

Por algum motivo, você começa a se sentir inseguro, os objetivos e metas começam a não ficarem claros. A vontade que impera é a de largar o trabalho, largar tudo o que está fazendo.

 

Manter-se motivado é um desafio, pois ela vai além de um bom salário e dos benefícios oferecidos pela empresa. Ela envolve um estado geral de realização, que engloba pensamentos, percepções e objetivos de vida. Mas não fique se sentindo fracassado.

 

Existem comportamentos que podem ajudar a aumentar a motivação para que seu rendimento volte a ser como antes. 
  • Tente identificar e entender o que está acontecendo com você. Compare o antes e depois para entender que a fase é passageira, você não se sentia assim antes.
  • Entenda exatamente o que você faz no trabalho. Quando você se apropria do que está produzindo, a sensação de prazer e de que você está no caminho certo vai lhe dando gás para continuar no mesmo ritmo.
  • Tente não reclamar. Tente encontrar uma solução para as dificuldades e não gaste energia reclamando.
  • Encontre um tempo para você. Mesmo que seja por pouco tempo, tire um período para dedicar-se a coisas que você gosta, para cuidar de si. É importante desligar do trabalho para você não se sentir sobrecarregado.
  • Reconheça suas habilidades. Repare em si e veja o quanto você é capaz de desenvolver diversas atividades em diferentes contextos da sua vida. Confiar em si e valorizar-se são fundamentais para manter a motivação no trabalho.
  • Não deixe a sua rotina repetitiva. O trabalho inevitavelmente exige uma constância, horário a cumprir e etc.
  • Procure, nas suas atividades de lazer, diferenciar as atividades prazerosas para que não seja mais uma coisa repetitiva em sua vida.
  • Cuide das suas emoções. Ansiedade, tristeza, irritabilidade, problemas pessoais causam desmotivação. O equilíbrio emocional é fundamental para você ter uma boa qualidade de vida e poder enxergar os problemas com maior clareza.
  • Converse com seu chefe. Explique a ele o que lhe faz mal, assim ele pode lhe ajudar a encontrar uma solução. Porém, se você acha que ele não é acessível ou não se sente a vontade de falar sobre seu problema com ele, não guarde para si. Procure ajuda de um familiar ou amigo para desabafar.
  • Procure manter sua vida social ativa. Ir a uma reunião com amigos, procurar se divertir com eles, jogar conversa fora sempre é uma boa pedida para aliviar o estresse do dia a dia.
  • Procure descansar. Ter um sono saudável é fundamental para que você exerça suas atividades. O cansaço físico e mental é um grande vilão para a desmotivação no trabalho.
  • Reveja suas metas e pense sobre como você pode fazer para alcançá-las. Isso pode lhe ajudar muito a se motivar novamente.
  • Não assuma mais coisas do que você pode dar conta. O excesso de afazeres lhe distancia dos seus propósitos e deixam você mais longe de aonde quer chegar.
  • Um passo de cada vez. Não pense no montante de trabalho, procure dar um passo de cada vez para, aos poucos, ir visualizando em um período menor de tempo os passos do seu avanço.
  • Procure lembrar-se sempre do porquê você está se empenhando para os projetos.  

Lembrar-se do quanto é importante para você o resultado final do seu trabalho, o ajudará a manter-se motivado. 

A motivação é o principal combustível para o seu desempenho no trabalho. Quanto mais você estiver motivado, mais dará o melhor de si e consequentemente, vai alcançar seus objetivos.

Por Roberta Gomez – Psicóloga da Psicotér

 

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O que é Mindfulness?

Você conhece o Mindfulness e os seus benefícios? 

Vamos entender um pouquinho sobre o que significa Mindfulness. Essa palavra em inglês significa exatamente ESTAR PRESENTE em todos os nossos atos, já que nossa vida acontece no presente. Também chamada de Atenção Plena, significa a habilidade de estar atento ao presente momento.

Em pesquisa realizada recentemente pela Universidade de Harvard, os psicólogos Daniel T. Gilbert e Matthew A. Killingston constataram que passamos cerca de 47% do nosso tempo distraídos, oscilando entre pensamentos do passado, projeções para o futuro ou fantasias com o presente. Perceberam ainda que uma mente que vagueia é uma mente infeliz e fonte que provoca estresse para o indivíduo e seus pares. 

