Clinomania: A doença que se confunde com preguiça

sono psicologo porto alegreVocê sabia que aquele desejo excessivo de não sair da cama e ficar deitado, seja dormindo ou não, pode ser um distúrbio chamado clinomania? Às vezes confundida com preguiça ou mesmo depressão, a clinomania tem características próprias.

A palavra clinomania tem suas origens em grego, o que significa “obsessão com o sono” e, embora você não acredite, temos certeza de que você sofreu pelo menos uma vez; porque de acordo com as estatísticas, pelo menos 70% das pessoas já experimentaram. Clinomania é o excessivo desejo de ficar na cama. É o desejo de não sair da cama, ficar debaixo das cobertas e com cabeça no travesseiro. Uma vontade muito, mas muito grande de ficar deitado, no caso dormir muito.

De difícil diagnóstico, a Clinomania pode ser confundida com outros males como Distúrbio do sono, Depressão e Síndrome da Fadiga Crônica.

Para se identificar a Clinomania, deve-se observar outros males que podem ser confundidos com ela, e a partir de então – através da exclusão – identificar o mal. As pessoas com Clinomania apresentam um excessivo desejo de ficar na cama, sem que estejam com um dos males descritos a seguir:

  • Distúrbios do sono:

Muitas pessoas têm problemas para dormir, desde apnéia do sono a simplesmente ser incapaz de adormecer.

  • Depressão:

Aqueles que sofrem de depressão podem ter dificuldade em levantar-se para enfrentar seu mundo, mas as razões por trás são muito diferentes aos que sofrem de Clinomania.

  • Síndrome de Fadiga Crônica:

Aquele que sofre de síndrome da fadiga Crônica também terá dificuldade em encontrar a energia e o impulso para sair da cama, mas isso é por causa de sua doença ao invés de Clinomania.

Pessoas diagnosticadas com Clinomania tendem a ter padrões de sono invertidos, dormem constantemente durante o período vespertino e ficam acordados a noite, sendo naturalmente induzidos a não comparecer a atividades matinais.

Quando é afetada pela clinomania, a pessoa já não fica na cama por estar triste ou com dores, mas porque gosta do ambiente confortável e não quer deixar de sentir esse aconchego. Em dias chuvosos e nublados, por exemplo, esse sentimento é ainda maior, mas não está relacionado com sinais ou sintomas clínicos e patológicos.

Na maioria dos casos, o diagnóstico da clinomania é feito a partir da exclusão, já que se trata de um tipo de distúrbio relativamente raro. Para a maioria das pessoas, o difícil é entender como a condição se manifesta.

A clinomania é mais comum entre as mulheres, especialmente na faixa dos 20 aos 40 anos, embora também possa acontecer em outras idades e também em homens. A maior incidência nas mulheres adultas pode ser explicada em função das mudanças hormonais que ocorrem nesse período.

Além disso, a terceira idade também é bastante vulnerável ao distúrbio, já que os mais velhos tendem a deitar mais durante o dia, em função das poucas ocupações, o que favorece o desenvolvimento da clinomania.

Apesar de dormir quando se está cansado ser um excelente refresco para a mente, e necessário para manter o organismo funcionando, as pessoas não nasceram para ficar paradas. O corpo precisa ficar em constante movimento para que as funções naturais não sejam prejudicadas. Portanto, vale lembrar que a condição tem cura, desde que seguidas todas as recomendações médicas.

Depois de feito o diagnóstico clínico, pode surgir a necessidade do uso de medicamentos específicos para melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento psicológico, aliado a exercícios físicos também é uma alternativa comum.

As pessoas que sofrem com o distúrbio não sentem preguiça, mas uma vontade imensa de permanecer na posição horizontal, deixando de lado os afazeres para apenas ficarem deitadas. Ou seja, sofrem de um distúrbio real e preocupante.

Por Lívia Atkinson – Psicóloga da Psicotér



Sente uma vontade fora do comum de ficar na cama de manhã? Não tem vontade de iniciar o dia e sim de ficar mais um tempinho deitado? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

Fadiga crônica: por que você se sente cansado mesmo dormindo o suficiente?

 

Nos dias atuais, é comum escutarmos alguém reclamando de cansaço. A correria do cotidiano é grande e estressante. São muitas atividades diferentes para dar conta: cuidar dos filhos, trabalhar, estudar, preparar uma refeição, cuidar da casa, fazer os temas de casa com os filhos e assim por diante. Não raro, nos sentimos demasiadamente cansados e com vontade de não fazer “nada”. Até aí tudo dentro do esperado.

Porém, existe outro cansaço difícil de explicar pelo excesso de atividades do dia a dia. Por mais que a pessoa durma, parece que nunca está descansada o suficiente. A sensação de cansaço pode ser tão grande, que a pessoa mal consegue executar as tarefas que se disponibilizou a fazer durante o dia. Este tipo de cansaço recorrente é o que denominamos fadiga crônica.

A fadiga crônica atinge milhões de pessoas e se caracteriza pelo cansaço extremo que, conforme o dia vai passando, só vai piorando, não importa se você está trabalhando sentado ou fazendo alguma atividade física. Mesmo que a pessoa descanse após a atividade, o cansaço não melhora.

A real causa da fadiga crônica ainda não foi definida. No entanto, sabe-se que fatores de risco para desenvolvê-la são: idade (mais comum em pessoas com idades entre 40 e 50 anos), sexo feminino e estresse (nas relações de trabalho, íntimas e familiares).

Além do cansaço excessivo, outros sintomas da fadiga crônica são:

😴 Falta de motivação;

😴 Dor de cabeça constante;

😴 Dor muscular sem justificativa;

😴 Esquecimentos e falta de concentração;

😴 Sono excessivo ou insônia;

😴Dores nas articulações;

😴 Irritabilidade;

😴 Febre;

😴 Garganta inflamada;

😴 Suor noturno;

😴 Confusão mental;

😴 Alterações de humor;

😴 Problemas digestivos;

😴 Sintomas depressivos e de ansiedade;

😴 Pensamentos suicidas;

😴 Aumento dos gânglios linfáticos no pescoço e axilas.

Juntamente com esse conjunto de sintomas que afetam a pessoa física e psicologicamente, prejuízos nas relações comprometem ainda mais a qualidade de vida. Muitas vezes, pessoas que presenciam essa condição não entendem o que está acontecendo com o amigo, familiar ou colega de trabalho. Como consequência, a pessoa acaba se isolando das suas relações por medo do julgamento, o que acaba contribuindo para a piora dos sintomas.

Se você tem alguns desses sintomas por menos seis meses, pode ser que esteja com fadiga crônica e precisa de tratamento. A melhora pode ser alcançada com o uso de medicação em concomitância com acompanhamento psicológico. As medicações geralmente utilizadas são antidepressivos, ansiolíticos e analgésicos. A psicoterapia irá auxiliar na estruturação de respostas emocionais em busca de uma melhor qualidade de vida, melhorando a autoestima, as relações com amigos, familiares e no trabalho. Também, a mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos regulares são imprescindíveis para a melhora da fadiga crônica.

Por Roberta Gomes – Psicóloga da Psicotér

 


A fadiga crônica pode interferir em muitos momentos de sua vida e atrapalhar a sua trajetória. Não se permita deixar de aproveitar momentos da vida por causa deste transtorno, entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

Piromania: O que há por trás do fascínio pelo fogo?

 

Quem provoca incêndios de forma intencional e sente excitação com o fato encaixa-se no perfil de um pirômano. Mas de onde vem esse transtorno? Seria simplesmente um problema de conduta?

A piromania é definida como um desejo mórbido e incontrolável de atear fogo às coisas. Esse comportamento geralmente é repetitivo e de forma proposital e intencional. É um transtorno pouco conhecido e até mesmo há quem questione se de fato é um transtorno mental. O transtorno também é conhecido popularmente como “Síndrome de Jomeri”, que foi um antigo psicólogo que estudou mais sobre o problema e deu origem a todos os recentes estudos e tratamentos.

Para se realizar esse diagnóstico é necessário que outros como esquizofrenia, mania bipolar, personalidade anti-social sejam excluídos. O número de atos incendiários não é importante, basta um para se fazer o diagnóstico, desde que preencha alguns critérios.

Assim como na cleptomania e na tricotilomania, o indivíduo com piromania experimenta uma forte excitação nos momentos que antecedem o ato de incendiar um objeto, demonstra uma fascinação pelo fogo, curiosidade e atração pelas circunstâncias relacionadas ao fogo. Para realizar esse diagnóstico deve ser descartado outros motivos de incêndio como motivações monetárias, político-ideológicas, expressão de raiva. Ao contrário a motivação deve ser prazer e busca de gratificação.

O curso dessa patologia provavelmente é crônico-episódico, ou seja, o ato de incendiar não tem uma frequência determinada como com a tricotilomania ou o jogo patológico, o indivíduo pode passar longos períodos sem atear fogo, mas predisposição estará sempre presente e eventualmente  incontrolável. As pessoas com piromania geralmente são encontradas primeiro pelos bombeiros e autoridades oficiais, pois dificilmente procuram atendimento médico.

É comum observar nesse transtorno que a crítica é preservada; o pirômano realiza uma preparação antecipada ao incêndio, porém, notam-se também aspectos apáticos e sádicos. A pessoa se demonstra indiferente às consequências que um incêndio pode ocasionar, sejam prejuízos à vida de outras pessoas ou patrimoniais. O pirômano pode demonstrar sentir satisfação com a destruição patrimonial resultante.