Considerando que as pessoas funcionam muito no modo de piloto automático, a intenção da prática de Mindfulness seria exatamente trazer a atenção plena para a ação no momento atual. Intencional significa que o praticante faz a escolha de estar plenamente atento e se esforça para alcançar essa meta, ou seja, estar em contato com o presente e não estar envolvido com lembranças ou com pensamento sobre o futuro.

É um treinamento mental que nos prepara para lidar melhor com os pensamentos e emoções, ampliando nossa capacidade de analisar serenamente as experiências que temos na vida e de fazermos escolhas mais conscientes ao responder ou reagir, numa atitude mais gentil e sem julgamentos. O desafio da atenção plena é justamente que você aprenda a se desprender do hábito, profundamente impregnado em nós de analisar e categorizar as situações em “boas” ou “ruins”. 

Esta prática pode parecer simples, mas é muito mais difícil do que se pensa, exige treino diário para que, gradualmente,se  adquira a habilidade de acalmar os pensamentos, focar no agora e, acima de tudo, relaxar. Diversos estudos já foram conduzidos, a fim de comprovar os inúmeros benefícios do Mindfulness para o corpo e para a mente. Não é à toa que médicos, hospitais, empresas, escolas e órgãos públicos já oferecem treinamentos em Mindfulness, para ajudar as pessoas a meditarem.

E para incentivar você a compreender melhor como funciona essa prática, listamos alguns benefícios e dicas que ajudarão você a ter uma vida mais saudável e feliz.

  • Estar em melhor contato consigo próprio, outras pessoas e a vida à volta.

  • Com confiança poder experienciar emoções, pensamentos e sensações que causam mal-estar.

  • Poder estar aqui e agora

  • Sentir mais entusiasmo e energia perante a vida

  • Lidar melhor com stress

  • Lidar melhor com dor

  •  Entender que pensamentos e emoções vão e vêm, e são o que são

  •  Conseguir ver todas as coisas boas que já existem na vida, grandes e pequenas

  •  Desenvolver a auto-aceitação e consequentemente também a aceitação dos outros

Como podemos perceber, existem muitos benefícios em praticar mindfulness, seja através da meditação, yoga ou respiração. Mindfulness aumenta a sensação de calma e relaxamento, melhorando os níveis de energia e entusiasmo pela vida. Os sentimentos desagradáveis são uma parte integrante da vida. Por si mesmos, podem ser bastante desafiadores. O fato de esses sentimentos nos causarem ou não problemas depende muito da forma como reagimos a eles. Se reagirmos negativamente aos sentimentos desagradáveis, é provável que eles fiquem mais intensos e logo estaremos mais imobilizados na infelicidade, no estresse e na depressão.

O Mindfulness nos convida a explorar outra possibilidade, descobrir que com uma percepção consciente encontramos uma forma mais habilidosa e diferente de reagir e encarar as situações do dia a dia. Altere aos poucos a forma como realiza cada atividade do seu dia. Quanto mais aplicar a técnica, mais benefícios você irá sentir na sua rotina. E até os hábitos mais banais, que parecem tão entediantes, poderão ter um novo significado para você.

A prática de Mindfulness tem sido inserida nas Terapias Cognitivas por terem em comum a validade científica. As TCC´s são terapias baseadas em evidências, e os estudos realizados com Mindfulness apontam que essa técnica promove muitos benefícios na redução de sintomas depressivos, de ansiedade, de estresse e de insônia, entre outros.

Por Lívia Atkinson – Psicóloga da Psicotér

 


Você tem vontade de estar plenamente presente em todas as suas atividades, mas acredita que está realizando a maioria no piloto automático? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

 

Vivendo o Estresse no Dia a Dia

 

O estresse no é uma resposta do organismo dos seres vivos às mudanças do ambiente. É um estado de alerta encontrado em animais, como quando um predador se aproxima, e em humanos, com a diferença que, para os segundos, ele pode surgir em momentos bons ou ruins, apesar de quase sempre relacionar-se aos segundos.

Preparar um casamento gera estresse, ter um filho gera estresse e, por mais que sejam coisas positivas, geram a mesma resposta de ansiedade, cansaço e preocupação que um evento como uma demissão ou um susto muito grande.

Estes tipos de estresses são normais e todos os indivíduos os experimentam em algum grau e em algum momento de suas vidas.O excesso de estresse, porém, pode fazer mal e levar os indivíduos a adoecerem. A carga de afazeres diários, o trabalho, a vida em família, a vida amorosa, os compromissos sociais e a exigência de estar sempre por dentro de tudo, com toda tecnologia ao seu dispor, têm tornado as pessoas cada vez mais estressadas. Todos estes estímulos, em separado, não necessariamente seriam geradores de estresse, mas eles não têm mais sido experimentados deste modo: vivem-se momentos em que é preciso responder por tudo ao mesmo tempo e de modo eficaz.