Para o tratamento desse transtorno, os acompanhamentos psiquiátrico e psicológico são absolutamente necessários. O objetivo central é conseguir o controle do impulso destrutivo. O tratamento deve ser iniciado com a maior brevidade possível a partir do diagnóstico do transtorno. Deve levar em consideração os riscos que a pessoa pode oferecer não só a vida dela, como também à vida de terceiros.

 

Por Lívia Atkinson – Psicóloga da Psicotér

 

 


Conhece alguém que tem uma fascinação perigosa pelo fogo ou nota que você se coloca em situações de risco algumas vezes por gostar de brincar com fogo? Existe solução para isso, a piromania é algo muito perigoso e quanto mais cedo o tratamento for iniciado melhor é para o paciente, entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

VOCÊ SABE O QUE ANORGASMIA?

Marisa é uma mulher de 37 anos, empresária, casada e com dois filhos, conta que nunca teve orgasmo nas relações sexuais, somente através da masturbação e, ainda assim, somente algumas vezes. Ela procura ajuda, pois não se sente “mulher o suficiente” e “não consegue fazer seu marido feliz”, já que nunca conseguiu atingir o orgasmo com ele, em mais de vinte anos de relacionamento.

A paciente chega para a psicoterapia bastante triste, muito ansiosa e com sua autoestima muito baixa. Marisa repete diversas vezes que não é mulher o suficiente e que nunca fará um homem feliz. Já procurou um ginecologista, que assegurou a ela que ela é plenamente apta a ter orgasmos, mas sua “cabeça não está deixando”.

Marisa é a filha do meio de uma família de sete irmãos. Sua infância foi bastante humilde em uma cidade do interior, que ela brincava muito e era muito feliz, apesar de ser bastante reprimida pelos pais e pelos irmão, principalmente os homens, muito religiosos, que afirmavam que tudo era pecado e que qualquer deslize poderia levá-la ao inferno.

Conheceu seu marido quando tinha 15 anos de idade e logo começaram a namorar. O casamento aconteceu quando ela tinha 18 anos e logo se mudaram para a capital, para tentar a sorte. O marido de Marisa foi sua única experiência sexual e ela perdeu a virgindade somente depois do casamento, pois tinha muito medo de estar pecando.

Ela diz que sua primeira experiência sexual foi dolorida e frustrante. Teve muito medo, sabia muito pouco sobre sexo e ficou muito ansiosa, apesar de seu marido tentar fazer, segundo suas palavras, “tudo de maneira calma e gentil”. Para Marisa, o sexo com seu marido é muito bom, ela sente muito prazer durante as preliminares, tem vontade de fazer sexo com ele, mas nunca consegue atingir o orgasmo.

Aos 25 anos quando, numa noite em que dormiu sozinha, masturbou-se. Ela diz que ficou tão feliz e relaxada que seu marido estranhou seu comportamento e ela teve que dizer a ele o que fez. Segundo ela, seu marido a apoia, mas não compreende o motivo pelo qual ela não sente orgasmo quando tem relações sexuais com ele.

Marisa procurou ajuda através de Psicoterpia e a psicóloga, de maneira aberta e sem restrições, iniciou com informações sobre sexo e Anorgasmia e ela descobriu que muitas mulheres não conseguem atingir o orgasmo, pois a sexualidade é ainda assunto “tabu”, apesar de toda informação disponível. Marisa descobriu que, apesar de seus vinte anos de casada, ela tinha pouca experiência sexual, pois não costumava experimentar coisas novas. Ela relatava que não seguia mais uma religião como seus pais e irmãos e que já não tinha mais o mesmo pensamento sobre pecado, mas que mesmo assim se sentia muito constrangida em explorar sua sexualidade.

Durante a terapia, Marisa foi incentivada a descobrir seu corpo, a se tocar, experimentar posições novas, viver sua sexualidade consigo mesma de modo saudável. Ela foi incentivada a ler mais sobre sexo, a buscar informações sobre o assunto e conversar sobre o que era dito a ela quando mais jovem. Conhecendo mais sobre si, Marisa pôde mostrar a seu marido o que gostava e como gostava, pôde tomar também para si a responsabilidade pelo sexo e entender que a mulher também pode ter desejos.

Marisa não só mudou seu comportamento na cama, mas ela também conseguiu, desse modo, mudar alguns comportamentos submissos em sua vida diária. Na empresa de construção que tem com o marido, ela passou a gerenciar de maneira mais firme seus negócios, dado o fato de que se sente mais dona de si e de sua vida.