E a tecnologia pode ser um dos grandes vilões nesse quadro, pois, por um lado, ela permite acesso quase instantâneo ao que está acontecendo no mundo; por outro, porém, ela torna as pessoas cada vez mais dependentes dessas informações. Essa conjuntura faz as pessoas se sentirem pressionadas a responderem também de modo muito rápido, tendo que, muitas vezes, fazer diversas atividades ao mesmo tempo: dirige-se respondendo a mensagens; escuta-se áudio enquanto se cozinha; decide-se uma compra de dentro de casa, etc. Tudo acontece de modo muito mais rápido e é preciso responder na mesma velocidade. O tempo está cada vez mais exíguo.

E isso gera estresse. Os tempos modernos exigem dos seres humanos o estado de alerta a todo momento. Por isso, o que era originariamente uma resposta à mudança do ambiente, tornou-se um estilo de vida não saudável. O estresse gera problemas físicos como o entupimento de veias e dores de cabeça, e mentais, como o cansaço extremo (síndrome de Burnout), a depressão, as fobias, entre outras.

Muitas pessoas reclamam que não têm mais tempo para nada, que seus dias ao duram, que não conseguem mais relaxar devido ao excesso de compromissos e de estímulos. Dorme-se com o celular ao lado, acorda-se com o celular na mão, de olho no que está acontecendo.

Estar sempre conectado está cobrando seu preço das pessoas: o sono não é mais de tanta qualidade, pois o celular pode tocar a noite toda; as refeições são feitas com aparelhos nas mãos; o diálogo está sendo trocado por mensagens instantâneas; qualquer saída da linha pode ser descoberta nas redes sociais. Estar informado fez com que os indivíduos ficassem bitolados, dependentes desta informação.

E como driblar o estresse? Algumas dicas são importantes para desconectar-se um pouco e reconectar-se consigo mesmo:

  • levante mais cedo e se prepare para sua jornada mais tranquilamente;

  • organize o seu dia: dê prioridade àquilo que é mais urgente;

  • respire profundamente pelo nariz e solte o ar pela boca, lentamente;

  • quando possível, deixe os aparelhos eletrônicos de lado;

  • responda urgentemente somente aquilo que necessita urgência;

  • saia para seus compromissos com tempo;

  • evite levar trabalho para casa;

  • faça uma atividade física ou tenha um hobby;

  • reserve algum tempo para si: pode ser um banho mais demorado, uma refeição sem a televisão ou o telefone por perto, etc.;

  • tenha tempo para os seus: brincar com os filhos, sair com o(a) companheiro(a), etc.;

  • converse ao vivo, encontre-se com as pessoas que ama;

  • tenha em mente de que nem todo mundo é eficaz o tempo todo;

  • lembre-se sempre: estar sempre conectado cobra um preço alto das pessoas.

Estas são mudanças bem pequenas e que podem ser adaptadas ao dia a dia de cada um, tornando a vida menos corrida e estressante. Pode parecer difícil adaptar-se a uma vida mais leve e vivida de modo mais devagar, mas é só uma questão de se acostumar novamente a velocidades menores.

Talvez para algumas pessoas essa readaptação, essa mudança de estilo de vida seja difícil e necessitem de alguma ajuda. Se você tem dificuldades para desacelerar ou conhece alguém com esta dificuldade, a ajuda de um profissional pode se fazer necessária.

 

Por Anne Griza – Psicóloga da Psicotér


Se você tem se sentido sobrecarregado, muito estressado, que não consegue se desligar em nenhum momento… Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

Os benefícios psicológicos de um pet

O melhor ainda está por vir!Quem não lembra com amor e carinho quando pensa no primeiro animal de estimação que teve na infância? Da emoção da descoberta, do companheirismo e do amor incondicional? A primeira lambida, o primeiro toque e as brincadeiras? Quem não se lembra desse ser querido e empático que enche os nossos corações de alegria, que nos faz compreender o que é a amizade verdadeira e a sensação de estarmos protegidos?

Ah, que saudades, até abri um sorriso ao relembrar de algumas cenas engraçadas! Essa é a sensação que um animal nos proporciona. Quem conviveu com animais na infância, certamente hoje são mais sensíveis a esses seres e aos acontecimentos do mundo, pois aprenderam desde pequeninos a se importarem com os outros.