Marisa consegue ter mais orgasmos agora, apesar de ainda não senti-los em todas as relações sexuais, mas também aprendeu que sexo não é somente o orgasmo, que existem outras etapas como o desejo (a vontade de ter relações sexuais em si) e a excitação (quando o corpo e a mente reagem aos estímulos sexuais antes ou durante o ato sexual), que são muito importantes também e que podem ser muito prazerosos.

Seu marido, seus filhos, seus amigos e familiares percebem Marisa muito mais feliz consigo mesma. Com a psicoterapia, ela ganhou qualidade de vida, pois conseguiu compreender o porquê de seu sofrimento. Hoje ela sabe que muito do que foi dito a ela como verdade em sua vida, são informações que condizem com a realidade de determinados grupos, em determinadas épocas.

Marisa, hoje, compreende inclusive a religião de maneira diferente. Ela fez as pazes com sua sexualidade e com sua vida. Agora, ela pode sorrir e sentir-se uma mulher completa, como sempre quis.

Por mais que as pessoas falem mais sobre sexo do que falavam antes, ele segue sendo um assunto tabu.  Muitas vezes homens e mulheres se sentem envergonhados por não conseguir atingir o orgasmo durante suas relações sexuais e acabam mantendo isso em segredo, prejudicando a si mesmo e ao seus parceiros.

A sexualidade não é mais um tabu e todos merecem usufruir dela da melhor forma possível, se você acredita que sentir prazer durante as relações sexuais é algo impossível, não precisa ser assim!

 

Quer saber como melhorar a qualidade da sua vida sexual? Entre em contato agora com a Psicotér e agende já a sua consulta gratuita através desse link para amanhã e em apenas um minuto. Isso mesmo, na Psicotér você terá um horário disponível amanhã mesmo e o agendamento será feito em apenas 1 minuto.

 

 

O que é Mindfulness?

Você conhece o Mindfulness e os seus benefícios? 

Vamos entender um pouquinho sobre o que significa Mindfulness. Essa palavra em inglês significa exatamente ESTAR PRESENTE em todos os nossos atos, já que nossa vida acontece no presente. Também chamada de Atenção Plena, significa a habilidade de estar atento ao presente momento.

Em pesquisa realizada recentemente pela Universidade de Harvard, os psicólogos Daniel T. Gilbert e Matthew A. Killingston constataram que passamos cerca de 47% do nosso tempo distraídos, oscilando entre pensamentos do passado, projeções para o futuro ou fantasias com o presente. Perceberam ainda que uma mente que vagueia é uma mente infeliz e fonte que provoca estresse para o indivíduo e seus pares. 

Considerando que as pessoas funcionam muito no modo de piloto automático, a intenção da prática de Mindfulness seria exatamente trazer a atenção plena para a ação no momento atual. Intencional significa que o praticante faz a escolha de estar plenamente atento e se esforça para alcançar essa meta, ou seja, estar em contato com o presente e não estar envolvido com lembranças ou com pensamento sobre o futuro.

É um treinamento mental que nos prepara para lidar melhor com os pensamentos e emoções, ampliando nossa capacidade de analisar serenamente as experiências que temos na vida e de fazermos escolhas mais conscientes ao responder ou reagir, numa atitude mais gentil e sem julgamentos. O desafio da atenção plena é justamente que você aprenda a se desprender do hábito, profundamente impregnado em nós de analisar e categorizar as situações em “boas” ou “ruins”. 

Esta prática pode parecer simples, mas é muito mais difícil do que se pensa, exige treino diário para que, gradualmente,se  adquira a habilidade de acalmar os pensamentos, focar no agora e, acima de tudo, relaxar. Diversos estudos já foram conduzidos, a fim de comprovar os inúmeros benefícios do Mindfulness para o corpo e para a mente. Não é à toa que médicos, hospitais, empresas, escolas e órgãos públicos já oferecem treinamentos em Mindfulness, para ajudar as pessoas a meditarem.

E para incentivar você a compreender melhor como funciona essa prática, listamos alguns benefícios e dicas que ajudarão você a ter uma vida mais saudável e feliz.

  • Estar em melhor contato consigo próprio, outras pessoas e a vida à volta.

  • Com confiança poder experienciar emoções, pensamentos e sensações que causam mal-estar.

  • Poder estar aqui e agora

  • Sentir mais entusiasmo e energia perante a vida

  • Lidar melhor com stress

  • Lidar melhor com dor

  •  Entender que pensamentos e emoções vão e vêm, e são o que são

  •  Conseguir ver todas as coisas boas que já existem na vida, grandes e pequenas

  •  Desenvolver a auto-aceitação e consequentemente também a aceitação dos outros

Como podemos perceber, existem muitos benefícios em praticar mindfulness, seja através da meditação, yoga ou respiração. Mindfulness aumenta a sensação de calma e relaxamento, melhorando os níveis de energia e entusiasmo pela vida. Os sentimentos desagradáveis são uma parte integrante da vida. Por si mesmos, podem ser bastante desafiadores. O fato de esses sentimentos nos causarem ou não problemas depende muito da forma como reagimos a eles. Se reagirmos negativamente aos sentimentos desagradáveis, é provável que eles fiquem mais intensos e logo estaremos mais imobilizados na infelicidade, no estresse e na depressão.

O Mindfulness nos convida a explorar outra possibilidade, descobrir que com uma percepção consciente encontramos uma forma mais habilidosa e diferente de reagir e encarar as situações do dia a dia. Altere aos poucos a forma como realiza cada atividade do seu dia. Quanto mais aplicar a técnica, mais benefícios você irá sentir na sua rotina. E até os hábitos mais banais, que parecem tão entediantes, poderão ter um novo significado para você.

A prática de Mindfulness tem sido inserida nas Terapias Cognitivas por terem em comum a validade científica. As TCC´s são terapias baseadas em evidências, e os estudos realizados com Mindfulness apontam que essa técnica promove muitos benefícios na redução de sintomas depressivos, de ansiedade, de estresse e de insônia, entre outros.

Por Lívia Atkinson – Psicóloga da Psicotér

 


Você tem vontade de estar plenamente presente em todas as suas atividades, mas acredita que está realizando a maioria no piloto automático? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

 

Riscos potenciais do BULLYING E CYBERBULLYING

Desde seu lançamento, em meados de março deste ano, a série 13 Reasons Why (13 razões pelas quais – tradução livre) tornou-se assunto entre adolescentes, pais, escolas, psicólogos e médicos. Trata-se de uma série que aborda o bullying de modo aberto e claro, levando o espectador a experienciar os sentimentos que levaram a personagem principal ao suicídio.

Mais do que falar sobre a série, é importante que se discuta o bullying e, mais atualmente, o cyberbullying. O bullying caracteriza-se por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de uma pessoa ou um grupo de pessoas para outra pessoa ou grupo de pessoas, de modo repetitivo e sistemático. Entende-se o bullying como agressão, ameaça, opressão, tirania, intimidação, humilhação e até como maltrato.

Ele não se restringe a escolas, podendo acontecer na faculdade, na família, na vizinhança, na igreja e no trabalho. Pode atingir todo mundo, porém, os adolescentes são os que comumente sofrem com o bullying, dada sua inexperiência de vida e de modos de enfrentar seus problemas.

Em época de redes sociais e interações a distância, parece que não existe mais limite para a agressão entre os adolescentes. O que antes terminava com o fim das aulas, do curso, da recreação ou da brincadeira na rua, tem-se estendido para todos os momentos de quem sofre o bullying e tomado proporções muito maiores, dado o fato de que essas agressões, muitas vezes, são compartilhadas nas redes sociais, através de fotos, vídeos, xingamentos, etc., tornando o mundo o lugar em que o adolescente é colocado em situação vexatória. Assim, o bullying, que já fez muitas pessoas sofrerem, tornou-se cyberbullying, e a fraqueza, defeito ou mesmo traços de personalidade do adolescente é compartilhada com todo o mundo.

Dados do Centro Nacional de Estatísticas Educacionais de 2016 mostram que pouco mais de um em cada cinco estudantes já sofreu bullying (20,8%). O mesmo estudo ainda mostrou que somente 36% das crianças que sofrem bullying falam sobre isso com seus pais e pares. Esses dados mostram que para as crianças e os adolescentes este assunto ainda é muito delicado e difícil de ser relatado.

Os principais motivos para uma pessoa sofrer bullying são o modo como se veste, seu tipo físico, ou ainda, a raça. É claro que estes são os principais motivos, porém, outros como a orientação sexual, algum problema cognitivo ou deformidade física, entre outros, podem aparecer. Ainda, muitas pessoas sofrem bullying por serem simplesmente quem são, o que mostra que todo mundo está sujeito a essa situação vexatória.

Quem experimenta uma situação de bullying ou cyberbullying tem duas vezes mais probabilidade de sentir dores de cabeça, dores de estômago e, ainda, tem mais riscos de apresentarem dificuldades no sono, ansiedade e depressão. Outros efeitos do bullying podem ser pobre ajustamento escolar, problemas acadêmicos, uso de substâncias e comportamento violento. Os jovens que se culpam pelo bullying, ainda, estão mais propensos a desenvolver doenças como a depressão, vitimizarem-se e ter problemas de ajustamento social.