Hoje em dia, as pesquisas comprovam que as crianças que conviveram com animais de estimação, apresentam maior responsabilidade, sensibilidade e maior habilidade social, maior cooperação e organização. O animal possibilita o contato com outras pessoas e cria um ambiente saudável para as brincadeiras. As crianças também aprendem desde cedo a cuidá-los, pois os animais requerem certos cuidados básicos, como alimentação, passeios, xixi e cocô, etc. Assim, as crianças desenvolvem mais rapidamente a cognição e se tornam mais espertas e também aprendem a compreender melhor os sentimentos dos outros.

Na interação da criança com o animal há uma cumplicidade, eles estão unidos pela alegria, pelos momentos bons que passam juntos, pelas confidências e pelo sentimento de ter sempre um amigo por perto. As pesquisam apontam que esses laços trazem a criança uma estabilidade emocional e um amadurecimento compatível com sua idade, tirando-os do isolamento e gerando novas possibilidades. Quem convive com um animal tem maior índice de liderança a altruísmo e menos problemas comportamentais e de ansiedade.

É claro, que os pais devem ensinar as crianças a noção de dever e responsabilidade. Os pais devem encorajar na criança, por meio do animal, comportamentos responsáveis e de disciplina. Os animais podem unir a família, onde momentos de aprendizagem e troca podem ser compartilhados.

A criança quer dar o que ela recebe: carinho e proteção. Assim, ela desenvolve maior responsabilidade e isto influenciará positivamente o seu crescimento, dependendo menos de seus pais, tornando-a mais autônoma e extrovertida.

O que os animais têm a oferecer:

·        Ligação com a natureza;

·        Oportunidade para desenvolvimento de sentimentos positivos;

·        Senso de responsabilidade;

·        Reforço da autoestima e segurança emocional;

·        Socialização;

·        Contato – troca de afeto;

·        Amor incondicional, sem julgamentos;

·        Prazer em rir e brincar com o animal;

·        Sensação de conforto e bem-estar;

·        Estímulo mental, físico e emocional,

·        Lembranças de memórias passadas.

 

 


Muitas vezes as pessoas não conseguem se adaptar com a chegada de um novo integrante na família e acabam não usufruindo dos benefícios que um animal de estimação pode trazer. Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita, Online ou Presencial, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

 

Timidez x Fobia Social: Será que você é realmente tímido?

Apesar de possuírem coisas em comum, timidez e fobia social possuem níveis e manifestação de sintomas diferente. Você já parou para pensar que essa sua timidez excessiva poderia desenvolver uma real fobia?

Pois é… Na fobia social, as pessoas apresentam muita timidez em ambientes novos, desconhecidos e com pessoas estranhas. Essa situação é acompanhada por muita ansiedade e, em alguns casos, o indivíduo pode ter uma crise, por se sentir observado pelos outros. Além disso, a pessoa preocupa-se com o que os outros irão pensar dela, sente medo de passar vergonha por agir de alguma forma inadequada ou mesmo pelos sinais físicos da ansiedade, como o rosto vermelho, mãos que tremem, suor excessivo, falta de concentração, coração acelerado e sensação de tontura.

Falar em público, ir a uma festa ou fazer compras em uma loja são situações que podem gerar grande sofrimento, pela ansiedade excessiva que essas pessoas sentem ao executarem essas tarefas. A dificuldade em lidar com o sofrimento de precisar sair de casa, por exemplo, faz com que alguns pacientes comecem a evitar essas situações, ou seja, acabam tendo um prejuízo muito grande em suas vidas, pois deixam de ter convívio social. Além disso, ao evitarem as situações temidas, acabam reforçando a fobia social.

Geralmente, essas pessoas possuem uma visão pessimista, pensamentos negativos e são muito críticas e exigentes. Também apresentam poucas habilidades para lidar nas situações sociais, como dificuldade para puxar conversa com alguém, não saber como chegar em uma garota em uma festa ou expor alguma opinião própria em uma roda de amigos.

A fobia social pode ser específica ou generalizada. Quando específica, a pessoa teme algumas situações. Generalizada, o indivíduo teme quase todas as situações sociais, como falar em publico, sair com os amigos, namorar, comer na frente dos outros, escrever na frente dos outros, etc.