Segundo o Guia do Professor – Programa de Prevenção ao Bullying e ao Cyberbullying, alguns jovens vítimas de bullying não demonstram sinais de que estão sendo alvo de chacotas e perseguições, dado o fato de que muitos jovens possuem um perfil comportamental mais introvertido e reservado. Porém, na maioria dos casos, os sintomas de sofrimento podem aparecer, tais como:

  • dificuldades de relacionamento;

  • dificuldades de concentração;

  • queda no rendimento escolar;

  • discurso fatalista – “nada importa”; “eu quero sair daqui”;

  • aumento da introversão – ficam mais reservados, inclusive, em família e entre amigos;

  • preocupações com morte;

  • início do uso ou aumento no consumo de drogas;

  • descuido com a aparência;

  • mudanças na aparência – cortes de cabelo, mudança de cor de cabelo, etc.;

  • ficar mais tempo que o de costume trancado no quarto ou sozinho;

  • sinais de depressão, tais como dormir demais ou de menos; mudanças drásticas no peso;

  • perda de interesse pelo que antes se interessavam;

  • podem agir de maneira hostil;

  • comportamentos de risco ou de autodestruição.

O bullying e o cyberbullying são coisas sérias e podem levar ao suicídio, como aconteceu com a personagem Hannah de 13 Reasons Why. Além disso, o sofrimento, por si só, pode levar o indivíduo à ansiedade, baixa auto-estima e a desenvolver transtornos mentais, tais como Depressão, Transtorno Obsessivo Compulsivo e Fobias.

É importante que todos prestem atenção aos comportamentos, principalmente dos jovens, para que o indivíduo que sofre bullying possa receber ajuda e voltar a ter uma vida normal. O enfrentamento do bullying passa pelo acompanhamento psicológico e, em casos em que a depressão e a ansiedade já estão instalados, faz-se necessário o uso de medicamentos para diminuir os sintomas.

Por Anne Grizza – Psicóloga da Equipe Psicotér


Não deixe a pessoa que você conhece sofrer com isso, é arriscado e extremamente prejudicial. Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita para psicoterapia, Online ou Presencial, com um Psicólogo ou Psicóloga em Porto Alegre. Temos a garantia do melhor atendimento e psicólogos de Porto Alegre altamente qualificados.

 

Cuidado! Você Pode Estar Viciado…

Você tem percebido um aumento na frequência de hábitos que antes não eram tão comuns do seu dia a dia? Anda exagerando em alguma coisa, em troca de satisfação emocional?

Cuidado! Você pode estar viciado…

Para que você entenda, alguns transtornos possuem a mesma característica em comum: o exagero. Esse sofrimento exagerado pode se dar na compulsão com a comida, com o sexo, com as compras, com os jogos, com a internet, com as drogas, dentre muitos outros.

Porém, para entender melhor esses transtornos, antes precisamos compreender o que são os comportamentos aditivos. Basicamente, são hábitos aprendidos na experiência do sujeito para lidar com algum problema. Ou seja, são hábitos que já foram executados repetidas vezes e acontecem quase automaticamente, se infiltrando na rotina do sujeito, e são seguidos por uma gratificação imediata. Por exemplo, comer para “aliviar” a ansiedade.

Esses hábitos acabam sendo prejudiciais, porque não se adaptam ao bem-estar físico, mental ou social da pessoa. Por exemplo, a experiência imediata da gratificação segue acompanhada por consequências negativas, como dívidas no banco, problemas de saúde, baixa estima, brigas com a família, etc. Essa “gratificação” que segue o ato, acaba fazendo com que o indivíduo torne a repetir os hábitos, para sentir novamente a sensação de prazer daquele momento.

O problema é que, em seguida, surge o mal-estar, porque a pessoa não consegue mais controlar aquele determinado impulso que prejudica a sua vida.

Mas, será que você se encaixa em algum transtorno do exagero? Veja abaixo alguns dos mais comuns:

  • Transtorno da Compulsão Alimentar: o sujeito consome uma grande quantidade de comida muito superior ao que a maioria das pessoas comeriam em um determinado período ou situação. Acompanhado pela sensação de perda do controle, ou seja, pela incapacidade de evitar comer ou parar de comer.
  • Transtorno da Compulsão Sexual: o desejo hiperativo por sexo gera uma necessidade repetitiva de realizar contatos e visualizar imagens que contenham pornografia. Não se saciando com uma relação sexual, o sujeito já fica ansioso a procura de uma próxima oportunidade. Esses indivíduos apresentam muitas dificuldades no seu dia a dia, em função do seu desejo.
  • Transtorno de Compra Compulsiva: caracteriza-se pelo aumento progressivo das compras, pela perda de controle sobre o ato de comprar, pela utilização da compra para tentar amenizar emoções negativas. As pessoas são viciadas na gratificação que a compra causa, no ato de bem-estar que desperta. Normalmente, não pagam contas básicas e gastam em produtos desnecessários, pois a gratificação e a satisfação que a compra traz não permitem avaliar prejuízos financeiros futuros.
  • Transtorno da Dependência de Internet: inegável a praticidade da internet. Entretanto, a sua dependência excessiva poderá ocasionar o afastamento dos familiares e amigos, além de sérios prejuízos no trabalho. Mais determinante para o diagnóstico do que o tempo em que o usuário permanece conectado à web é, por exemplo, a instabilidade emocional quando há restrição ao uso da internet e a preocupação excessiva com ela. É comum atividades ou afazeres antes valorizados pelo usuário deixarem de ter prioridade ou até mesmo de serem realizados.

Existem diversos outros transtornos de exagero, como o vício em trabalho ou no álcool, por exemplo. Porém, é importante ressaltar que, exatamente assim como diz o ditado, tudo que é em excesso faz mal, ou seja, prejudica e adiciona consequências que nem sempre estamos preparados para enfrentar. Nos casos mais graves, alguns indivíduos não conseguem manter o emprego, jovens apresentam menor rendimento escolar, pois o transtorno começa a tomar conta da vida.

Não raro, as pessoas se afastam de familiares ou amigos para tentar esconder o vício e acabam ficando ainda mais isoladas, em consequência, a depressão aumenta e, quando se percebe, vira uma bola de neve.

O vício envolve um comportamento e uma atitude prejudicial, ou seja, um padrão negativo de funcionamento que se infiltra na rotina das pessoas. A terapia cognitiva comportamental (TCC) é o tratamento de primeira escolha e o mais eficaz para quebrar os ciclos desses comportamentos.

Se identificou ou conhece alguém que se encaixe no comportamento descrito por este texto e que precisa da ajuda de um psicoterapeuta? Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre.

Como sair de grupos do WhatsApp?

2

Se você é o tipo de usuário que está sempre conectado no WhatsApp, provavelmente já deve ter se encontrado na seguinte situação:

Abrir o aplicativo e ter sido adicionado recentemente em um grupo, com múltiplas mensagens chegando durante o dia, o celular notificando desesperadamente sem que você possa dar conta de ler, ou sequer responder metade delas. Literalmente perdido no meio de tanta informação, muitas até mesmo desnecessárias. Os tópicos são os mais diversos, grupos de família, dos colegas de trabalho, da turma da faculdade, dos amigos da época do colégio e até mesmo de desconhecidos que te adicionam em grupos sem que você tenha a menor escolha. Felizmente, até podemos fugir daqueles grupos menos expressivos em nosso cotidiano… Por exemplo, os de empresas que tentam te fornecer ou induzir na escolha de algum produto, ou aqueles de eventos nos quais você não tem o menor interesse em comparecer, mas o fato é que, com o passar do tempo, a falta de assunto ou o excesso dele e a quantidade de mensagens recebidas durante o dia chega ao ponto de te causar um grande desconforto e irritação. Abandonar grupos e se livrar de desconhecidos pode ser uma tarefa muito fácil para alguns… Mas o que seu tio diria se não tivesse mais com quem compartilhar aquelas piadas toda segunda de manhã? E os parentes distantes que não param de enviar fotos dos seus primos de quinto, sexto e até décimo grau? Os colegas da faculdade ainda seriam solícitos em compartilhar conteúdos que você tenha perdido?

Agora a tarefa complicou, não é mesmo? Principalmente quando a tecnologia do aplicativo não colabora e você não vai conseguir sair de um grupo despercebido, porque o sistema notifica todo e qualquer usuário que deixa seus grupos. Apesar disso, o WhatsApp permite que você silencie os grupos por até um ano e ainda habilite a opção de não receber notificações, o que vai liberar espaço na sua barra de tarefas. Porém, se o que te incomoda são as imagens e vídeos desnecessários que ocupam a memória do celular, o sistema também disponibiliza que você opte por fazer o download das mídias manualmente, sem que elas baixem automaticamente, e você pode filtrar melhor o conteúdo que chega até a sua galeria.

Agora, se você já tentou todas essas opções, continua sentindo desconforto com tanta mensagem e a única saída é abandonar os grupos, a nossa dica é que seja honesto e exponha os seus motivos, principalmente em situações onde os vínculos afetivos são mais estreitos. O fato de você sair de um grupo não quer dizer que nunca mais vá falar com aquele determinado grupo de pessoas ou que você não goste delas, significa apenas que o conteúdo presente no grupo não é do seu agrado ou te irrita de alguma maneira, e é importante que isso seja trabalhado. Você não precisa chegar em um nível de irritação em que simplesmente decida sair de tudo sem qualquer explicação, esse tipo de atitude pode chatear os seus amigos sem que essa seja a sua real intenção.