Tanto na timidez, quanto na fobia social, podem acontecer as mesmas sensações: vontade de fugir, medo, nervosismo, etc… Mas, no caso da fobia social, esses sintomas são tão fortes que fazem com que a pessoa evite se expor as situações temidas. Já uma pessoa tímida pode até se sentir mal, mas isso não a impede de seguir se expondo, sem que isso cause danos a sua saúde.

Com o passar do tempo, a timidez pode acabar virando uma fobia, dependendo muito de como a própria pessoa lida consigo mesma e com seus medos em determinadas situações. Se uma pessoa tímida se aceita, controla os sintomas e se expõe a situações que lhe dão vergonha, com um pensamento construtivo, a tendência é que a timidez melhore e, na maioria dos casos, até desapareça. Mas uma pessoa tímida que começa a evitar situações e a ter pensamentos negativos e destrutivos, tende a desenvolver a fobia com o tempo, conforme esses pensamentos forem alimentados.

Se identificou ou conhece alguém que se encaixe no comportamento descrito por este texto e que precisa da ajuda de um psicoterapeuta? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre. Melhore já os seus relacionamentos e a sua VIDA com a Terapia Cognitivo-Comportamental.

Ciúmes, Raiva, Impulsividade… Será que você sofre de TPB?

Você conhece alguém que muda o humor repentinamente? Que sente muito medo de ser abandonado? Que tem algum comportamento impulsivo como comer exageradamente, gastar dinheiro descontroladamente, fazer sexo compulsivamente ou abusar de substâncias? Aquela pessoa muito intensa, que ama ou odeia alguém?

Essas características descrevem os traços do Transtorno de Personalidade Borderline. Esse transtorno é marcado pela instabilidade em quase todos os aspectos do funcionamento da pessoa. São indivíduos instáveis nos relacionamentos, autoimagem, afeto e comportamento. Também são descritos como infantis, sentem muita raiva e explodem constantemente, além de possuírem sentimentos crônicos de vazio. Acompanhado disso, podem desenvolver algum comportamento automutilante e gestos ou ameaças suicidas.

No comportamento, explosões de raiva, tristeza, impulsividade, teimosia, instabilidade de humor, ciúmes intensos, apego afetivo, desespero, descontrole emocional, medo de rejeição e insatisfação pessoal. Quando esses comportamentos se apresentam de forma frequente, intensa e persistente, acabam por produzir um indivíduo com dificuldades de adaptação ao seu ambiente social. Eles sentem muito, muito sentimento e muita emoção sempre, e costumam lidar muito mal com isso ou qualquer outro tipo de adversidade, especialmente as que envolvem rejeição, desaprovação ou abandono. Quando se deparam com uma situação dessas, desencadeiam uma reação de estresse muito mais intensa e abrangente do que o esperado.

Vários estudos apontam que essas pessoas tiveram experiências traumáticas na infância, porque viveram em um ambiente invalidante, onde não se sentiam acolhidas ou aceitas pelos pais ou cuidadores. Também podem ter sofrido maus tratos, como castigos físicos, abuso emocional, ameaças, graves problemas psiquiátricos dos pais ou abuso sexual. Ou seja, não tiveram um ambiente acolhedor e amoroso na infância.

Os sintomas mais comuns são:

  • Medo de ser abandonado pelos amigos ou família;
  • Padrão de relacionamentos instáveis e intensos;
  • Instabilidade acentuada, humor reativo;
  • Impulsividade;
  • Recorrência de comportamento, gesto ou ameaça suicida ou de comportamento automutilante;
  • Sentimentos crônicos de vazio;
  • Raiva inadequada e intensa ou dificuldade para controlar a raiva. Demonstrações frequentes de irritação.

O tratamento é realizado através da psicoterapia, onde o paciente vai aprender formas de controlar melhor suas emoções desagradáveis e mais intensas e também vai aprender maneiras diferentes para lidar nos momentos de maior estresse. Em alguns casos, o tratamento com medicamentos também é necessário. A terapia semanal é fundamental para o indivíduo se manter controlado.