Antes de sair de grupos, tente buscar um jeito de ser honesto mas não rude. Exponha os seus motivos, “não tenho tempo para ler todas as mensagens”, “a semana foi corrida, não estou conseguindo acompanhar”, “meu celular está sem memória” (para o caso das fotos e dos vídeos indesejados), a partir do momento em que você apresenta os seus motivos, você não precisa se culpar por sentir, seja irritação ou desconforto, cabe a quem realmente aprecia a sua companhia entender o seu lado da situação e que isso não significa o fim da amizade ou dos laços familiares (para aqueles parentes mais exagerados).

De qualquer forma, o diálogo é sempre a melhor solução.

Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre.

Carnaval chegou!

CarnavalA grande festa do nosso país brasileiro carrega o significado de liberdade e por isso tem tanto agito e festejo. É o momento de usar várias cores, cantar, dançar e soltar o corpo! Com várias hipóteses de onde vem o Carnaval, as mais faladas remetem à região da Grécia e da Roma por volta do ano 520 a.C, porém, o que mais reflete o que reproduzimos no Brasil hoje é a influência portuguesa.

A maior inspiração então vem de uma festa de rua chamada entrudo, que mantinha as pessoas entusiasmadas jogando tinta, farinha e ovo umas nas outras. As referências culturais dos índios e do povo africano também acrescentaram características ao nosso Carnaval. Hoje várias escolas de samba e trios elétricos fazem parte da grandiosa comemoração que envolve muita fantasia, brilho, música e significados.

Uma curiosidade sobre o Carnaval é que o Carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo! Então realmente não há como ignorar o tamanho dessa festa no Brasil, mas que cuidados devemos tomar ao ir viver a intensidade desse evento?

Por consequência da grande quantidade de participantes, infelizmente algumas pessoas se aproveitam da vulnerabilidade dos outros para furtar objetos. Além de que muito álcool é ingerido e isso pode causar brigas ou desentendimentos devido às alterações que ele provoca. Se manter afastado dessas possíveis situações é importante para evitar qualquer dano físico ou psicológico. Ficar próximo das autoridades responsáveis pelo controle da segurança também cria um ambiente melhor. Outra recomendação é se manter hidratado para ter o corpo e a mente preparados para o agito e a comemoração.

Distrair a cabeça é excelente e a vida necessita de pausas para festas ou relaxamentos! Se você tem dificuldade de viver esses momentos de desopilação, profissionais experientes, como psicólogas, podem ajudar para que você recupere o bem-estar.

Entre em contato conosco através desse link para agendar uma Avaliação Gratuita Online ou Presencial com uma Psicóloga em Porto Alegre.

O que acontece quando tem silêncio?

A quiesilenciotude traz benefícios tanto ao corpo, quanto à mente. O silêncio contribui para o relaxamento e o controle da pressão arterial, diminuindo as possibilidades de problemas cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais. Não à toa, artigos em diferentes partes do mundo já foram feitos falando da importância do silêncio e alguns pontos turísticos têm entre seus principais atrativos a ausência de sons, ou a frequência baixa deles.

Em 2011, na Finlândia, foi construído um espaço destacado pela tranquilidade e arquitetura diferenciada dos demais prédios, a Capela do Silêncio. O seu grande objetivo é oferecer paz e calma aos seus visitantes. A sua estrutura é feita de madeira, com iluminação suave, com capacidade para 70 pessoas sentarem e tomarem um tempo para si. A grande preocupação não é uma religião, mas a higiene emocional e mental que pode ser conquistada. É um espaço bem diferente da rotina carregada de ruídos e sons que atrapalham nossas reflexões, é um espaço para uma viagem pessoal, interna e relaxante.

Outros pontos turísticos que se destacam são pontos naturais, grandes lagos, ilhas, espaços arborizados, com a ausência do barulho de trânsito ou grandes movimentações. Além da tranquilidade, é possível concentrar-se em uma mente mais estabilizada, sem a enxurrada de informações que nos cercam. É comum esquecermos de algumas coisas muitas vezes porque não estamos suficientemente concentrados naquilo. Recebemos uma carga de energia muito grande cotidianamente e esse agito nos atrapalha sem tempo para refletirmos a sós.

O silêncio não depende somente do que estamos ouvindo externamente, mas também de como estamos por dentro. Ao contrário de fazer nada, silenciar pode significar uma revolução, uma forte construção pessoal através da introspecção. A quietude também é crescimento, porque esvaziar a nossa mente é permitir mais consciência e atenção.

Se você se sente muito agitado e gostaria de relaxar mais, procure uma psicóloga.
Entre em contato conosco através desse link  para agendar uma Avaliação Gratuita em Porto Alegre.