Além disso, se o indivíduo Borderline é algum familiar, amigo ou parceiro próximo, existem algumas dicas na hora de lidar com essa personalidade e que devem ser levadas em conta juntamente com a terapia, são elas:

  • Amor: Eles tem medo do abandono. Ignorar os sentimentos deles apenas irá deixá-los mais inseguros e ainda agravar os sintomas. Seja amável e tenha paciência, o maior medo deles é perder as pessoas importantes.
  • Não os reprima: Ao tentar os corrigir, tenha cuidado com suas palavras, porque eles são muito sensíveis e estarão sempre tentando se encaixar nos padrões da sociedade (que não parecem ter sido feitos para eles). Quando você tenta corrigir um Borderline de forma dura, ele acaba sentindo raiva dele mesmo.
  • Respeite a emoção deles: Deixe que eles sintam! Entenda que eles sentem tudo e ao mesmo tempo, de forma muito intensa. Você não precisa falar nada, apenas esteja ao lado deles no momento da confusão de sentimentos.
  • Os ajude a crescer: São indivíduos com uma tendência a dependência dos outros ou de alguém específico. Para isso, é importante incentivar que ele realize, crie e desenvolva seus próprios projetos. Os ajude a aprender a se sentirem seguros deles mesmos!
Se não acompanhados de um Profissional Psicólogo, essas personalidades podem causar muito sofrimento aos mais próximos, mas principalmente a eles próprios. Se você se identificou ou conhece alguém que se encaixe no comportamento descrito por este texto e que precisa da ajuda de um Psicoterapeuta, entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre. Descubra os benefícios que a Terapia Cognitivo-Comportamental pode fazer por você e pela sua família!

Meu parente está doente. Como posso ajudar sem ficar doente junto?

Você tem se preocupado demais com o seu filho ou marido? Sua sobrinha tem apresentado algum comportamento diferente durante o passar dos dias e você não sabe mais o que fazer para ajudar? Sente que já fez tudo o que podia e parece que não existe mais solução?

Muitos de nós já tivemos ou temos um familiar que está passando por problemas. A pessoa se sente mal, cansada, estressada, sobrecarregada com o trabalho ou estudos. Por vezes chora, fica triste, reclama que o coração acelera, se sente nervosa. Estar nestas condições – algumas vezes – é normal, dependendo do que a pessoa se propôs a fazer da vida e dos seus objetivos. Porém, quando ela passa muito tempo com esses sintomas, significa que algo não está bem, que está com algum sofrimento emocional.

Ver um familiar sofrendo nos aflige. Dá-nos a sensação de impotência, ficamos angustiados tentando achar um meio de ajudar e parece que a pessoa não reage. Ver um familiar sofrer gera frustração e acaba refletindo negativamente em nós e nos demais familiares que moram com a pessoa. Começamos a nos questionar: como pode uma pessoa que antes era cheia de vida e alegre estar assim? Tento ajudar, mas nada do que eu falo adianta, o que mais posso fazer?

Se este familiar for um filho, por exemplo, alguns pais começam a se questionar onde foi que erraram na criação, se sentem culpados e tentam justificar as dores emocionais do filho com algo que fizeram de errado. Estes pensamentos e sentimentos que ocorrem frente ao problema podem desestabilizar a família que, se não procurar recurso adequado para auxiliar o familiar, pode agravar a situação e gerar maiores sofrimentos, não só para quem já está sofrendo, mas para os demais membros da família.

O primeiro passo é entender que não existe um fator único que explique o motivo de o familiar ter desenvolvido o transtorno; o segundo passo é se tranquilizar e entender que não há um culpado. Um transtorno pode ocorrer por diversos fatores que incluem fatores genéticos, biológicos, alguma desregulação hormonal, a má interpretação de algumas emoções vividas durante a vida, além do estresse. Portanto, não podemos explicar um sofrimento emocional de um familiar culpando-nos.

Ao invés de abraçar a culpa, lembre-se: você é essencial no processo de melhora do familiar. Ao se deparar com o sofrimento dele, ouça e entenda o que se passa com ele, o que está sentindo. Evite criticar, superproteger e vá de encontro com sentimentos positivos de apoio, incentivo, compreensão, tolerância, valorização e confiança.

A família faz parte da efetividade do tratamento e do processo de cura. Auxilie seu familiar na procura de psicoterapia, ofereça-se para ir junto, respeite o seu sofrimento, não o culpe e reconheça que ele não está assim porque quer e que não é de uma hora para outra que ele vai superar o problema. Mudando o modo como você vê o problema do seu familiar e como irá enfrenta-lo junto com ele, com certeza seu apoio irá contribuir positivamente para o processo de melhora e cura do seu familiar. Além disso, você também se sentirá muito melhor.

Se identificou ou conhece alguém que se encaixe no comportamento descrito por este texto e que precisa da ajuda de um psicoterapeuta? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre. Descubra os benefícios que a Terapia Cognitivo-Comportamental pode fazer por você e pela sua família!